terça-feira, 31 de maio de 2011

Ser você mesmo...

Ser você mesmo não é muito fácil.
Ser sincero,

Transparência tem seu preço.
Quando nos deixamos conhecer,

Ou quando deixamos chegarem perto demais,
Acabamos nos colocando num microscópio e
É muito difícil continuar bonito de tão perto.
Afinal,
quando nos expomos,
quando somos sinceros,
espontâneos,
mostramos o que temos de bom e ruim.
Mas prefiro que seja assim.
É óbvio que nem sempre estamos preparados para lidar com uma possível rejeição,

um possível torcer de nariz para algo que não agrade quem olhou
e nem sempre quem olha de tão perto está preparado para ver.
Mas é um risco que vale a pena.
Nada como ser você mesmo!
Pelo menos vamos ouvir “bem menos” a famosa frase: não esperava isso de você.
E digo bem menos porque por mais que sejamos sinceros,

honestos,
transparentes,
nem todo mundo consegue nos ver de verdade,
nos entender,
nos aceitar
e nem nos protege da maldade alheia,
muito pelo contrário,
damos munição.
Fazer a nossa parte não nos protege de tudo,

não nos poupa de todos os problemas (às vezes até aparecem mais),
mas nos permite dormir com a consciência tranquila,
olhar,
de verdade,
para o outro.
É,

mas cuidado!
Ser sincero não quer dizer ser bom.

Tem muito mau-caráter assumido,
que te ferra na maior.
E nesse caso,
também,
não poderemos usar a famosa frase: “não esperava isso de você”,
mas pelo menos sabemos “mais ou menos” o que esperar.
O que já é uma grande coisa.
(Greice Drumond)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Segundo jogo do Bellucci em Roland Garros


Olá galerinha,
É madrugada e aqui estou para falar do jogo do Thomaz Bellucci em Roland Garros ontem (é ontem por que já é madrugada). Primeiro peço desculpas por somente vim escrever agora, mas o dia foi longo e a noite promete ser mais longa ainda.
Mas voltando ao assunto do jogo...
Dessa vez eu assistir de verdade, com imagens e tudo mais que eu tinha direito, inclusive o tênis de placar (que só o placar, sendo atualizado de instante em instante). Gente eu tenho maior raiva dessa forma de assistir jogo, mas sabe que até já me acostumei. Depois que você aprende as regras e com um pouquinho de esforço dá até para você saber se o jogador tá perdendo por que é ruim mesmo, ou por que o outro adversário tá jogando bola demais.
Como disse, assistir o jogo e o que vi goste pois como diria meus professores da faculdade, foi um jogo eficaz e eficiente ao mesmo tempo, ou seja, excelente. E como diz outro professor: o Thomaz  Bellucci atingiu o objetivo dele que era passar para terceira fase e o que viesse seria lucro.
Está bem, sem brincadeira, foi um jogo simples, sem sofrimento; com o Thomaz Bellucci dominando bem o adversário, mostrando superioridade; sacando pra caramba e principalmente onde pode  se ver que ele tá focado mesmo no jogo e no torneio. E isso é muito bom, quem sabe não venha surpresas por ai?
Terceira fase vem ai e vai ser parada dura, pois Richard Gasquet é dureza. O cara tá jogando bem, inclusive recentemente eliminou Roger Federer de um torneio; tem ranking melhor, pois é o décimo sexto do mundo.
Mas o Thomaz tem algumas vantagens nessa historia. Primeiro delas, é que o jogo só acontecerá na sexta-feira; depois o fato do jogo de hoje ter sido fácil, fácil, como tirar doce da boca de criança, facilita na hora de descansar. Já não se pode dizer o mesmo do Gasquet, pois para ele passar para essa terceira fase precisou ralar e muito. Ou seja, pode ser que na sexta-feira, Thomaz esteja mais descansado fisicamente falando do que o Gasquet.
Se isso acontecer, vantagem para nos brasileiros. Vamos torcer, que será um putz jogo.
Em breve, mais um capitulo de Roland Garros.

Dely Nicolete

terça-feira, 24 de maio de 2011

5 mil acessos - obrigada!


Olá meus queridos leitores,
É que enorme honra que trago a bela noticia de que chegamos a inacreditável marca de 5 mil acessos. Eba! Podem soltar fogos de artifício junto comigo.
A noticia ocorreu na madrugada de ontem para hoje e já estamos com quase 125 acessos a mais. Agradeço de todo coração por toda essa alegria que vocês, meus amigos leitores, trazem para o meu coraçãozinho.
Nesses 5 mil acessos, falei de momentos engraçados que passei, quando meio que sem querer brinquei com um amigos da faculdade e com o meu irmão sobre o desespero desse amigo. Essa postagem rendeu grandes visitas e até hoje é super comentada por amigos no meu e-mail. Ou ainda das minhas inúmeras brincadeiras com a Branquela e meus momentos de pura insanidade quando apronto algo diferente.
Por falar em insanidade, postei alguns trabalhos que quase me tiraram o juízo, na verdade o pouco juízo que ainda tenho. Mas muitos desses trabalhos me ensinaram a confiar na equipe que escolhe para compartilhar minha vida acadêmica na faculdade. Formamos uma equipe maravilhosa, que sabe os pontos fortes e fracos de qualquer um dos seus membros, mas que acima de tudo são verdadeiros amigos.
A UBC fez parte constante aqui no blog e tenho certeza absoluta que fará parte constante também na minha vida.
Teve presente também momentos de emoção como o do dia em que postei a carta que fiz para o meu irmão, da homenagem que ele me fez durante a aula de APL na faculdade. Sem me esquecer que para mim foi muito emocionante quando escrevi sobre a minha paixão por cachorros, em especial pela Branquela e também quando relatei a minha pequena, mas grandiosa luta acadêmicas.
Tiveram fotos da galerinha da faculdade e de momentos ultra marcantes que dividir com vocês, meus amigos leitores. Textos que amigos me enviaram, outros tantos que escrevi ou li. Falei de música, de meus ídolos esportivos e musicais, de filmes, de tênis.
Como falei de tênis!!! E olha que esses 5 mil acessos tem muitos deles que vieram dessas postagens.
Foi maravilhoso compartilhar com todos vocês essas alegrias. Foi maravilhoso saber que em algum lugar desse mundo, tem uma pessoa sentadinha lendo o que escrevo.
O meu muito obrigada é para você, meu amigo leitor, que me deu esse presente.
Obrigada!
P.S: para relembrar algumas postagens, selecionei algumas delas para vocês nessa postagem especial com link de alguns.
               Dely Nicolete

Algumas postagens...

Deixou aqui algumas postagens feitas ao longo desses 5 mil acessos...
Foram 226 postagens ao todo e em algumas dele falei de:

Das minhas paixões:

Dos meus ídolos:

- Thomaz Bellucci e Larri Passos
- Da grande vitória do Thomaz Bellucci em cima do Andy Murray
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2011/05/grande-dia-para-thomaz-bellucci.html

Do Fã – Clube Roupa Nova Nossos Eternos Anjos:
- Dos bons momentos.

Do meu trabalho:

Dos meus valores questionados em uma aula na faculdade:

De uma bela homenagem que meu irmão me fez:

Da emoção que foi falar de minha infância e da minha familia:
- Carto para o meu irmão
- De quando falei da saudade que um grande amigo meu me faz
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2011/03/saudade-de-um-amigo.html
- Das minhas lembranças das festas que meu avô dava de São Nicolau
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2010/12/sao-nicolau-e-minhas-lembrancas-de-suas.html
- De quando expliquei a origem do meu pingente
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2010/10/meu-pingente.html
Momentos marcantes da faculdade de Processo Gerenciais:
- Encerramento da cadeira de APL com o professor Sócrates
- Do meu agradecimento a UBC por todo esforço no nosso TCC
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2010/12/agradecimento.html
- Da brincadeira com o meu irmão e um amigo da faculdade com o desespero de uma prova
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2011/02/desespero-de-um-aluno-bricaderinha.html
- Da aula de desespedida da Marketing e Vendas, e de Legislação Trabalhista nesse semestre
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2011/04/aula-de-despedida.html
- Das fotos da placa de formatura no Dragão do Mar
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2011/04/fotos-da-placa-de-formatura.html
- Da minha recordação sobre a minha vida acadêmica.
http://blogdelynicolete.blogspot.com/2011/04/tudo-tem-o-seu-tempo-hoje-eu-sei.html

Essas e muitas outras postagens me ajudaram a conquistar o carinho de todos vocês.
E hoje estou comemorando os 5 mil acessos do Blog Dely Nicolete

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Thomaz Bellucci e o primeiro jogo em Roland Garros


Olá galerinha,
Tudo bom?
Como foi o fim de semana de vocês? Já assistiram alguma partida do Grand Slam – Roland Garros? Não acredito, que ainda não viram nadinha de nada. Tenho que confessar que só vim assistir algo hoje, pois domingo foi mais pra descansar da loucura da semana passada do que para ver os jogos de tênis do torneio.
Mas hoje... Ah hoje...
Acordei cedinho para ver Thomaz Bellucci iniciando a sua caminhada no torneio Roland Garros e não me arrependi nadinha mesmo.
Para mim, Roland Garros é o torneio de todos os torneios. Não é só pelo fato memorável de tem uma bela história conosco brasileiros na Era Guga, mas também tem o fato de ser delicioso assistir alguns dos grandes nomes jogando no saibro com a magia de um Grand Slam.
Convenhamos é bom demais ver o Rafael Nadal jogando no saibro, onde ele é o rei. Tudo bem que ultimamente anda um tanto ameaçado o reinado, pois Novak Djokovic é o homem a ser batido nessa temporada.
Gosto de ver o Nole jogando no saibro. Adoro ver Juan Martin Del Potro jogando no saibro e logicamente que adoro ver os brasileiros jogando no saibro de Roland Garros.
Acompanho o torneio a três anos, ou seja, essa é a terceira vez que assisto Roland Garros e, nunca estive tão confiante com a participação dos brasileiros como estou esse ano. Temos Thomaz Bellucci, Ricardo Mello, Marcelo Melo e Bruno Soares e, André Sá e Franco Ferreiro disputando o torneio.
Algo me diz que vem coisa boa daí... E que saber é prazeroso ver os brasileiros jogando nessa terra batida que tantas vezes nos deu alegrias anos atrás. É bom ver Thomaz Bellucci jogando esse torneio, ainda mais pela bela fase de confiança que ele está passando.
Sabe, eu até que gostei de assistir, ou melhor, ver o tênis de placar do jogo do Thomaz. Do mesmo modo como foi gostoso assistir o Ricardinho Mello, o Novak Djokovic e o Del Potro jogando hoje também.
Pena que não veio duas vitórias brasileiras nesse dia. Seria maravilhoso!!! Mas ainda assim, parabenizo a luta de Ricardo Mello, deu trabalho e jogou bonito. Parabenizo a suada vitória de Thomaz Bellucci e espero me encantar novamente como o jogo dele como aconteceu no Master 1000 de Madri, dias atrás.
O torneio começou fazem apenas dois dias e muitas bola vai rolar durantes esse quinze dias de torneio. E quer saber? Vou aproveitar esse espetáculo e me encantar ainda mais com tênis mundo a fora.
Agora é esperar que a magia de Roland Garros continue e ver no que ela vai nos encantar...

Dely Nicolete

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ninguém é dono da sua felicidade


"Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregue sua alegria,
 sua paz,
sua vida nas mãos de ninguém, 
à absolutamente ninguém.

Somos livres,
não pertencemos a ninguém
e não podemos querer ser donos dos desejos,
da vontade
ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão da sua vida é você mesmo.
A sua paz interior é a sua meta de vida,
quando sentir um vazio na alma,
quando acreditar que ainda está faltando algo,
mesmo tendo tudo,
remeta seu pensamento para os seus desejos mais íntimos
e busque a divindade que existe em você.

Pare de colocar sua felicidade,
cada dia mais distante de você.
Não coloque o objetivo longe demais de suas mãos,
abrace os que estão ao seu alcance hoje.

Se anda desesperado por problemas financeiros,
amorosos,
ou de relacionamentos familiares,
busque em seu interior a resposta para acalmar-se.

Você é reflexo do que pensa diariamente.
Pare de pensar mal de você mesmo,
e seja seu melhor amigo(a) sempre.

Sorrir significa aprovar,
aceitar,
felicitar.
Então abra um sorriso para aprovar o mundo que lhe quer oferecer o melhor.

Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você,
e você estará afirmando para você mesmo que está 'pronto' para ser feliz.

Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.
Pare de esperar a felicidade sem esforços.
Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.

Critique menos,
trabalhe mais.
E,
não se esqueça nunca de agradecer.

Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento,
inclusive a dor.
Nossa compreensão do universo,
ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.
A grandeza não consiste em receber honras,
mas em merecê-las. "

(Este texto foi escrito por Aristóteles no ano 360 A.C.)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Luz do teu caminho.

Olha no meu olhos
Deixa eu ser a luz do teu caminho.
Meu amor tem a força para te dar.
Chora no  meu colo.
Lava essa tristeza com carinho.
Meu amor toma conta de você.
Eu segui o teu chamado.
E vim correndo.
Para te buscar.
A saudade me ensinou como chegar.
Eu abri o meu passado.
Até o fundo.
Pra te encontrar.
Vem comigo, que eu te levo pela mão.
Houve noites,
em que um beijo era o bastante
pra acalentar.
E o seu sono tinha sempre a minha paz.
Veio o dia
Veio a hora de ir embora
Pra se encontrar
Veio a vida e carregou você de mim.
Toma a direção do coração.
Pra te guiar.
Abre a porta e deixa o meu amor entrar
Pra ficar.



sábado, 14 de maio de 2011

Recomeçar do zero...


Hoje eu vou recomeçar...
Quantas vezes você não já falou isso antes, não é mesmo? E quantas vez realmente você colocou em pratica?
Se fosse eu a responder, diria que toda vez que vejo meu mundo mudando, ou que não me reconheço no espelho, digo que quero recomeçar do zero. Confesso, porém que poucas vezes coloquei mesmo essa mudança em pratica. Talvez tão poucas que pouco me lembro.
Mas hoje, levantei com uma doce vontade de recomeçar tudo de novo, de mudar aquilo que me incomoda, renovar as minhas alegrias, deixar de lado meus medo e recriar meu mundo outras vez. Refaz as coisas...
Não quero fazer da minha vida algo que não seja realmente minha. Admito que as vezes é mais fácil você aceitar o que os outros querem de você do que simplesmente impor o que você quer de si mesma. Aceitar o que os outros querer nos poupa tempo, já impor nossa vontade demorar dias, meses e até mesmo anos.
Mas hoje isso vai mudar...
Cansei de chorar por não me ver como realmente sou; de pensar que a felicidade se esconde de mim, ou ainda que deixo-a escapar sempre por entre os meus dedos; que pouco me conheço ou ainda que finjo ser quem na verdade nem de longe sou.
Quer saber, e daí que o mundo não é cor de rosa? E daí que não sou a pessoa mais perfeita do mundo? E daí que posso não ter tanto sucesso como possuem outros por ai? E daí?
Quero mesmo é recomeçar a minha vida...
Lembrar dos sonhos que tinha quando criança, eram tantos e tanto se perdeu com o tempo. Fazer as coisas que eu gosto; aprender o que tem que ser aprendido sem ter medo de errar; errar se for preciso, mas não desistir na primeira tentativa. Insistir na minha opinião, principalmente quando vejo que estou certa. Rever os meus conceitos e descobrir que nem sempre estou certa, mas descobri por mim, não porque os outros dizem que não estou certa.
Ah como eu quero abri a janela, admirar o céu. Escutar o canto dos pássaros ecoando na imensidão. Se possível contemplar a chuva e ver o arco-íris se formando.
Quero recomeçar os sonhos perdidos, os desejos esquecidos e até mesmo os amores não vivo. Olhar para mim e ver que tentei ser feliz; tentei viver de acordo com os meus princípios e deixar de lado o medo do que vão pensar de mim.
Sei que inúmeras vezes eu errei... talvez erro maior tenha sido não ter recomeçado antes e visto que ainda tenho dentro de mim, um pouquinho de mim mesma.
Hoje, eu recomeço do zero... e você?

terça-feira, 10 de maio de 2011

Hoje tudo mudou


Hoje algo mudou em mim, porém ainda não sei o que foi. Olhei-me rapidamente no espelho e vi que o rosto que ali refletir não mais era o meu e sim de uma completa estranha. Como foi ficar assim?
Aquela moça que refletia ali, não me lembrava em nada à menina que foi quando pequena. Quando foi que apareceu em meu olhar essa tristeza tão melancólica que por vezes apaga o brilho dos meus olhos? Eu adorava sentar em frente do espelho e admirar o brilho dos meus olhos. Quando foi que deixei de fazer isso? Quando foi que o brilho deles já não mais me encantou?
Aproximei sem querer as mãos, tocando com cuidado as rugas que começavam a surgir na minha face. Essa aqui era preocupação com as contas, aquela outra foi das noites que não dormi estudando para aquela prova, dos dias em que trabalhei sem descansar para sentir o gosto do sucesso na minha vida e, essa outra aqui, em parte veio dos amores que tive e perdi, e das inúmeras vezes que me preocupei com algo ente querido.
Toquei meus lábios e o senti tão sofrido. Da minha boca, quando criança, só saiam risos ou o som de uma canção. Hoje tão raramente cantarolo algo e quando faço é de forma tão envergonhada que às vezes percebo que é melhor nem tentar. Por céus, quando foi que eu deixei de acreditar no poder da música?
Quanto tempo tem que não digo a alguém que a amo? Será que ainda amo? O amor nos faz sorrir e faz muito tempo que não ouço o som do meu sorriso. Será que meu coração se endureceu? Ou eu simplesmente esqueci de dá asas a ele?
Será que a correria do meu dia a dia me fez esquecer o que era dá carinho para alguém? Por que lembrou das vitórias estudantis ou até mesmo das conquistas no trabalho, mas não me lembro da última vez que sentei no chão para brincar com uma criança? Lembrou das inúmeras reuniões, mas não dos encontros com os amigos. Será que ainda tenho amigos?
Nossa como eu mudei e o pior é que nem percebi. Em certos momentos me tornei uma pessoa dura, com medo de falar dos meus sentimentos, sem querer mostrar as minhas fraquezas. Ouvi das pessoas que sou um exemplo de segurança, que quase nunca me abalou com as minhas quedas. Mas será mesmo que essa sou eu?
Na noite passada revi um pouco de mim. Foi uma noite longa, pensei e pensei por um bom tempo. Analisei a minha vida. Como fazia anos que não pensava em mim assim? Era tão comum para mim, analisar investimentos, contas as pagar, extratos bancários, possibilidade de crescimento no emprego ou de uma nova formação. Mas faziam anos que não analisava a minha vida.
Fazia anos que não me perguntava se sou realmente feliz; se valeu apena todo o sacrifício que fiz; ou ainda se a vida foi justa comigo? Como tem tempo que não me pergunto se sou justa comigo mesmo e...
Aquela que refletia no espelho não mais era eu... era uma estranha.
De repente uma lagrima rolou sobre os meus olhos e meio sem querer um sorriso surgiu nos meus lábios. Um tanto contraditório eu sei. Mas sorria porque vi que ainda sou um ser humano com sentimentos.
Hoje tudo mudou... só ainda não sei bem aonde mudou...
Autor desconhecido

domingo, 8 de maio de 2011

SER MÃE

 
A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.

Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.

O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.

Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?

É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.

Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.

Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.

É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.

Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?

E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.

Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.

É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.

É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.

Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.

Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais º não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.

É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.

É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.

Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.

Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.

É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.

* * *

A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe.

E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.
 
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Dia das mães, de autoria de Sharon Nicola Cramer e no cap. Isso vai mudar totalmente a sua vida, de autoria de Dale Hanson, ambos extraídos da obra Histórias para aquecer o coração, v. 2, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Minha pequena homenagem a minha querida mãezinha e a todas as mães que visitamm o meu blog.
Obrigada por ter me ensinado a viver!
Parabéns!

sábado, 7 de maio de 2011

Thomaz Bellucci – semana mágica.


Olá meus amigos leitores,
Fico me perguntando o tempo todo, como a vida é engraçada, não é mesmo? De uma hora para outra tudo pode mudar e transformar para sempre a vida de muita gente. Acho que a prova maior disso, foi essa semana espetacular do Thomaz Bellucci em Madri.
Bellucci veio meio que desacreditado pelos torcedores brasileiros, digo até que ouvi as piores barbaridades nesses últimos meses em relação ao seu desempenho e de repente tudo mudou...
Isso mesmo, as coisas mudaram... Numa semana as trevas e na outra a luz, o brilho de um talento refletindo no horizonte.
Como isso pode acontecer? Se não fosse na vida de um tenista, diria que levou logos anos. Mas como se trata de um tenista, lhe digo que foi de uma semana para outra. Mas estaria mentindo... os resultados surgiram de longos dias de treinos e de torneios. Alguns jogos perdidos, outros vencidos. Tudo conspirando para essa semana acontecer o auge.
No último torneio, uma quarta de final meio desanimada e essa semana...
Bom, veio a primeira rodada do Master 1000 de Madri e a primeira vitória surgiu em cima do Pablo Anduyar em sets diretos. Esse jogo infelizmente não assisti, mas um amigo meu da faculdade, me falou que foi ali que ele começou a acreditar que seria possível o Bellucci ir pelo menos até as oitavas de final, pois passar do Andy Murray não seria nada fácil, para não usar a palavra impossível que ele disse.
As palavras do meu amigo ficaram na minha cabeça. Esse cara nunca entendeu bem de tênis, na verdade eu fui quem apresentei alguns sites para ele. Dias atrás nem si quer falava do Bellucci. E agora tá ai dizendo que começou a acreditar nele. “Algo está errado no mundo hoje”, foi o que pensei.
Lembro que balancei a cabeça num sinal de afirmação, mas fiquei pensando com os meus botões: “esse cara tá de brincadeira com a minha cara, só pode! Ontem, o cara só conhecia o Federer, hoje ele já sabe do Bellucci e do Murray e tá até fazendo analise de chave de um Master 1000.”
Só podia ser brincadeira...
Mas eu acreditava do Thomaz. Acreditava não, eu acredito nele. Sei que ainda tem muito talento para ser mostrado. E como disse essa semana às coisas estavam bem malucas e realmente surpreendentes.
Veio a segunda rodada e ele passou por Florian Mayer. Tudo bem que no terceiro set, o Mayer se retirou. Mas o cara tava perdendo também quando isso aconteceu. Méritos do Thomaz Bellucci e uma oitava de final contra Andy Murray.
Nem nos meus sonhos mais fantasiosos consegui imaginar Bellucci batendo um top 4 justamente naquela quinta feira dia 5 de Maio. Esse dia tem que entrar para história brasileira de tênis. Quebra de tabu de nem lembro quantos anos, que um brasileiro não batia um top 10.
Bellucci entrou em quadra e a magia começou. Ele fez bonito e eliminou o Andy Murray tranquilamente.
Isso mesmo! Thomaz Bellucci bateu o Andy Murray e dominou completamente a partida. Murray ainda tentou alegar que sentiu incômodos ou coisa parecia, porém isso não ia adianta. O dia foi do Bellucci e ninguém pode mudar isso!
E foi ali que tudo mudou.
Jornalistas que antes o criticava, agora o exaltava. Torcedores que antes falava mal de seu jogo, agora o elogiava. Até programas esportivos que nunca antes ouvi falar dos feitos do Bellucci, começaram a falar dele.
Só que isso não foi a única coisa que mudou.

Mudou também a forma do Bellucci jogar.
Com mais garra, agressividade, com disputas longas. Um simplicidade que as vezes se tornava majestosa. E um brilho no olhar incrível. Brilho de confiança e foi com esse brilho que ele bateu novamente um top 10 no dia seguinte.
A vitima da vez... Thomas Berdych e outro belo jogo, de dá orgulho de ser brasileira. Se o torneio fosse decidido ali, naquele jogo, eu estaria completamente feliz. Mas não, ali era apenas as quartas de final e teríamos o Nole pela frente.
Em circunstâncias normais, eu nem me atreveria dizer que Bellucci tinha chances contra o Novak Djokovic. Mas a confiança tava em alto e bom grau. E por que não?
Chegou o dia da semifinal. Thomaz Bellucci contra Novak Djokovic, o segundo melhor do mundo. Ganhou praticamente tudo o que disputou esse ano, o homem a ser batido no circuito e... Acho que devo rever a minha afirmação anterior, não é mesmo?
Mas não, eu estava confiante. Acreditava no Thomaz. E ele fez o que ninguém esperava. Um set perfeito, inacreditavelmente agressivo e poderoso. Dava orgulho, emoção a cada lance. Dava prazer de assistir e torcer por ele. A sensação era de que iríamos para final contra Nadal...
Mas... Nole enfim voltou a vida... e o sonho começou a se desfazer. A semana surpreendente não teve o final que se esperava. Ela acabou na semifinal.
Confesso que demorei um pouco para aceitar o fato de que amanhã não veria mais um jogo do Bellucci; que não veria o meu orgulho brasileiro grita e sair pelos poros como fez nesses últimos dias.
Porém quando parei e olhei tudo o que aconteceu nessa semana com esse garoto, vi que a vida realmente é engraçada, ela apronta bonito com a gente ás vezes. Esse não será o último torneio que assistirei do Bellucci, nem muito menos a última vez que o verei jogando tão brilhantemente assim. Tenho fé de que depois desse torneio, dessas vitórias maravilhosas, o tênis brasileiro e o Thomaz Bellucci não mais serão os mesmos.
Talvez esse seja o começou de novos e poderosos dias de jogos perfeitos.
Se Thomaz jogar com a garra que jogou contra o Andy Murray junto com a ousadia que teve contra o Thomas Berdych e a determinação que mostrou contra o Nole, poderei ter certeza que o sonho de belos títulos, virará realidade dentro de muito breve.
Como disse, a vida é engraçada. Um dia se está por baixo, sendo criticado e sofrendo com os fracassos. No outro, se está sorrindo, mostrando talento e competência para dá e vender. O que não se pode é achar que a vida não mudar, que não há movimento e momentos para serem melhorados.
Quem sabe, esse não seja o começou de uma nova era na vida do Bellucci, ou ainda de um novo começou...
Aqui é só uma parte dessa história, dentro de breve novas partes. Aguardem os próximos torneios.
Parabéns Bellucci

Dely Nicolete


sexta-feira, 6 de maio de 2011

Grande dia para Thomaz Bellucci


Grande dia ontem!
Um dia na sua vida você imaginou um brasileiro poderia vencer o quarto melhor tenista do mundo? Melhor perguntando, um dia você imaginou Thomaz Bellucci, batendo Andy Murray, que nada mais é do que o quarto melhor tenista do mundo atualmente?
Confesso que eu já pensei nisso inúmeras vezes...
Mas nem em meus maiores devaneios poderia imaginar que seria tão lindamente como foi ontem. Nem nos meus sonhos mais delirantes poderia imaginar que esse dia chegaria assim tão rapidamente, e que seria assim, tão perfeito como foi.
Sabe quando você já assiste tênis a um bom tempo – tempo demais para saber que tops 10, são tops 10 por alguns bons motivos e que meros mortais não conseguem vencê-los tão facilmente? Eu acreditava nisso!
Acreditava que pessoas com Rafael Nadal, Roger Federer, Novak Djokovic e Andy Murray, fosse pessoas tão boas no que fazem que jamais seriam vencidas, pois profissionais bons como eles, são verdadeiros deuses.
Foi então que levantei ontem um tanto mais tarde do que de costume. Tinha virado a noite inteira estudando e o cansaço estava dentro de mim. Levantei, sabendo que aquele dia seria diferente. Mas não sabia qual a razão, afinal nada demais aconteceria comigo, apenas um simples dia de trabalho e de faculdade.
Foi quando vi no relógio duas horas da tarde. Apressada, me sento na sala daqui de casa, numa mesa de vidro negro, ligou meu nothebook, que reclama de falta de carga como sempre, e começa a magia.
Isso mesmo, magia. Não existe outra explicação para o que assistir ontem.
Andy Murray o numero quatro do mundo jogando com o brasileiro Thomaz Bellucci. Um jovem tenista brasileiro, que de revelação não mais poderia ser chamando. Um tenista que inúmeras vezes foi criticado por sua inconstância – nome que muitos jornalistas davam aos seus jogos – e que outras inúmeras vezes me encheu de orgulho. Iriam entrar em quadra para me fazer repensar nos meus conceitos.
Veio o primeiro game, Thomaz tranqüilo o vence. Vem o segundo, Andy com uma certa dificuldade vence. No terceiro um susto, Andy joga com um pouco mais de pressão, complica as coisas, mas o dia era do Bellucci e sua estrela brilhou.
A magia começou ali!
Vi um jogo disputado. Bellucci sem pressa, com clareza de raciocínio, sem ansiedade, esperando o melhor momento para atacar e quando atacava se mostrava eficiente.
Lembrei de quando conheci o jogo do Bellucci há dois anos e um pouquinho. Cansada, pois havia trabalhado o dia inteiro. Minhas pernas mal conseguiam subir as escadas daqui de casa de tão tremulas que estava. Confesso que nem tentei também, apenas me atirei na cama, que fica aqui embaixo mesmo, com um controle na mão, rezando para está passando algo interessante na TV e...
Lá estava aquele menino... Revelação do tênis nacional. Alguns o comparavam com o eterno Manezinho da Ilha – o Guga. Outros tanto diziam que ainda faltava muito para que ele se tornasse um top tão importante para nos brasileiros.
Entre uma game e outro vi um belo jogador, com garra, determinação e uma habilidade que poucos têm... O dom de encantar as pessoas com o seu talento.
Quando estudava no supletivo de primeiro grau, tive um professor que me dizia: “talento todo mundo tem, mas encantar as pessoas com esse talento, pouco conseguem!”. E foi isso que me levou a acompanhar a trajetória do tênis brasileiro e daquele tenista novinho, mas com garra de experiente.
Quando vi, Thomaz quebrar o Andy Murray no primeiro set e faturar aquele set. Percebi as mesmas características que vi naquela noite de fevereiro de dois anos atrás. Vi a mesma magia.
Foi genialmente lindo. Ver que Thomaz crescia no jogo. Crescia na confiança. E quando novamente quebrou Murray no segundo set, em meio um sorriso e uma lágrima, gritei: “Vai garoto, hoje é teu dia!”.

Thomaz Bellucci - assim que bateu Andy Murray.

E como foi o dia dele.
Em uma hora e meia, mais ou menos, ele fez o impossível para os meus conceitos. Um top ser derrubado daquele jeito era impossível, pelo menos até a hora que eu acordei. Mas quem disse que o impossível um dia não pode perder o IM e se torna perfeitamente possível.
Ontem, mais uma vez me orgulhei de ser brasileira. Mais uma vez me orgulhei de ter como ídolo um brasileiro como o Bellucci. Confesso que chorei, ao ver que aquele menino que inúmeras vezes tinha sido criticado, ofendido e até desrespeitado por uns “torcedores”, hoje mostrava com um simplicidade incrível, que às vezes não é preciso responder com palavras as criticas e sim com o talento.
Agora me pergunto. Se um top pode ser batido, porque não um Brasileiro não poderá encantar novamente o mundo do tênis com o seu talento, como o Guga fez? Porque não podemos ter novamente um excelente tenista disputando os melhores torneios do mundo, levando o nome BRASIL para o sucesso? Porque não podemos nos deixar encantar por um novo talento esportivo?
Foi um belo jogo, não é mesmo? Isso eu sei.
E tenho certeza absoluta que deu para dá confiança, para criar a esperança e para mostrar que o Bellucci não é o Guga, mas que pode sim, ensinar os brasileiros a Era Thomaz Bellucci em nossos corações.
Parabéns Bellucci!!!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Trabalho de logística sobre modais - introdução

Equipe:
Gleidson Max
Raimundo Gomes
Regilane Costa
Serdelina Glecia
Sérgio Gleiston

Introdução.
Os transportes de cargas possuem cinco tipos de modais, cada um com custos e características operacionais próprias, que os tornam mais adequados para certos tipos de operações e produtos. Todas as modalidades têm suas vantagens e desvantagens, onde algumas são mais adequadas para um determinado tipo de mercadoria e outros não.
Sabemos que a distribuição é uma das fases mais criticas dos negócios e que dela depende parte importante da qualidade percebida pelo cliente.  Segundo Ballou (1998) o transporte é capaz de absorver entre 33,3 a 66,6% dos custos logísticos totais, além do que a confiabilidade de entrega é fruto do recebimento da mercadoria no prazo correto, com a embalagem correta, sem danos causados pelo transporte nem erros de faturamento. Por esse motivo é preciso analisar bem qual o modal que será escolhido para representar a empresa nesse papel tão fundamental da distribuição.
A escolha da melhor opção de modal vem a partir da análise dos seus custos, das características de serviço, das rotas possíveis, da sua capacidade de transportes – peso e medida; da versatilidade e flexibilidade que este proporciona a empresa que o contrata; da segurança e rapidez da entrega, são pontos fundamentais para o sucesso da logística da empresa.

Trabalho de logística sobre modais - 1º parte

1.      Distribuição na logística.
Distribuição nada mais é do que a operação pela qual se reparte um produto fabricado ou em processo de fabricação, entre diversos pontos de produção e/ou venda. É o repartir, o espalhar em diferentes sentidos, o entregar, movimentar cargas e produtos. Ela começa na fábrica do fornecedor de matéria – prima e só termina nas mãos do cliente final.
Distribuição é toda a rota que o produto faz até chegar às mãos de seu consumidor. E para que este produto chegue com eficiência e eficaz nas mãos de seu cliente é preciso analisar e aprender sobre os modais. Porém antes de tudo é preciso identificar cada estágio  da movimentação do produto, desde a aquisição de matéria – prima até a entrega ao consumidor final.
Somente depois dessa análise é que começará a ser feito um estudo aprofundado de qual tipo de modal deverá ser utilizado, e quem fará a movimentação da carga. Com posse desses dados é que se pode ter uma noção de qual será a influência da escolha do modal no custo do meu produto final.
Sabemos que a distribuição física representa um custo significativo para a maioria dos negócios, impactando diretamente na competitividade da empresa, já que hoje em dia, as produções são bem parecidas e o que pode encarecer ou baratear o produto seja o fator logística de distribuição. Essa influencia na velocidade e na confiabilidade que o cliente deposita na empresa.
Por isso, qual o melhor modal? Transporte rodoviário, aéreo, marítimos, dutoviário ou ferroviário? Para cada rota há uma possibilidade de escolha, que deve ser feita mediante uma analise profunda de custos, que deve ir bem além de uma simples análise do custo baseado em peso por quilometragem. Para cada ligação no canal logístico existe uma característica particular de um modal, que apresenta uma vantagem ou desvantagem sobre os demais.
2.      Administração de transporte.
Administrar o transporte significa tomar decisões sobre um amplo conjunto de aspectos e essas decisões podem ser classificadas em dois grandes grupos: decisão estratégica e decisão operacional.
As decisões estratégicas se caracterizam pelo impacto em longo prazo e refere-se basicamente a aspectos estruturais. Existindo quatro tipos principais de decisões estratégicas no transporte, que são: a escolha do modal; decisão sobre as propriedades da frota; a seleção e a negociação com a transportadora e as políticas de consolidação de carga.
 Já as decisões operacionais são geralmente de curto prazo e refere-se às tarefas do dia a dia da empresas. As principais decisões operacionais de curto prazo são referentes ao planejamento de embarque da carga; a programação dos horários dos veículos juntamente com a roteirização; fazer auditorias de fretes e gerenciamento de avarias.

Trabalho de logística sobre modais - seleção do transporte de modal

  Seleção do transporte de modal.
A seleção da modalidade de transporte depende de dois fatores primordiais: a diferença entre o preço de venda do produto na origem e no local de consumo, fator este conhecido pela empresa; e o custo de transporte entre o centro de produção dos produtos até o local de consumo, fator este que muitas vezes é calculado pela empresa durante a escolha do modal.
Para calcular o custo de transporte devem-se levar em conta as características da carga a ser transportada. Isso envolve o seu tamanho, peso, valor unitário, tipo de manuseio, condições de segurança, tipo de embalagem, distancia a ser transportado, prazo de entrega e outros.
Depois de feita essa análise das características da carga é preciso fazer uma análise das características do modal de transporte. Nessa análise deve ser verificada se esse tipo de modal tem condições de infra – estrutura de malha de transporte; se existe condições de operação; qual o tempo de viagem; quanto custa o frete e as tarifas; se existe mão – de – obra envolvida e, outras características que variam de acordo com o tipo de carga.
Também influência na seleção da modalidade de transporte o fator tempo, já que cada modal apresenta um tempo diferente em função de suas próprias características; o fator custo, onde cada modalidade terá seu componente de custo, que determinará o valor de seu frete e de suas tarifas; o fator manuseio, onde cada modal estará sujeito a determinadas operações de carga e descarga, nas quais a embalagem permite facilitar o manuseio e pode reduzir perdas e até racionalizar custos.
Outro fator influenciador é a rota de viagem, pois cada modal envolve maior ou menor número de viagens, podendo a empresa adotar o transporte intermodal sempre que o custo do transporte possam ser racionalizados.
O Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior classifica o Sistema de Transporte quanto à forma de modalidade. Aquele que envolve apenas uma modalidade se chama modal, que é o caso do rodoviário. Já os que envolvem mais de uma modalidade, são chamados de intermodais, que é o caso do transporte ferroviário, que necessita da ajuda do rodoviário para fazer o transporte até o consumidor final.
 Existem ainda os transportes que envolvem mais de uma modalidade, porém, regidos por um único contrato, são nomeados de multimodais. Os segmentados são aqueles que envolvem diversos contratos para diversos tipos de modais. E os sucessivos são aqueles que quando a mercadoria alcança o destino final, necessita ser transbordada para prosseguimento em veiculo da mesma modalidade de transporte, mesmo regido por um único contrato.

Trabalho de logística sobre modais - rodoviário

1.      Tipos de modais.

  Modal Rodoviário.
Um dos principais modais utilizados pela logística é o rodoviário. Este tipo de transporte tem como principal característica a utilização das rodovias federais ou estaduais para tráfego de veículos motorizados tanto de pequeno, médio ou grande porte, com uma velocidade relativamente alta e acessibilidade aos lugares mais remotos por meio de estradas.
O transporte rodoviário na América do Sul é regido pelo Convênio sobre Transporte Internacional Terrestre que engloba o Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai e Peru. Esse convênio foi firmado em Santiago do Chile em 1989 (Decreto nº 92792 de 17 de Junho de 1986) que regulamentar os direitos e obrigações no tráfego regular de caminhões em viagens entre os países consignatários. Já o decreto firmado entre os países por meio do então Presidente Fernando Collor no dia 20 de novembro de 1990 (Decreto nº 99794/90), descreve que o transporte tanto de carga como de pessoas devem ser feitos por empresas autorizadas mediantes ao pagamento de taxas e impostos estabelecido por cada país.
No Brasil, rodovias são vias rurais de rodagem pavimentadas, ou ainda via de transporte interurbano de alta velocidade, que podem ou não proibir o seu uso por parte de pedestres e ciclistas. Dividem-se em rodovias estaduais e/ou federais, onde as primeiras são chamadas pelo código do Estado brasileiro seguidas por três números que representam o código da estrada (exemplo – CE 040). Já as federais são representadas pelas iniciais BR, que se refere ao Brasil, e por três números que são os códigos de cada rodovia (exemplo – BR 116).
Existe ainda a divisão entre as rodovias federais, ou seja, pelas BR, que podem ser em: rodovias radiais, longitudinais, transversais, diagonais e de ligação.
Nas rodovias radiais, a quilometragem é iniciada a partir de Brasília em direção aos extremos do país, com sentido de quilometragem saindo do Anel Rodoviário de Brasília. Tem como código de rodovia o número inicial zero (BR 0xx). Já as longitudinais que são as que cortam o Brasil de Norte a Sul, começando a partir do litoral. Estas possuem código inicial com o número um (BR 1xx). 
No caso das rodovias transversais que são rodovias que cortam o país na direção Leste-Oeste, tendo sentido de quilometragem leste para oeste, possuem código iniciado com o número dois (BR 2xx). 
As rodovias diagonais podem apresentar dois modos de orientação, um em direção noroeste-sudoeste e outro na direção nordeste – sudoeste. Ambas as direções com código iniciado com o número três (BR 3xx), tendo a diferença estabelecida pelos dois números finais de cada rodovia, pois as que têm terminação com números pares são diagonais orientadas na direção noroeste – sudoeste (BR – 304) e as de orientação de direção nordeste – sudoeste terão os números finais impares (BR – 319).
Já as rodovias de ligação que são rodovias que se apresentam em qualquer direção, geralmente ligado a rodovias federais, ou pelo menos a uma rodovia federal a cidades, ou pontos importantes, ou ainda nossas fronteiras internacionais possuem como código os que se  inicia com o número quatro (BR 4xx). Como exemplo deste tipo de rodovia, mostro a BR – 407 que liga a cidade de Piripiri no Piauí com a BR 116 e Anagé também no Piauí.
Por esse motivo os modais rodoviários conseguem alcançar lugares tão remotos e distantes, graças às rodovias estaduais e federais que ligam nosso país como um todo. E isso faz como que esse tipo de sistema de transporte se torne o mais utilizado no país, mesmo quando registra um elevado custo operacional, um excessivo consumo de combustível e um alto índice de acidentes no percurso.
Porém sua aceitação na logística de transportes deve-se ao fato de que possui maior flexibilidade operacional, o que permiti acessar os pontos isolados em todo país e inclusive fazer distribuição em países de fronteiras ao nosso. Além do mais baixo custo inicial de implantação, pois as rodovias são construídas pelos governos estaduais e federais, e os veículos que efetuam esse transporte são, em geral, de terceiros.
Esse tipo de modal apresenta grande competitividade, pois consegue distribuir mercadorias do ponto de origem ao destino com um único manuseio, dispensando assim, maiores gastos com embalagens e podendo entregar o produto diretamente na porta dos seus consumidores.
É muito utilizado em viagens de curta distância, onde seu maior custo operacional é compensado pela eliminação de transbordo. Servindo com destreza para cargas de peso médio, já que em determinadas regiões o tamanho, ou melhor, a dimensão da carga e seu peso são estipulados com tamanhos e peso máximos permitidas para tráfegos em determinados horários.
Aqui no Brasil algumas rodovias ainda apresentam um estado de conservação ruim, o que faz com que aumente os custos com a manutenção dos veículos, o que se agrava ainda mais com a frota que já são antigas e que estão sempre sujeitas a roubo de carga e violência sofridas no percurso.
Por via de regra, apresenta preço de frente mais elevado do que os modais ferroviários e hidroviários, portanto sendo recomendado para mercadoria de alto valor ou perecíveis, não sendo recomendados para produtos agrícolas a granel, cujo custo é muito baixo para esse tipo de modal.
Em relação ao serviço, podem-se encontrar transportadoras regulamentadas, frotas privadas, transportadores contratadas e isentos. O contratante de uma transportadora fica isento das despesas de capital e dos problemas administrativos associados a frotas próprias. Geralmente as transportadoras contratadas exigiram de seu usuário um contrato de longa duração. Já no caso dos isentos são aqueles livres de regulamentação econômica, como por exemplo, veículos operados e contratados por fazendeiros ou cooperativas agrícolas.
Nos últimos anos com a privatização de algumas vias e com o uso da tecnologia a favor do transporte rodoviário, foi possível diminuir quase pela metade o número de acidentes ou de quebras por condições ruins de asfalto, pois com vias mais iluminadas, bem asfaltas, com boa sinalização, fica mais fácil efetuar viagens mais seguras. Sem contar que o uso da tecnologia de GPS e de radar, facilitando o encontro dos caminhões em caso de roubo.
a)     Vantagens ou pontos fortes do transporte rodoviário.
O transporte rodoviário é adequado para curtas e médias distâncias para produtos acabados ou semi – acabados, ou ainda de maior valor. Possui uma simplicidade para atender a demanda do mercado, pois busca a mercadoria no local de embargue e a entrega diretamente no destino final dela, sem haver a necessidade de ficar manuseando-a inúmeras vezes como em alguns modais.
Possui também agilidade no acesso as cargas, essa agilidade dependendo da distância pode ser de entrega direta, ou melhor, de pronta-entrega ou ainda entrega de porta a porta. Haverá dois únicos manuseios, que são ao embarcar e ao desembarca a carga, por isso há a menor exigência de embalagem.
Existindo ainda o elevado nível de adaptação por porte do veículo, já que há no mercado vários tipos de veículos de carga que vão desde caminhonetes, passando por caminhões de pequeno porte, indo em direção aos grandes caminhões.
Com relação a tarifas alfandegárias, a própria empresa transportadora poderá efetuar o desembaraço sem a necessidade de um intermediário.
Já em relação ao pagamento de pedágios em determinadas rodovias brasileiras, pode ser tanto uma vantagem como uma desvantagem. Se tornar vantagem por ser garantia de uma estrada bem asfaltada, bem sinalizadas e iluminada. Mas ao mesmo tempo em que agiliza a viagem, a encarece por constante pagamento de pedágio, o que reflete no custo operacional.
Além dessas vantagens técnica, existe a vantagem de disponibilidade dos serviços, pois existe um grande número de empresas habilitadas para fazer transporte de mercadoria por vias rodoviárias. Essa grande quantidade de concorrentes faz com que o nível do serviço e seu preço seja ou tabelado ou próximo um do outro. 
Segundo o Detran de Fortaleza, o sistema de transporte rodoviário possui um baixo investimento para o operador, sendo necessária apenas a carteira de motorista que o habilite a trafegar com veículos de carga com peso bruto total superior a 3,5 mil quilograma, utilizando a Carteira de Motorista de categoria C, e o conhecimento do percurso que será feito, já que haverá no serviço uma grande cobertura geográfica.
O transporte rodoviário é relativamente rápido e eficaz, talvez não seja ousadia dizer que dentre os outros modais, este seja o segundo em termo de velocidade de entrega, perdendo apenas para o aeroviário.
b)     Desvantagens ou pontos fracos do transporte rodoviário.
A frota brasileira é antiga e, aliado a isso ainda tem a questão das péssimas condições de conservação das estradas brasileiras, o que faz com que os veículos quebrem com mais freqüência e isso influência nos custos operacionais do transporte.
Existe ainda o pagamento de pedágios em determinadas vias. Foi privatizado no Governo Lula cerca de 2,6 mil quilômetros de rodovias federais e nessa vias é exigido um pedágio.
 As rodovias mais comuns de pagamento de pedágio são: BR – 381 que liga Belo Horizonte (MG) a São Paulo (SP); BR – 393 que é a Divisa Minas Gerais - Rio de Janeiro até a Via Dutra no Rio de Janeiro; BR – 101 que é a Ponte Rio – Niterói (RJ) – (ES); a BR – 116 no trecho São Paulo a Curitiba e de Curitiba a divisa de Santa Catarina ao Rio Grande do Sul; e BR – 116, BR – 376 com PR – 101 Santa Catarina, Curitiba a Florianópolis.
No nordeste existem algumas vias de pedágio, como por exemplo, a Ponte do Rio Ceará que tem uma média de preço variável R$: 3,00 ou mais, dependendo do tipo de transporte que por lá for passar.
Na Bahia existe o pedágio na rodovia que liga Salvador a Estância em Sergipe, que é chamada de Linha Verde na rodovia estadual BA 099 e SE 318. Esse percurso é de 14 km e tem uma média de preço entre R$: 4,00, sendo cobrada nos dois sentidos da via.
No Mato Grosso, o preço do pedágio é por eixo, num preço que pode variar de R$ 5,10 a R$ 5,50, dependendo do trecho privatizado. Já no Rio Grande do Sul, no trecho Tanquara a Gramados pela rodovia RS 115, paga-se nos dois sentidos R$ 6,70 para qualquer tipo de veiculo, e oferece 23 km de via limpa e em perfeitas condições de uso.
  Desse modo o frete pode se tornar elevado em alguns casos e para determinadas regiões onde as rotas precisam passar por mais de um pedágio.
Além do que existe a menor capacidade de carga entre todos os outros modais, havendo um limite máximo permitido em alguns trechos e horários, ou seja, o espaço é limitado e está sujeito as condições atmosféricas, de trânsito e de regulamentação como as de circulação e de horário.
O transporte rodoviário se torna também menos competitivo quando o assunto se refere a longas distâncias e com cargas perecíveis ou de curta duração de vida. O aumento do preço pago pelo serviço varia de acordo com a distância.
Esse tipo de modal apresenta custo fixo baixos, já que as vias são construídas com fundos públicos, porém seu custo variável é médio a alto preço, pois paga-se combustível e manutenção da frota.
c)      Oportunidades do transporte rodoviário.
Uma das oportunidades para o transporte rodoviário que permanecer sendo um dos modais mais utilizados no país, sem duvida é a privatização das rodovias que traz para quem trafega nela uma segurança maior.
Outra boa oportunidade seria o fato do governo estadual e federal investirem na construção, na manutenção e na reconstrução das vias que ainda não foram privatizada. Com um bom asfalto, uma boa iluminação, sinalização e policiamento, os índices de assalto e acidentes seriam reduzidos.
Existe ainda a oportunidade crescente da Tecnologia de monitoramento de cargas e de rastreamento de veículos por satélite. Hoje em dia, existe o bloqueio remoto de combustível e outras tecnologias que as empresas do setor estão a utilizar, visando reduzir o risco de transportes.
Porém os investimentos em tecnologia pelas empresas elevam o custo de aquisição do serviço, de maneira que a grande parte da frota rodoviária de carga encontra-se a margem dessas inovações. Sendo interessante a implantação de sistemas de localização por coordenadas geográfica, ou com uso mais freqüente de sistemas de rádio para a comunicação, uma solução não tão dispendiosa quanto a implantação de radares via satélite.
Torna-se uma oportunidade o investimento na utilização de multimodais, ou no sistema semi – automático de carga e descarga dos veículos, alem do aumento no uso de contentores (pallets standard).
d)     Ameaça ao transporte rodoviário.
Ameaça ao transporte rodoviário é a questão do estado de conservação das rodovias, da segurança que essas vias oferecem, já que há um aumento da violência e dos roubos nesse setor. Havendo ainda o impedimento por conta de situações atmosféricas e de calamidades públicas como: fortes chuvas, deslizamento de terra e outras mais.
Também se torna uma ameaça o prazo de entrega, já que o transporte rodoviário dependerá principalmente do trânsito e das leis regulamentadoras de cada Estado, que podem variar o horário e a circulação de trafego de caminhões.
Outra ameaça é o aumento do combustível e dos pedágios.
e)     Frete rodoviário.
As tarifas de frete rodoviário são organizadas individualmente por cada empresa de transporte e o frete por ser calculado por peso, volume ou por lotação do veículo.
Sua composição é feita da seguinte forma:
·         Frete básico – calculado em cima do peso da mercadoria.
Tarifa x Peso da mercadoria
·        Frete de carga volumosa
Tarifa x Volume
Existe ainda a cobrança de algumas taxas, como é o caso da Taxa ad – valorem, que é um percentual cobrado sobre o valor da mercadoria; o seguro rodoviário obrigatório, que são percentuais aplicados sobre o preço do FOB da mercadoria.
O FOB (Free On Board) é o fornecedor quem se responsabiliza contratualmente pela mercadoria até a hora em que ela é entregue, na data e na hora escolhida pelo comprador. Este preço, em geral não faz parte do orçamento do fornecedor, devendo ser calculada pelo comprador de acordo com o serviço de frete que escolheu.