domingo, 23 de outubro de 2011

E por fim, tivemos duas medalhas por antecipação...


As tais medalhas por antecipação viera para salvar a pátria nesse oitavo dia de provas no Pan de Guadalajara.

A vela é um dos esporte com tradição olímpica para o Brasil, junto com a natação, o tênis de mesa, a ginástica artística, são os que mais faturam medalhas.

Nesse sábado aconteceu algo que provou tamanha tradição desse esporte no Brasil. Foram conquistados, por antecipação, duas medalhas de ouro (nossa 57 e 58 medalha) para completar o quadro de medalhas brasileiro.

As vitórias de Matheus Dellagnello e Patrícia Freitas, nas categorias SUNFISH e RS-X, respectivamente, surpreenderam os rivais, uma vez que as provas finais da vela, só serão realizadas no domingo (23), onde os dois são cumprirão tabela.

A vantagem de Dellagmell é tanta que o atleta apenas administrou a situação, fazendo o mínimo necessário para comemorar a medalha dourada.

Isso mesmo, meus amigos leitores.

Agora são 20 medalhas de ouro, 16 de prata e 22 de bronze. Totalizando 58 medalhas.

E poderá vim muito mais...

E o tênis brasileiro nesse Pan.

Todos sabem que sou fã de tênis e que fiquei um tanto decepcionada por não ver Thomaz Bellucci disputando o Pan de Guadalajara. Mas também tenho que admitir que ao ver que Ricardo Mello e Rogério Dutra tinham sido convocados, minha decepção passou a ser esperança.

Tive a esperança de vim o tri e poder grita que o tênis brasileiro vence o Pan de 2011.

Mas o que vi durante essa semana de pan foi uma coisa impressionante. Primeiro o tênis feminino não conseguiu praticamente nada. Desculpem meninas, mas a verdade tem que ser dita, se esperava muita mais.

Salvo a dupla mista que conquistou o Bronze com o Rogerinho e a Ana Clara. Conquistado na madrugada de sábado para o Brasil, após muita confusão da arbitragem. Essa seria a medalha número 50 no nosso quadro de medalhas.

Mas a verdade é que o tênis feminino precisa ser olhado com mais carinho. Temos excelentes atletas, mas não conseguimos conquistas as glorias que merecemos. O porque disso eu, honestamente, não tenho a menor idéia. O que sei, é que falta de talento e de determinação não é.

Espero que nas Olimpíadas de Londres e no próximo Pan as coisas mudem nesse sentido.

Mas o que vim mesmo falar, foi do tênis masculino.

Ricardo Mello me surpreendeu na vitoria contra Nicolas Massú. Cheguei a acreditar numa final brasileira, porque não? Mas, houve uma baita atrapalhada, segundo Ricardinho Mello, e isso desconcentrou-o para o jogo seguinte, onde ele foi eliminado.

Restava ainda o Rogerinho Dutra.


Confesso que não consegui assistir o jogo dessa final, mas os outros jogos dei uma leve espiadinha e gostei muito do que vi.

Queria muito que ele tivesse ganhou o seu jogo hoje e pudéssemos comemorar o tri do Pan a base de muito grito e de muita alegria. Mas infelizmente não veio a medalha de ouro. E sim uma de Prata.

Isso foi ruim?

Honestamente, não. 

Lógico que como brasileira e torcedora, eu queria mais. Mas vi um tenista concentrado, disputando batalhas muitas vezes longas e cansativas, ainda mais com o calor que anda fazendo em Guadalajara.

Vi um tenista lutando para conquista essa medalha.

Ela não veio... fazer o que.

O que fica é a sensação de que podemos melhorar. Podemos começar a levar a sério o tênis no país; investir no esporte; apresentá-lo as nossas crianças e confiar que dias melhores surgirão.

Somos bons no tênis. 

Isso ninguém pode duvidar. 

Mas podemos ser melhor. 

E eu acredita que esse dia fechara.

Parabéns Rogerinho!

Parabéns por essa medalha prateada e pela bela campanha.

A luta livre feminina teve medalhas brasileiras

Ainda teve mais...

Depois de mais uma mancada da organização do Pan de Guadalajara, lutadora Joice Silva teve apenas seis horas para se recuperar e fechou o dia com mais um medalha de bronze da categoria de até 55 kg da luta livre nos Jogos Pan – americanos de Guadalajara.

Na luta de estréia, o cronometrista confundiu as regras da luta livre com as da Greco – romana e, em vez de parar o combate no fim do primeiro round (que estava empatado), deixou o tempo correr até o golden score.

Os árbitros aceitaram o protesto brasileiro e Joice voltou a lutar, mas acabou perdendo por 2x1 para a americana Helen Maroulis.

A brasileira foi para repescagem e disputou o bronze. Derrotou a venezuelana e ganhou vaga no pódio de Guadalajara.

A luta livre ainda deu mais alegrias ao Brasil.

Aline Ferreira ganhou a prata inédita na luta livre feminina. Joice Silva igualou o feito de Rosangela Conceição no Pan do Rio – 2007, com o bronze. Mas foi Aline que se recuperou de seus problemas de saúde e agarrou com toda força as chance de disputar o seu primeiro Pan, em Guadalajara.

Aline que passou os últimos meses em tratamento para hipertireodismo, chegou a perder oito quilos e sofreu muito para se manter em sua categoria (até 72kg). Se agarrou na chance que lhe apareceu, disputou seu primeiro Pan e com quatro dias depois do seu aniversario de 25 anos e fechou com chave de prata sua recuperação.


A luta livre nos deu então as medalhas de número 54 e 55, já contabilizadas nos nosso quadro de medalhas.

E teve mais... agora no tênis masculino...

E o vôlei masculino de praia?



Alison e Emanuel foram uma verdadeira surpresa nessa Pan, pois todo mundo estava acostumados a ver essa dupla brilhar, entrar em quadra e ser sinônimo de  vitória, mas na caminhada até a final de hoje houve uma queda, que ligou o pisca alerta e nos fez lembrar que até os invencíveis possuem um dia ruim.

A derrota foi para uma dupla cubana na fase classificatória. Depois dela, os dois entraram em quadra com mais concentração do que antes e foram deixando adversários pelo caminho até chegar na final desse sábado.

Brasil x Venezuela

Os dois mostraram por que são a melhor dupla de vôlei de praia do mundo e como as meninas ontem, conquistaram o Ouro para o Brasil

Com essa medalha, chegamos a contabilizar nossa 53º medalha e veio muito mais...

sábado, 22 de outubro de 2011

A vez foi do wakeboard no Pan de Guadalajara

Marcelo Marques Giardi - o Marreco


A vez foi do wakeboard no Pan de Guadalajara e o Brasil conquista medalha nessa modalidade também.

No último Pan (no Rio), o brasileiro Marcelo Marques Giardi, o Marreco conquistou o Ouro. 

Infelizmente dessa vez, o ouro não veio, o que veio foi um bronze ao somar 65,90 pontos na competição.

O Brasil ainda pode conquista mais duas medalhas no esqui aquático em Guadalajara, pois Juliana Negrão e Felipe Neves disputam as finais slalon de suas respectivas categorias. 

Agora é torce para que venham mais medalhas.

Lembrando que essa foi a 52º medalha do Brasil.

Segunda medalha desse sábado (22) no Pan

Eita que com uma semana de Pan o Brasil simplesmente está arrebentando, já ultrapassamos a marca de 50 medalhas contabilizadas no quadro de medalha.

Ontem terminamos o dia de Pan com 49 medalhas e hoje, saiu e muitas medalhas.

Prontos para contabilizar tudo comigo?

Vamos começar com a maratona aquática, que tal?

O Brasil conquista com Poliana Okimota a sua 51º medalha nesse Pan de Guadalajara. Porém mais uma vez a organização do Pan deixa a desejar. Não bastasse a confusão com o Leonardo de Deus e o patrocínio da sua toca e, a partida de Ricardo Mello ter sido antecipada sem nenhum anúncio ao tenista. Agora aconteceu erro no anúncio da atleta que havia finalizado a competição aquática no segundo lugar.

O anúncio oficial do Pan, disse que Ana Marcela Cunha havia conquistado a prata, mas quem havia conquistado na verdade, foi a também brasileira Poliana Okimoto.

Ainda surgiu mais problemas na tal prova. O chip de tempo de cada atleta deu defeito e o resultado oficial demorou quase uma hora para ser confirmado.

Mas tudo foi resolvido e o Brasil contabilizou mais uma medalha de Prata com sua coleção com a Poliana Okimoto.
Poliana Okimoto - Prata na maratona aquática


Infelizmente na maratona masculina, o calor estava escaldante e o Brasil ficou fora do pódio.

E teve muito mais...

E a natação brilhou ainda mais... fechou com chave de ouro....

E a natação...
Que espetáculo foi a competição de nado sincronizado por equipes hoje.
Muito bonito mesmo...

As meninas entraram na competição com movimentos robotizados na disputa da rotina livre por equipes do nado sincronizado e com uma série recheada de criatividade, a coreográfica agradou, tanto que garantiu ao Brasil mais uma medalha de bronze para a coleção brasileira.
Com essa medalha, contabilizamos 45º medalhas.
Por favor, não percam as contas, viu?
Ainda teve mais natação, dessa vez com Thiago Pereira, o mister Pan.

Nessa prova a coisa ficou muito boa para o Thiago Pereira, pois ele acaba de se torna o maior brasileiro dos Pans, ou melhor, se tornou o brasileiro que mais vezes venceu na historia dos Pans.
Ele simplesmente ignorou a altitude e venceu a prova de 200m costa com o seu melhor tempo no ano 1m57s19 e trouxe mais um ouro na bagagem.
São no total 11 ouros em Jogos Pan – Americanos e não existe mais nenhum outro brasileiro que possa dizer o mesmo e cá para nós vai demorar para esse recorde ser batido viu?
Parabéns ao Thiago Pereira e contabiliza ai a medalha de numero 46 para o quadro de medalhas brasileiro.
E teve mais...
As meninas da equipe feminina de natação também disputam prova nesse ultimo dia de competições dessa modalidade e foi no revezamento 4x100 medley que a medalha veio. Não foi o ouro tão esperado, mas veio uma bela medalha de bronze para aumentar a conta, com agora 47 medalhas.

Teve mais meninas na natação trazendo medalhas. Foi a vez da gaucha Graciele Hermann nos presentear com a prata nos 50m livre.

Como diria os narradores da Record a Graciele com o sorriso de diamante, trouxe uma prata para casa. A referencia ao sorriso diamante acontece por que Graciele tem nos dentes diamantes.
E para fechar com chave de ouro as competições de  natação, teve Cesar Cielo fechando o revezamento 4x100 medley.
Infelizmente Thiago Pereira não entrou na água para disputar essa final, porém como havia disputado hoje mais cedo a eliminatória que classificou o Brasil para essa final, Thiago receberia a medalha que a equipe ganhasse nessa prova.

A equipe do revezamento foi Guilerme Guido (substituiu o Thiago Pereira no nado costas), depois veio Felipe França (nado peito), Gabriel Mangabeira (nado borboleta) entregou a prova para Cesar Cielo já em primeiro e Cielo só completou a vantagem brasileira.
Ou seja, ganhamos mais um ouro para finalizar muito bem essa participação da equipe brasileira no Pan de Guadalajara.
É bom lembrar que o Thiago Pereira ganhou essa medalha também, ou seja, ele agora tem 12 medalhas de ouro. Belo recorde esse!
Com essa medalha o Brasil contabiliza a sua  49 medalhas no quadro de medalhas brasileira.
Agora são: 17 medalhas de ouro, 13 pratas e 19 bronze = 49 medalhas.
E amanhã pode vim mais principalmente por ter a final masculina de vôlei de praia.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Medalha no tiro esportivo - Bruno Heck


Ai teve mais medalhas...
Que tal mais uma medalha no tiro esportivo?
Aconteceu sim e não foi o Julio Almeida não.
Dessa vez foi Bruno Heck que conquistou o bronze no tiro com carabina de ar 50m.
Foi por muito pouco que esse bronze não se tornou uma prata.
Heck fez 1245 pontos na prova que envolve tiros em três posições: em pé, deitado e ajoelhado. 
Por tanto, foi das mãos de Bruno Heck que veio a 44º medalha brasileira do Pan

Vôlei feminino emociona e muito

Boa noite meus amigos leitores,
Peço mil desculpas por não ter vindo antes falar com vocês, mas como tinha prova na faculdade e faculdade é coisa séria, eu estava estudando e não tinha ainda encontrado tempo para vim aqui contar todas as novidades do Pan de Guadalajara para vocês que me acompanham.
Para começar as novidades, que tal falarmos da ultima medalha conquistada ontem a noite, na verdade, hoje de madrugada.
Que jogão aquele viu?
Brasil x Cuba no vôlei feminino. É sempre garantia de belíssimos pontos, de muita luta e provocação também.
No ultimo Pan,  aqui no Brasil,  as cubanas nos “roubaram” o direito de grita “é ouro!”. Mas dessa vez, entramos com tudo na quadra e conquistamos depois de 5 sets de disputa nossa medalha de ouro, que não saia há doze anos.


Foi emocionante ver a vibração das meninas. Emocionante ver a homenagem que a Fabi fez a Jaqueline (que logo vai tá de volta, se Deus quiser). Foi emocionante ver o Brasil no lugar mais alto do pódio.
E se no futebol, ganhar em cima da Argentina é mais gostoso. No vôlei feminino, ganhar em cima das cubanas é delicioso. Ainda mais quando essa se torna a nossa 42º medalha.
Parabéns meninas...
Mas ainda teve mais vôlei feminino... só que de praia.
Juliana e Larissa conquistaram a medalha de ouro da modalidade e em cima de nada mais, nada menos do que as donas da casa.
Juliana e Larissa - Ouro no vôlei de praia.

O jogo foi espetacular... mas confesso que espetacular mesmo foi contabilizar mais uma medalha para coleção brasileira desse pan.
Conta ai comigo, 43º medalha.
E teve mais.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Mais medalhas da natação...

E a natação...
Cesar Cielo entraria na piscina na prova de 50m livre e junto com ele entrava Bruno Fratus e essa prova prometia. Quem sabe uma dobradinha brasileira? Quem sabe mais um ouro para o Brasil? Quem sabe?


Cesar Cielo é sinônimo de medalha. É considerado o nadador mais rápido do planeta e não poderia ter outro resultado.
E com 21s58, Cielo voou, ou melhor, nadou com tudo. Quebrou seu próprio recorde pan – americano e conquistou mais uma medalha de ouro para sua coleção.
Para completar a festa, Bruno Fratus, vestindo a bermuda de Cielo, conquistou a PRATA e fez a bela dobradinha no pódio.
Bruno utilizou a bermuda de Cielo por ter rasgado momentos antes a sua. Esse fato aconteceu também no Mundial de Xangai e teve o mesmo efeito. Há quem diga que a tal bermuda deu sorte em ambas as situações. Se isso for verdade, convenhamos que dentro em breve, vários nadadores vão querer utilizar as bermudas de Cielo.
A verdade é que foi maravilhoso ver os dois nadadores brasileiros no pódio, conquistando as medalhas 40 e 41 do Brasil.
Agora temos, 13 medalhas de ouro, 12 de prata e 16 de bronze, um total de 41 medalhas.
P.S: Podemos ter ainda uma medalha de ouro no vôlei feminino que é disputado nesse exato momento.