domingo, 31 de outubro de 2010

Balanço esportivo - tênis (24 a 31 de Outubro)

E o tênis...

Bom, teve muita historia sobre o Thomaz Bellucci essa semana...

- Ele falou que não é bom o nível técnico de alguns técnicos de tênis no Brasil... E o mundo caiu em cima dele...

Virou uma polêmica sem tamanho. Falaram que ele era moleque, que não sabia da historia dos técnicos nem com quem eles trabalharam. Atletas e técnicos e principalmente repórteres caíram em cima da historia.

Sinceramente, não entendo repórteres, midia e coisas desse tipo. Vivem dizendo "o Bellucci é tímido", "não fala o que pensa", "os brasileiros sabem mais do Nadal do que dele..." 

E quando o cara abre a boca pra falar, o povo acha ruim...

O que ele falou, por muitos, foi criticado. Mas acho que foi mais criticado por não ter sido diplomata na sua resposta, do que pelas palavras que disse.

Peço desculpas se estou falando coisas que não sei... mas é a opinião dele e pronto. (do mesmo jeito que acho que não precisava ter ganho tamanha proporção como ganhou essa historia)

Claro que tem por ai muito técnico bom, muito tenista brasileiro bom e muito gente que merece destaque e respeito. Isso eu não duvido e sei perfeitamente bem que tem muita gente que merece alto respeito. 

Mas... é o ponto de vista dele, caspita! 
O cara tem direito de falar o que pensa... tem direito de ser criticado, amado ou odiado como seja. Mas isso não diminui que é a opinião dele.

Ai depois veio...

- Thomaz Bellucci demite o técnico João Zwetsch, dois dias depois de falar que ele era o ideal para um top 30.

Bom, essa eu fiquei péssima ao saber dessa noticia.
Acho sinceramente que essa noticia abafou a tal historia do nível dos técnicos brasileiros.!

Eu gosto do trabalho do João Zwetsch!

Me acostumei em assistir os jogos do Thomaz Bellucci e vê a câmera mostrando o João, ali sempre sério, concentrado no canto.

Aquilo dava a confiança de que o treino do Thomaz tinha sido firme, forte e que tínhamos altas chances de ganhar o jogo.

E agora, como será?
Quem vem no lugar?
Será melhor que o João? Será que vai me passar a mesma confiança?

Coisa de torcedor mesmo!

Mas foram dois anos de muito sucesso: um belo ranking (21º posição, foi a melhor colocação conquistada em 26/07 desse ano), títulos do Gstaad e Santiago (a nível ATP), semifinais, quartas de finais de alguns torneios, sem contar os Challengers, boa evolução no jogo.

Thomaz tá sem treinador...
João sem quem treinar...

Segundo alguns sites, o fim do dueto entre eles terminou de bom tom, de forma pacifica e Thomaz deixou isso claro quando falou:

"O João é um dos melhores treinadores do Brasil, me ensinou muita coisa durante esses dois anos, dentro e fora da quadra. Ao lado dele obtive meus melhores resultados e evolui meu jogo. Além de técnico, é meu amigo, o respeito e devo muito a ele".
 E João também:

"A respeito do encerramento da minha parceria com o tenista Thomaz Bellucci, gostaria de dizer que foram dois anos de um trabalho muito bom, com resultados expressivos, inclusive dois títulos (Gstaad e Santiago), e uma evolução importante em todos os aspectos do seu jogo. Depois do torneio de Estocolmo, ele me comunicou que gostaria de fazer uma mudança, de trabalhar com outro técnico. Desejo a ele muito sucesso na sua nova parceria".

Quem venha em breve um novo técnico e uma nova era pro Bellucci, como muitos títulos e uma evolução incrível.
Quem venha também um novo pupilo pro João, ele é um excelente técnico e tenho certeza que terá muito sucesso com seu novo treinado. 

 
E pra terminar ai teve um tal historia de que Thomaz Bellucci teria uma perna torta.

Isso mesmo, meu povo
Jornalista descobriram que o Thomaz tem uma perna torta...
Bom, o que sei é que procuraram o terem procurado o preparador fisico dele que confirmou a historia...
Segundo o Cassiano Costa (preparador físico de Thomaz), ele tem sim as duas pernas tortas, sendo a esquerda um pouco mais. E que seria um problema de configuração ósseo genética.

Jornalista descobre cada coisa, não?

Fiquem tranquilo...
Segundo o Cassiano Costa o caso estaria sendo resolvido com um palmilha no tênis e que outros tenistas possuem o mesmo problema (Ricardo Hocevar , Caio Zampieri e Robin Soderling). Também não há risco de lesão grave...

Tentei achar alguma imagem que me mostrasse isso, mas sinceramente não achei.
O que posso dizer é que, com perna torta ou não... ele joga muito bem tênis (não estou falando que não precise evoluir mais, to falando que joga muito bem e que dá pra melhorar até chegar na excelência do seu jogo). Quantos outros atletas por ai tem pernas tortas e desempenham muito bem suas atividades, superando o tal problema.


Se não me falasse das pernas dele, sinceramente não teria percebido...

Se alguém conseguir ver isso, por favor me mostrem... Por que não vejo mesmo. O que vejo é um bom tenista caminhando rumo a sua evolução.

Daqui a pouco volto pra falar do Challenger de São Paulo (Copa Petrobrás)

Balanço esportivo - natação (24 a 31 de Outubro)

E a natação...
Teve essa semana a Copa do Mundo de Natação disputado em piscina curta de 25m
E teve brasileiros ganhando medalhas...

Thiago Pereira.

Thiago Pereira venceu e muito bem vencido...
400m medley
200m medley

Ficou com a prata nos 100m medley


O também brasileiro Frederico Castro ganhou por seis centésimos os 200m borboleta. 

Já Felipe Lima conquistou a prata nos 50m e nos 100m peito e Fabiola Molina ficou com o bronze nos 50m costas


Já Kaio Márcio ganhou os 200m borboleta porém no Estadual Absoluto de Natação, no Parque Aquático Maria Lenk


E foi isso ai na natação, medalhas, podios e muita alegria pros brazucas aquáticos

Balanço esportivo - futebol (24 a 31 de Outubro)

Olá galerinha
tudo bom?
Então, voltei com os balanços esportivos... peço desculpas pela demorar em voltar com eles...
Mas essa semana tivemos coisas muito boas né?

Começando com o futebol...


Domingo passado rolou São Paulo e Ceará aqui em Fortaleza...
Já falei algumas vezes que não torço pra nenhum time cearense, o que acho é que é muito bom ter um time cearense competindo com os times grandes... isso mostra a cara da nosso estado lá fora...

Mas...
Sou fã pra caramba do São Paulo...
Doeu muito saber que o São Paulo levou dois gols do Ceará, mas também achei muito bom ver que estamos com um time ganhando dos times grandes...

Já essa semana... no quarta, quinta e sábado (já que teve eleição nesse domingo)
Rolou a 32º rodada do Brasileirão...
E...
Flamengo empatou com o Corinthians em 1x1 na quarta-feira.
Ceará empatou também com 1x1 contra o Atlético Goianiense na quinta-feira.
São Paulo bate o Atlético Paranaense com 2x1 também na quinta.
Sábado rolou vários outros jogos inclusive Cruzeiro 2x0 e Prudente.

Bom, a classificação tá assim:
Fluminense
Cruzeiro
Corinthians
Botafogo
Santos
Internacional
São Paulo

O Ceará tá em 11º da classificação.

sábado, 30 de outubro de 2010

Ser cigano



O céu é o meu teto
A terra é a minha pátria
E a liberdade é a minha religião.

Eu sou um cigano, de corpo, alma e coração.
“Sou um espírito livre, nômade, sem lugar fixo no mundo”
Sou livre como o vento.
Puro como a água.
Vivo como o sangue que corre em minhas veias.

Ser cigano é ser livre...
A liberdade pulsa no seu coração, no seu sangue e na sua mente.
Não é só a liberdade de poder ir aonde bem entender.
É a liberdade dos sentimentos,
Dos sonhos
E dos seus próprios valores.
Liberdade do respirar,
Da inspiração,
Da ousadia,
Do coração.

Sou livre quando danço,
Quando canto,
Ou quando toco algum instrumento.

Sou livre quando criou minha própria arte
E quando cuido dos meus (família e amigos).

Ser cigano é ter no sangue a magia,
O mistério.
É saber cantar,
Dançar,
Ou tocar com o coração,
Pois a musica é feita com o coração.
A musica pulsa como o meu e o seu coração.

Tenho uma vida simples,
Pois é na simplicidade que encontro a felicidade.
Não busco riqueza por apenas buscar.
Trabalho duro para viver bem e feliz.
Sei que a maior de minhas riquezas vem da minha alma,
E quando a alma é simples tudo fica mais fácil.

Leio o destino, mas também leio o coração  e a alma.
Se os olhos são a janela da alma,
Então é pelos teus olhos que vejo quem você é...

Cigano que é cigano tem intuição forte
Entende um olhar
E sente a vibração de qualquer lugar.

Tem os sentidos apurados
E sempre se entrega aos seus sentimentos.

Ser cigano não está nas roupas
Na dança
Na musica
É bem mais que isso...

Está no jeito,
No sorriso,
No olhar
Nas mãos
E em cada parte do seu corpo.

Está no respirar,
No pensar,
No sentir,
No falar
E no viver...

Ser cigano é ter sentimentos.
É ser livre
E acreditar na vida.

É principalmente...
Acreditar no invisível aos olhos...

Eu posso ser cigano em cada dia
Desde o acordar ao me deitar.
Posso ser cigano quando olho a liberdade...
Mas sou cigano quando faço do mundo o meu lugar.

D.L

Esse texto enviado para mim por um grande amigo meu, Paulo. Que conheceu o dono desse maravilhoso texto em Paris. Texto escrito pelo cigano Dylan Lankovik, o escritor.
Obrigada Paulo pelo belo texto!
Obrigada Dylan pela beleza de sua obra. 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010



"Ninguém baterá tão forte quanto a vida. Porém, não se trata de quão forte pode bater, se trata de quão forte pode ser atingido e continuar seguindo em frente. É assim que a vitória é conquistada."  Rocky Balboa

É hora de dizer adeus


Você cansou de mim
Me afastei de você
E os sais do mar se seco.

Não se pode salvar o que já se quebrou.
Se na pele está escrito o final.

Você foi o unico amor no qual acreditei
Pior, o tempo matou o que te dei

Você também está triste por que doi ouvir a verdade

É hora de dizer adeus
Não resta outra saida,
terminou
Me abraça em silencio
Sinto muito
Deixamos passar
Digamos adeus...

Você e eu sem amor
Os dois na escuridão
Compartilhando tanta solidão.

Já não há aonde ir
Aceitemos que tudo acabou de um vez
Te proponho nos esquecermos do ontem
Nos separarmos agora
Sem chorar

Embora seja muito encomodo é melhor ouvir a verdade

É hora de dizer adeus
Não resta outra saida,
terminou
Me abraça em silencio

Sinto muito
Deixamos passar
Digamos adeus

Te perdi...
Eu sei
Nada resta já
Só as sementres de uma lembrança
Você tem que seguir
Eu tenho que seguir
E buscar consolo em outros beijos

Sempre há um talvez
Sempre haverá um depois
Sobreviveras
Sobreviverei

Já não é tempo de fingir
Não podemos ignorar
O que pede o coração

Te proponho nos esquecermos do ontem
Nos separarmos agora sem chorar
Embora seja muito triste é melhor ouvir a verdade

É hora de dizer adeus
Não resta outra saida,
terminou
Me abraça em silencio
Sinto muito
Deixamos passar
Digamos adeus

Es hora de decir adios


Te cansaste de mí
Me alejaste de ti
Y las sales del mar se seco
No se puede salvar
Lo que ya se quebró
Si en la piel esta escrito el final
Fuiste el único amor
En que creí
Peor el tiempo mato lo que te di
Tu también estas triste por que duele oír la verdad

Es hora de decir adiós
No queda otra salida termino
Abrázame en silencio
Lo siento
Dejémoslo pasar
Digámonos adiós
Tu y yo sin amor dos en la oscuridad
Compartiendo tanta soledad
Ya no hay a donde ir
Aceptemos que todo acabo de una vez
Te propongo olvidarnos del ayer
Separarnos ahora sin llorar
Aunque sea muy molesto es mejor oír la verdad
Es hora de decir adiós
No queda otra salida termino
Abrázame en silencio
Lo siento
Dejémoslo pasar
Digámonos adiós
Te perdí lo se
Nada queda ya
Solo las semillas de un recuerdo
Tienes las que seguí tengo q seguir
Y buscar consuelo en otros besos
Siempre hay un tal vez
Siempre habrá un después
Sobrevivirás sobreviviré
Ya no es tiempo de fingir
No podemos ignorar
Lo que pide el corazón
Te propongo olvidarnos del ayer
Separarnos ahora sin llorar
Aunque sea muy triste es mejor oír la verdad
Es hora de decir adiós
No queda otra salida termino
Abrázame en silencio
Lo siento
Dejémoslo pasar
Digámonos adiós

Ametista


A ametistas é um quartzo de coloração violeta-claro ou escuro, que pode ser tanto translúcida como transparente. Segundo algumas cresças seu nome pode significar "não bêbado".

Pedra muito usada para efeitos calmantes. Também tira negatividade e transmite paz e harmonia. Os gregos a usava contra feitiçaria, nostalgia e maus pensamentos. Também contra embriaguez.

São pedras encontradas tanto no Brasil como no Uruguai e nos Estados Unidos. Podem vim tanto em forma bruta, como lapidada, em pêndulos, esferas, ovos, pingentes, pirâmides e cordão.

No horóscopo a ametista protege os signos de Áries, Virgem, Sagitário, Capricórnio, Peixes. Porém está ligada aos planetas: mercúrio, Júpiter e Neturno.

Deve ser usada  sobre o chacras coronário para revitalizar o cérebro. Pode também usá-la no frontal ou terceiro olho para revitalizar a visão.

***

Seu efeito terapêutico:

Exerce efeito calmante sobre o coração e os nervos.
Melhora a capacidade de concentração.
Benéfica em caso de enxaqueca e pressões por estresse
Auxilia na proteção da pele.
Ajuda ao portador a fazer juízos correto.
Fortaleza a amizades verdadeiras.
Afasta falsos amigos.
Irradia harmonia, senso de coesão da família.
Trás calor e sensação de renascimento.
Abre a mente atrás de soluções para os problemas.
Obs: Colocada em baixo do travesseiro, proporciona um sono calmo e protege contra pesadelos.
         Usada em meditação transmite impulsos agradavéis de alegria de viver, de participação.
***
São indicadas para:

Quem busca auto contemplação,
sensação de liberdade tanto de pensamento como de sentimento.
Faz fluir melhor o pensamento.
Dá sensação de comunhão.
Senso correto ou de correção.
Consciência divina.
Harmonia
Sono mais tranquilo.
Auto controle.
Consciência do auto valor.
Tolerância
Ajuda no crescimento espiritual.
Corta ilusões
Ajuda na meditação.
Serve de limpeza e para equilibrar qualquer energia disfuncional em qualquer parte do corpo.
Facilita a transmutação de energia baixa, para frequências altas.
Inspira cura e intuição

***
Podem ser usadas para:

Para cura ou harmonização do Pâncreas;
vasos sanqüíneos
coração
cabelos
pele
cabeça
circulação
fígado
nervos
estresse

Também são indicadas para auxiliar o tratamento de:

 - Auto contemplação.
- Auto controle
- Auto - sacrifício 

- Obtenção da consciência divina.
- Consciência do auto valor
- Desenvolvimento  
- Estresse
- Tratamentos no fígado.
- Fluxo de pensamento.
- Harmonia
- Sensação de comunhão
- Sensação de liberdade
- Senso de correção
-Tratamentos nos cabelos
- Tratamento de Nervos
- Tratamento do Pâncreas 
- Tratamento de pele
- Tratamentos no coração (enfarto, eliminação de ódio...)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Amor x Amizade


“Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade…
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração”.


William Shakespeare

Amizade verdadeira...


Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
"

Meus amigos virtuais...


Meus amigos não estão à venda
Nem os compro em qualquer lugar
Um amigo é tão valioso
Que dinheiro nenhum pode comprar
Amizade é tão cara
Que só os ricos de coração possuem
A minha riqueza consiste nas minhas amizades
Não importa onde estejam
Em qualquer lugar desse mundo
Ou na tela da Internet
Ou do lado como vizinho ausente
Meus amigos são importantes
Dentro da importância que dou a minha vida
Não preciso saber endereço
Muito menos a sua vida
Mas sei que está presente
Nas horas que mais preciso
Letras que nos diz mais que sua voz
Idades que não importam para nós
Muito menos identidade
Sei que os tenho
Sei o quanto valem
Isso que importa.

domingo, 24 de outubro de 2010

Na dor e no prazer...

Ningún uso diciéndome 
Trato de olvidar 
Porque estás en todos los
 Usted está en el dolor y el placer, 
tratar de entender que, 
incluso si me dejas
Como un pez fuera del agua 
E incluso si se ahogan en la decepción y la tristezaVoy a seguir tus pasosA distancias como un espía 
 Y voy a pretender que todo 
No era más que una distracción 
Y todavía me amas¿Cómo 
Te quiero
 Y hasta el final de todoA tu lado siempre voy a estar¡Ah! ¿Por qué? 
 ¿Por qué?
 No puedo vivir lejos de ti
 ¿Por qué? ¿Por qué? 
Yo dependo, te necesito.Y aunque me humillan 
Y paso en mi corazón 
Aún así, no me importa 
No puedo soportar es vivir sin tu amor 
Incluso si me insultan 
Que no voy a escuchar y no entender 
No es bueno, porque mi amor es ciego
 Y ya no venY tener paciencia
 Esperar que pase la tormenta
 Y tiene la inocenciaPara buscar la complicidad de tales 
Y la adolescencia eterna vivir 
Y que cultiva la nostalgia
 En la mayoría de los momentos románticos 
Muy feliz 
***

Não adianta me dizer
Pra eu tentar te esquecer
Porque você já está em tudo
Está na dor e no prazer, tente entender
Que mesmo que você me deixe
Igual um peixe fora d'água
E mesmo que você me afogue em desilusão e mágoa
Eu vou seguir teus passos
Á distâncias feito um espião
E vou fingir que tudo
Não passou de uma desatenção
E que você ainda me ama
Como eu te amarei
E até o fim de tudo
Ao teu lado eu sempre estarei

Ah! Por quê? Por quê?
Não consigo viver longe de você
Por quê? Por quê?
Eu dependo, eu preciso de você.
E mesmo que você me humilhe
E pise no meu coração
Ainda sim, eu não me importo
Eu não suporto é viver sem teu amor
Mesmo que você me ofenda
Que não me ouça e não entenda
Não adianta, pois o meu amor é cego
E já não vê
E tem a paciência
De esperar passar a tempestade
E tem a inocência
De buscar a tal cumplicidade
E vive eterna adolescência
E cultiva essa saudade
De momentos mais românticos
Felizes de verdade

Mente...

Você chegou em minha vida para me ensinar
Você soube me aceder 
e logo me apagar.
Você  se fez indispensável para mim.
E com olhos fechados te segui
Se eu busquei a dor, a consegui.
Você não é a pessoa que pensei...
que acreditei,
que pedi.

Mente,
me machuca e logo se arrepende
Já nem tenta
Não tenho mas vontade de sentir

Chega quando estou a ponto de te esquecer
Busca seu caminho em outro parte
Enquanto busco o tempo que perdi
Porque hoje estou melhor sem você

Vou de novo recordando o que sou
Sabendo o que você dá 
e o que dou
Em mim não tem espaço para você

E o tempo fez sua parte e eu compreendi
As coisas não acontecem porque sim
Voc~e não é a pessoa que pensei
que acreditei 
que pedi

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Carta para meu irmão Sérgio

Querido irmão,
por inúmeras vezes quis abrir o meu coração com você e falar sobre a minha admiração por ti. Talvez por medo ou por falta de oportunidade na correria do dia - a - dia, isso não tenha se tornado possível. Confesso que por várias vezes tentei, mas o nó na garganta não me permitiu;

Mas logo eu, que falo feito uma tagarela não conseguir falar? Por incrível que pareça, eu também fico sem palavras as vezes.

É tão mais fácil falar, aconselhar ou até mesmo resolver os problemas de pessoas que não conhecemos. O peso da responsabilidade é menor. Se aconselhamos errado, não importa tanto, quando não sabemos se aquela pessoa voltará a cruzar nossos caminhos...

Mas falar de sentimentos com pessoas que conhecemos e amamos é tão difícil... Não deve ser, mais é! Pois quem nos conhece nos desarma, nos deixa a vontade e é perigoso ser desarmado assim, dessa maneira. Há anos não me permitir ser desarmada dessa maneira. Sempre ali firme, forte, com coragem e garra. Lagrimejar talvez, mas me desarmar não!

Para muito a Dely é alguém que não se abala fácil. Ela agüenta! É inabalável. Acho que ouvi isso tantas vezes que acabei acreditando nisso. Mas então...

Então é quarta-feira, dia 20 de Outubro de 2010.
Segunda aula.
Aula de APL - arranjos produtivos locais - com o professor Sócrates. Em um momento acadêmico minha armadura brilhante e resistente se espatifou no chão.

Naquele momento descobri que ainda era humana, que tinha sentimentos como qualquer outra pessoa. Descobri que minha armadura brilhante, tão bem cuidada, não mais cabia em mim...

O professor começou sua aula... Falaríamos de valores...
Veio o primeiro colega que ao falar de seus sentimentos de saudade abriu uma brecha dentro de mim. Depois veio o segundo que falou de lembranças, o terceiro que falou de gratidão e assim cada um ia falando. As lágrimas molhavam os meus olhos, mais ainda estavam tímidas para mostrarem sua face.

Então... tudo mudou...
Alguém que conheço bem se levantou ao poucos se aproximou do professor, com um caderno na mão e se colocou a falar. Ouvi uma voz que me soava familiar, que me acalmava o coração, me passava segurança. Era você, meu irmão que iria falar...

Falaria de seus valores... Agora eu saberia dos seus valores. Mais cedo lhe perguntei quais eram e recebi como resposta que era "uma caneta". Estava curiosa para saber o que a tal caneta representava... E ao iniciar seus texto escuto uma frase que falava de uma irmãzinha e como num estalo me fez voltar no tempo.

A cada palavra sua, surgiam em minha mente cenas de nossa infância. Elas eram tão nítidas como o meu reflexo no espelho antes de sair de casa.  Lembrei das brincadeiras, da correria que fazíamos dentro de casa; dos piqueniques no jardim; dos banhos de praia, ou mesmo de piscina, ou ainda de mangueira ao banharmos o Trovão; das partidas de futebol, onde eu mais levava gol do que fazia; das noites de Natal, que íamos dormir esperando encontrar o Papai Noel no ato da entrega dos presentes; ou de quando eu tinha medo do escuro e corria para dormir contigo, segurando tua mão até adormecer, me sentia tão segura ali.

Lembrei de quando eu era pequena e que ficava chorando por que você tinha me deixado em casa quando ia pro colégio. Chorava por que queria ir junto com você. E por obra do destino, depois de vinte anos eis que estamos estudando juntos na faculdade (juntos mesmo, mesma sala, mesma turma).

As lágrimas já não mais me obedeciam. Pareciam crianças rebeldes ou então que eu tinha uma represa dentro de mim e que naquele momento tinha acabado de estourar e as lágrimas eram  os efeitos disso tudo.

Tantas pessoas ali ouvindo aquelas palavras. Muitas me olhavam com carinho, sabiam que o texto era para mim. Outras tantas te olhavam com admiração e empolgadas com a historia que ali era revelada. Ainda tinham aquelas que choravam de emoção, mesmo sem entender bem o que era dito, ou ainda sem saber de verdade o tão profundo era aquele texto.

Não eram só suas lembranças...
Era bem mais que isso...
Era a historia de dois irmãos. Dois irmão que se complementavam, que se superavam a cada dia que passava, que tinham vencido a dor que teve em seus caminhos e que juntos cresceram. Era a historia de duas almas que Deus uniu, que pôs no caminho uma da outra e que sem estarem juntas nada seriam.

Para os ouvintes, aquele texto era apenas uma bela historia.
Para mim...
Nossa vida!!!

Passamos por tantas coisas juntos, não é mesmo? Mas as superamos sempre. Não sei se da forma certa ou errada, mas se os fins justificam os meios, eis ai o resultado. Caímos, levantamos, reconstruímos e hoje ainda construindo nosso futuro caminhando juntos.

Ao terminar a aula, em abraços de pessoas que muitas vezes nem si quer troquei palavras de boa noite durante o semestre inteiro, ouvi frases que diziam: "parabéns, vocês são exemplos de superação", "me apaixonei pela historia de vocês dois". Ou ainda de pessoas que me conheciam desde o primeiro semestre da faculdade, dizendo: "agora te admiro ainda mais", "vocês são apaixonantes".

Não sei se aquelas palavras são realmente validas para mim. Talvez não sejam! Mas uma em especial fiz questão de guardar dentro de mim. O seu Almir, que se falei três vezes durante o semestre inteiro foi muito, me falou em um abraço forte: "continuem assim unidos, não percam nunca esse laço de amor e de amizade, foi Deus quem fez vocês tão amigos assim".

Eu e o Sérgio no meu aniversário de 24 anos. Esse sorriso é que me dá sentido na vida.

Quando falei dentro do carro para você que os meus valores eram coisas impalpáveis, não brincava. Falava de valores que ninguém poderá tirar de dentro de mim. Que talvez nem para você,  meu irmão, que tantos momentos dividiu comigo, sejam eles tão fortes.

Falava das minhas lembranças....
Das mais profundas e singelas lembranças que tenho de minha vida. Que nada, nem ninguém poderá tirá-la de dentro de mim...

Ninguém irá tirar de mim o sorriso que juntos dávamos nem os momentos em que você se soltava e me mostrava o teu melhor lado. Ninguém vai tirar de mim a lembrança das noites em claro, sentados lá na varanda, conversando sobre os nossos problemas, nem das lágrimas que derramamos juntos, abraçados.

Ninguém vai me tirar a lembrança das noites em que a sala lá de baixo e o violão eram as únicas testemunhas do massacre que fazíamos com as musicas de nossos ídolos nem de como éramos desafinados. As brigas de travesseiros, os riso de piadas sem graça.

Ninguém vai  tirá de mim a lembrança de cada cinema e CD que ganhei nos meus aniversários de você, como num ritual de amizade e de amor. Nem as cambalhotas que te vi dá, só pra ver um sorriso nos meus lábios.

Ninguém vai tirar de mim a cara de preocupação que você ficava quando eu senti falta de ar nem o sorriso que você deu quando te falei que estudaríamos juntos e juntos montaríamos o teu sonho.

Ninguém vai tirar de mim o super - irmão que você foi todos os dias. O super - padrinho que você é (mesmo sem me deixar pedir sua benção). Nem o super - Sérgio que espantava os meus medos quando eu era pequena e que depois de grande se tornou o super - pai Sérgio.

Lembra aquele dia na ponte metálica, quando nos prometemos que nunca iríamos abandonar um ao outro? Me perdoa por ter sido tão fraca na época? Pensei milhões de vezes em quebrar essa promessa e dá um fim na minha dor. Só não fiz isso naquele período por você... Juro que nunca vou te abandonar, mesmo quando eu não mais tiver presente de corpo na tua vida. Sempre estarei com você, é só abri o seu melhor sorriso e lembrar que você teve uma "desmiolada com juízo" do seu lado, ou então da minha musiquinha da catraca eletonica do shompping (kkk - juro que não vou pôr nunca aqui, fica só entre nós) e vou tá do teu lado sorrindo. Eu juro!!!

Meu irmão, posso não falar todos os dia que te amo ou que te admiro, mas saiba que não tem um dia si quer que não me olhe no espelho e veja o reflexo de tua obra em minha vida. Sem você não seria nem a metade do que sou.
Obrigada por ter me guiado pelo caminho do bem, por ter aliviado  as minhas dores, por ter perdoado os meus erros e principalmente por nunca ter desistido de mim, mesmo quando eu mesma já tinha jogado a toalha.

Obrigada por ter sido o MEU PAI, MEU IRMÃO, MEU COMPANHEIRO DE AVENTURAS e por ter sido o meu SUPER - SÉRGIO!

Você é a luz da minha vida!
Obrigada por seu amor e sua amizade.

Com carinho,
Dely Nicolete

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O que seria de mim sem minha irmã?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010


Que seria de mim sem minha irmã?

Este texto escrevia há quase um ano e meio. Permaneceu oculto até ontém. Fora proposto por nosso professor que falássemos acerca de nossos valores. Abri meu pequeno livro de memórias e li diante de todos essa declaração de amor fraternal.

Um menino loirinho, de olhos claros, beirando os quatro anos de idade, entra abruptamente no quarto dos pais. De repente, uma voz rouca o indaga: “você gostaria de ter um irmãozinho?”

Essa é uma de minhas lembranças mais antigas. À pergunta de meu pai devo ter respondido afirmativamente, pois não tardou para que minha irmã nascesse. Imagino que meus pais já tinham percebido a minha tendência à solidão e quiseram me presentear com uma companhia.

Desde criança, fui sempre muito imaginativo. Quando vi aquela bebezinha chegando à minha casa pensei que meus pais a tivessem comprado no supermercado ou em um shopping. Era só ir até lá e escolher uma criança como se faz com qualquer eletrodoméstico. Mas, não se aceitava devoluções! Eu não conseguia descobrir onde era a tomada ou onde ficavam as pilhas daquela menina que chorava o tempo todo! Só podia ser Duracell!

Minha irmãzinha precisava de um nome. Fui eu quem lha deu. Há uma historinha, contada todos os anos por minha mãe, na ocasião de seu aniversário, como se fosse um mantra ou algum tipo de ritual. Minha bisavó gostava muito de mim, quando íamos visitá-la, ela sempre me oferecia balas, chocolates, doces, biscoitos; por isso, eu a chamava de “Vovó Bombom”. Como forma de homenageá-la achei que seria bonito que minha irmã se chamasse Serdelina. Até hoje, a pobrezinha implica comigo por causa disso. Não consigo imaginar o sacrifício enorme que ela teve que fazer, no colégio, para aprender a escrever esse nome do leste-europeu. O mais cômico é que as pessoas se engancham ao pronunciá-lo, sai cada coisa: Sedelina (sem o “r”), Sardalina, Serdilina (com “i”)... Para facilitar, ela prefere ser chamada de Dely (não é Dêly ou Delí, é Dély – não sei de onde ela inventou o “y”).

O fato era que eu não entedia muito bem o que significava ter uma irmãzinha. Nem sempre fomos bons parceiros. Da infância, o que mais me recordo é de nossas brigas fraternais. E ela batia forte!

Antes de ela nascer, eu era o centro das atenções: o neto, homem, mais velho, o xodó de meus avós e tios, de ambos os lados da família. Aí chega aquela bebezinha, toda faceira, espertinha, dada com todo mundo, tomando meu lugar. Há uma fase em que a criança deixa de ser engraçadinha para os adultos e estes começam a exigir dela um comportamento de homenzinho, o qual nem sempre é fácil de aceitar.

Até pouco tempo, achava que isso era um comportamento exclusivamente meu, porém, segundo um psicanalista famoso na área de comportamento infantil, toda criança passa por esse drama, por vezes, imaginário: achar que está perdendo o amor dos pais e parentes devido a chegada do irmãozinho. Então, surge a fantasia de achar que se é adotado. Foi isso que aconteceu, por exemplo, na história da Cinderela: em seus relatos mais antigos, nada se fala de qualquer tipo de maus-tratos de seus irmãos (adotivos?), mas ela, na condição de filha mais velha, se sentia ameaçada por eles. A madrasta nada mais seria do que a própria mãe biológica da Cinderela fantasiada por sua mente infantil que vive o drama de não se achar parte dessa família. Que criança nunca passou por isso em sua vida?

Com o tempo, graças a Deus, fui aprendendo que não havia nada a temer. Pelo contrário, a sua companhia rendeu muitas e boas aventuras. Ser filho único é solitário, é ruim na hora de brincar. Fico a imaginar o quanto deve ter sido difícil para ela também.

Na maioria das vezes, brincávamos juntos, não importava se tínhamos de inverter os papéis: eu brincava de casinha, comidinha e boneca com ela e ela jogava bola, brincava de carrinho, de vídeo-game e outras coisas de menino comigo.

Está fresquinha na memória a lembrança de que também gostávamos de brincar de teatrinho. Improvisávamos umas peças e, não sei como, mostrávamos aquilo para nossos pais. Recordo-me de um personagem que criei: o Super Sérgio! Minha irmã tinha uma toalha infantil branca de capuzinho. Eu achava aquilo um espetáculo. Colocava na cabeça e fingia ser um super-herói. Que garoto de minha geração não sonhava o mesmo? Alguns queriam ser o Super-Homem ou o Batman... Eu era o Super Sérgio. Parecia um prenúncio daquilo que um dia eu me tornaria para minha irmã: uma espécie de protetor, guardião, sem capa, sem super-poderes, apenas munido de carinho.

Apesar das briguinhas infantis, a maior parte das vezes, fomos muito unidos: até os meus quatorze anos dormíamos juntos no mesmo quarto, brincávamos juntos, fazíamos natação juntos, estudávamos no mesmo colégio, fui seu par na formatura do ABC, o cavaleiro a dançar a primeira valsa dos quinze anos, seu padrinho de Crisma e, hoje, somos colegas de sala na faculdade.
Eu e o meu irmão no meu aniversário de 24 anos.

A maior de todas as lições que aprendi com minha irmã foi a humildade. Ser irmão é o maior de todos os treinos para se tornar humilde. Humildade é a condição de alguém que possui algum tipo de privilégio, mas que, no entanto, decidiu abrir mão dele para se fazer igual ao outro. Jesus é o exemplo máximo de humildade: mesmo sendo Deus, não se apegou a Sua condição divina, e se fez pobre com os pobres. Eu nunca deixarei de ser o primogênito, contudo, isso não é o mais importante, pois esta condição pode ser extremamente solitária. O essencial é ter quem amamos por perto, mesmo que isso signifique um “rebaixamento” de nosso status. A finalidade dessa descida ao lugar do outro nada mais é do que o desejo de elevá-lo aos mais altos patamares. Isso só fui capaz de compreender quando o amor de Cristo me encontrou.

Outra grande lição de fraternidade nos foi dada pelo tempo e do modo mais cruel para qualquer criança: a separação inesperada de nossos pais. Pelos idos de 1996, as brigas e discussões entre eles, outrora veladas, tornavam-se cada vez mais explícitas. Aquela nova realidade com a qual nos defrontamos, não condizia com a imagem de lar feliz que achávamos possuir. Meu pai se tornara dependente do álcool e minha mãe entrava, aos poucos, em uma crise depressiva profunda. O divórcio era inevitável. Há época minha irmã beirava os onze anos e eu quinze quando soubemos da decisão que mudaria para sempre nossa forma de ver o mundo.

Lembro como hoje: era um sábado, aprontávamo-nos para a aula de catecismo, iniciaram mais uma discussão, chamaram-nos ao quarto e anunciaram, entre lágrimas, a separação. Motivo: havia outra na vida de meu pai. Minha irmã e eu chorávamos, pois sabíamos o que isso poderia significar: um vazio enorme. Verdade que nosso pai não era muito presente em nossas vidas, pois trabalhava muito, contudo era melhor ter um pai pouco presente do que um pai completamente ausente. Lição que logo aprenderíamos. Depois da triste cena, ainda chorávamos muito, quando nosso pai nos deixou na catequese – mal sabia ele que, naquele instante, estava nos colocando aos cuidados de um Outro Pai.

Essa separação, que nos próximos messes se revelaria cada vez mais traumática, principalmente para minha irmã, deu a mim o maior de todos os tesouros: uma família. Minha mãe, minha irmã e eu éramos inexperientes nas coisas do mundo, pois nosso pai sempre nos havia dado tudo de que necessitávamos, entretanto, esqueceu-se de nos ensinar como era a vida lá fora, além dos muros de nossa casa e distante de suas asas. Embora eu contasse com quinze anos, não sabia sequer andar no centro sozinho, pegar um ônibus, pagar uma simples conta ou realizar uma operação bancária. Quando penso nisso, vejo o quanto amadureci. Daquele dia em diante recebi minha família como presente, estávamos mais unidos como jamais fôramos. Eu não era casado, mas já tinha uma casa para tomar de conta e uma “filha” para cuidar, minha querida irmã. A partir daí eu seria o único referencial masculino que ela teria: seja para conversar, desabafar, aconselhar ou mesmo como responsável por cuidar, proteger e ensinar sobre as dificuldades da vida e malícias do mundo. Mas, qual referência de pai ou mesmo de homem eu tive? Muita coisa foi necessário aprender errando, porém, o meu maior referencial veio do Pai que eu conheci na mesma época: o Deus que me amou até o fim, o Homem Jesus de quem aprendi ser justo, honesto, verdadeiro, um homem diferente dos outros rapazes de minha idade, um verdadeiro homem.

Minha irmã e eu passamos por muitas dificuldades. Tivemos que amadurecer de pressa. Parte da adolescência fora roubada, atropelada. Contudo, isso nos serviu para estreitar nossos laços, inclusive quando tudo parecia conspirar contra nós e somente tínhamos um ao outro, mesmo diante do risco de morte... Fizemos uma promessa: nunca nos separaríamos.

Era noite. Havia passado por uma das maiores humilhações de minha vida, injustiçado por minha própria mãe, estava decidido abandonar a casa na qual me criei. Não queria mais sofrer pela falta de reconhecimento. Ninguém nunca pôde imaginar os sacrifícios que tive que fazer – mas um dia, naquele dia sem fim, chamado eternidade, todos saberão do segredo... eu me senti tão ferido em minha dignidade! Fugi de casa apenas com a roupa do corpo, a pé. Tinha dinheiro suficiente para me manter por algum tempo. Fui até a Igreja desabafar com meu Pai, derramar meu coração em lágrimas. Chorei como criança desamparada. Ao recobrar as forças, rumei para a rodoviária. Pensava em pegar um ônibus para a casa de meu avô materno e depois de algum tempo, sumiria para sempre... Foi quando me lembrei daquela promessa: não poderia abandonar minha irmã, quem iria defendê-la? O amor me fez voltar, fez com que eu ignorasse as humilhações e retornasse para cuidar dela.
***
Por que escrevo tudo isso? Aconteceu algo esses dias que me deixou preocupado. Era uma ensolarada tarde de quinta-feira. Íamos nos matricular na faculdade. Fomos de carro. Pouco tempo depois de sair de casa, um senhor invade a preferencial e atinge o lado do passageiro, onde se encontrava minha irmã. Minha primeira reação foi saber como ela estava. Graças a Deus, nada de grave ocorrera, bastaria um pouco mais de velocidade para tudo ter sido diferente!

O assombro daquele momento me colocou diante de uma possibilidade com a qual nunca teria contado: eu poderia perder minha irmã para sempre. Só de pensar nisso sinto um medo profundo. Não quero jamais chorar sua ausência definitiva. Isso não é natural. Natural é que os mais velhos se despeçam da vida por primeiro e os jovens trilhem seguros seus caminhos. Mas a vida é feita de surpresas. Nunca sabemos quando será o derradeiro encontro. Cada momento nos remete ao último instante. Ah, se compreendêssemos isso! A vida seria diferente...

Às vezes, sou muito reservado em meus sentimentos. Nunca disse tais coisas a minha irmã. Nunca disse o quanto a admiro e o quanto vejo nela alguém melhor do que eu. Alguém que me inspira. Uma razão para permanecer... sempre que não consigo falar, ponho-me a escrever: assim a fugacidade das palavras faladas se eternificam no papel. Sempre me pergunto: que seria de mim sem minha irmã? A única resposta que consigo encontrar é que seria apenas aquele garotinho loirinho que entrou no quarto dos pais... seria mais solidão.

Texto que meu irmão Sergio Gleiston escreveu pra mim e que foi revelado ontem na aula sobre os nossos valores...
disponivel no blog dele:  http://sergiogleiston.blogspot.com/
Obrigada meu irmão por tudo o que vc representa pra mim...

Com carinho,
Dely Nicolete

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Meus valores...


Daqui a pouco tenho uma apresentação em uma aula na faculdade. Estamos encerrando uma cadeira e nosso professor nós deu a dica de falarmos sobre nós, mas não sobre coisas bobas como nome e profissão. Nos deu a dica de falarmos sobre quem realmente somos.


Por isso, daqui a pouco, quando entrar naquela sala falarei dos valores que me movimentam.


Pensei por longas horas até decidir quais seriam os valores que falaria.


Quem me conhece a muitos anos sabe que não sou tão fácil assim de abrir os meus sentimentos, ainda mais quando estou na frente de outras pessoas. Sou de certo modo dura na queda para falar de mim, de coisas profundas sobre mim. Por isso tive que pensar muito.
E realmente pensei muito...
E descobri que os meus valores são impalpáveis...


Que meu maior valor é os SENTIMENTOS.


Sempre tive sentimentos fortes, vibrantes.
Nunca consegui amar apenas um pouco, sorrir somente para agradar, chorar sem emoção.
Sempre vibrei com pequenas coisas, por achá-las realmente importantes.
Nunca gostei de fingir ser o que não sou, ou fingir ter o que não tenho.


Sentimentos são meus maiores valores por que sem eles não consigo me mover.
Por que sem eles não seria eu...
Tenho momentos racionais (ora por Deus, nem sempre sou manteiga derretida), principalmente quando se refere ao meu profissional e ao meu estudantil ou ainda coisas que eu realmente levo a sério.


Mas até mesmo nesses momento, sou sentimento.


O trabalho me move... por ser combustível para minha alma.
Ele faz as coisas terem valores, valores do SACRIFÍCIO (sentimento).
Tudo o que conquistei em minha vida foi com sacrifício, fosse ele meu ou de minha mãe e irmão.


Meus estudos me fortalecem, me dão sentido, razão.
Na verdade meus estudos me mostram o quanto sou capaz.
Me mostraram que posso me superar.
Me dá ORGULHO (sentimento).


Minha família é meu bem maior.
Um grande valor que levarei pra onde eu for sempre.
Por eles tenho AMOR (sentimento).
Por eles tenho ADMIRAÇÃO (sentimento).
Por eles sou capaz de tudo e mais um pouco, me SUPERO (sentimento) sem o menor problema.


Tenho orgulho de ter sido criada por minha mãe e meu irmão.
Tenho GRATIDÃO (sentimento) por eles terem sido meus guias.
Tenho a SEGURANÇA (sentimento) de que sempre os terei comigo, menos quando chegarmos a nos separarmos fisicamente.
Foram eles que me ensinaram o valor dos meus sentimentos, me ensinaram a DIGNIDADE (sentimento) e principalmente me fizeram entender que as melhores coisas da vida não possuem valor monetário.


E a AMIZADE (sentimento)
Demoro uma eternidade para dizer a um amigo que ele é meu amigo.
Mas quando digo...
Tenho poucos amigos, mas amigos verdadeiros, irmãos de coração.
Mas o pouco que tenho, são especiais
São alimentos de minha alma
Oxigénio de meu ser.
Meus amigos sabem que podem contar comigo, que tenho SOLIDARIEDADE (sentimento) para com eles, que CARINHO (sentimento) é algo que demostro com gestos e não com palavras.
Que não é preciso dizer "gosto de você" para tê-los comigo.
Como diria um amigo meu: os melhores amigos de um pessoa não precisam serem avisados formalmente que são seus melhores amigos, eles simplesmente sabem disso.


Amizade, amor, felicidade perseverança, fé
Fazem parte de mim...
Por isso meus valores são muitos porém dito em uma simples palavra
SENTIMENTOS...


Com carinho,
Dely Nicolete

terça-feira, 19 de outubro de 2010

NORMAS PARA MONOGRAFIAS, TESES E DISSERTAÇÕES

NORMAS PARA MONOGRAFIAS,
TESES E DISSERTAÇÕES



Trabalho Monográfico Acadêmico desenvolvido como parte da avaliação da disciplina de Informática Aplicada do Curso de Processos Gerenciais da Faculdade Tecnológica Darcy Ribeiro.

Prof. Gesiel Rios.

1. INTRODUÇÃO.

Trabalhos acadêmicos como monografias, dissertações e teses, devem seguir normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que padroniza a forma que estes trabalhos devem ser apresentados.
O trabalho a seguir, desenvolverá como deve ser feita uma tese de mestrado, uma monografia de conclusão de curso e uma dissertação. Mostrará a formatação de cada item e como será a estrutura do trabalho acadêmico.

NORMAS PARA MONOGRAFIAS, TESES E DISSERTAÇÕES

2. FORMATAÇÃO DE UM TRABALHO ACADÊMICO.

2.1 Formato.

Todo o trabalho deverá ser impresso em folha branca de A4. Com impressão no anverso. Somente a página de rosto, deverá ter seu verso impresso com a ficha de catalografia.

2.2 Fonte.

Todo o trabalho deverá ter a fonte Times New Roman ou Arial. No caso da capa o tamanho da fonte vai para 16. O restante do texto deverá ser ou 12 ou 14.
Notas de rodapé e citações longas deverão ter tamanho de fonte 10
Cor da fonte deve ser a cor preta. Aceitável ainda as cores cinza, amarela, verde, azul em especial quando se faz uma tabela, quadro ou moldura de gráficos. Caso não tenha nenhum desses artifícios, seu texto deverá ser de cor preta.

2.3 Margens.

Tanto as margens da capa como do corpo do trabalho deverão ter a mesma margens.
- superior: 3,0 cm
- inferior: 2,0 cm
- esquerda: 3,0 cm
- direita: 2,0 cm

2.4 Alinhamento.

O alinhamento de todo o trabalho deverá ser o justificado na margem direita.

2.5 Espacejamento.

Todo corpo deverá ser digitado com 1,5cm ou 2,0cm de entrelinhas. Porém nas citações longas, notas, referências e resumos deverão ser digitados em espaço simples.
Títulos das seções, ou capítulos, devem ser separados do texto que os sucedem por uma entrelinha dupla ou dois espaços simples. Como também em caso de referências, está devem ser separadas por dois espaços simples.

2.6 Caracteres.

O titulo deverá ser em letras maiúsculas seqüenciadas e com destaque em negrito. Os subtítulos das seções ou capítulos deverão constar com a primeira letra maiúscula e as seguintes minúsculas, com destaque em negrito.

2.7 Indicativos de seção ou capítulos e sub-capitulos.

Devem ser alinhados á esquerda, enumerados em ordem crescente e no caso dos subtítulos ou sub-capitulos deverão preceder a numeração do titulo e logo em seguida a sua própria numeração.
Devem não ter numeração, lista de figuras e tabelas, listas de siglas e abreviações, sumários, resumo, apêndice, anexos, folha de aprovação e dedicatórias e agradecimentos. Nesses casos o titulo deverá ser centralizado.

2.8 Paginação.

A paginação tem início a partir da página de rosto. As folhas antes da introdução são contadas, mas não enumeradas, podendo utilizar um enumeração romana (I, II...). Portanto, a enumeração com algarismos arábicos (1, 2...) devem  vim a partir da primeira página da introdução. Deverá ficar no canto superior direito da página, a 2 cm da borda superior. E mantém um padrão continuou. 

2.9 Encadernamento.

Poderá ser feito com capa simples e garra em espiral, mas em geral é usada a lombada e capa dura.