sábado, 15 de dezembro de 2012

Gracias por pensar en mi - Ricky Martin


Hoy mi tristeza no es pasajera
Traigo fiebre de la verdadera
Y cuando llegue la noche
Cada estrella parecerá una lágrima
No me digas nada
Quisiera ser como todos
Pasar feliz por la vida
O fingir que estoy siempre bien
Ver el color de cosas con humor
No me digas nada
Que lo malo siempre pasa
El futuro será bueno
Todo pasa
Cuando todo está perdido
Siempre queda una salida
Cuando todo está perdido
Siempre brilla una luz
Cuando todo está perdido
Siempre queda una salida
Cuando todo está perdido
Siempre brilla una luz
Mañana es otro día mejor
Pero hoy, por qué me siento así
Baja del cielo un ángel triste cerca de mí
Y esta fiebre que no cesa
Y mi sonrisa se seca
Cuando todo está perdido
Siempre queda una salida
Cuando todo está perdido
Siempre brilla una luz
Cuando todo está perdido
Siempre queda una salida
Cuando todo está perdido
Siempre brilla una luz
No me digas nada
Mírame en silencio
Y muchas gracias por pensar en mí

Obrigado por pensar em mim - Ricky Martin


Obrigado Por Pensar Em Mim
Hoje a minha tristeza não é passageira
Trago febre daquelas de verdade
E quando a noite chegar
Cada estrela parecerá uma lágrima

Não me diga nada

Queria ser como os outros
Passar feliz pela vida
Ou fingir que estou sempre bem
Ver a cor das coisas com humor

Não me diga nada

Que o mal sempre passa
O futuro será bom
Tudo passa

Quando tudo está perdido
Sempre resta uma saída
Quando tudo está perdido
Sempre brilha uma luz

Quando tudo está perdido
Sempre resta uma saída
Quando tudo está perdido
Sempre brilha uma luz

Amanhã é outro dia melhor
Porém hoje, por que me sinto assim?
Desce do céu um anjo triste perto de mim
E esta febre que não cessa
E meu sorriso se seca

Quando tudo está perdido
Sempre resta uma saída
Quando tudo está perdido
Sempre brilha uma luz

Quando tudo está perdido
Sempre resta uma saída
Quando tudo está perdido
Sempre brilha uma luz

Não me diga nada

Me olhe em silêncio
E muito obrigado por pensar em mim

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O som da sua voz - Skank



Não me deixe na chuva não
Não me tire do coração
Não me diga que vai sem mim
Já conheço esse teu olhar
Uma luz a se afastar
A quilômetros daqui
Não me deixe na noite não
Na travessa da desolação
Não me diga que quer assim
Porque ali não há calor
Não há luz nem há razão
E não há o teu riso
Tudo está tão certo, não está?
Vem aqui mais perto, vem mostrar
Vem dizer aonde vai seu olhar
Quando a noite estender seu manto sobre nós
Meu abrigo então será o som da sua voz

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Palavras - Titãs



Palavras não são más 
Palavras não são quentes 
Palavras são iguais 
Sendo diferentes 
Palavras não são frias 
Palavras não são boas 
Os números pra os dias 
E os nomes pra as pessoas 
Palavra eu preciso 
Preciso com urgência 
Palavras que se usem 
em caso de emergência 
Dizer o que se sente 
Cumprir uma sentença 
Palavras que se diz 
Se diz e não se pensa 
Palavras não têm cor 
Palavras não têm culpa 
Palavras de amor 
Pra pedir desculpas 
Palavras doentias 
Páginas rasgadas 
Palavras não se curam 
Certas ou erradas 
Palavras são sombras 
As sombras viram jogos 
Palavras pra brincar 
Brinquedos quebram logo 
Palavras pra esquecer 
Versos que repito 
Palavras pra dizer 
De novo o que foi dito 
Todas as folhas em branco 
Todos os livros fechados 
Tudo com todas as letras 
Nada de novo debaixo do sol

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Tentando aprender a fazer kibanitsa

 Era apenas um domingo comum.
Era se não fosse o fato de que pela primeira vez eu e Iêda iríamos aprender a fazer uma comida cigana que eu e ela adoramos.
Kibanitsa!!!
Até de falar da água na boca...
Desde pequena via a minha mãe fazer esse delicioso prato cigano, mas nunca antes tinha pedido que ela me ensinasse e como em geral, ela só fazia kibanitsa em festas de família, não era um bom momento para ensinar.
Admito que meu maior medo era de estragar a massa. Por isso assistia ela fazendo e tentando aprender sem pedir por seu ensinamento.
Um belo dia apresentei kibanitsa para Iêda, que logo se apaixonou por ela.
Quando foi sábado passado, recebo uma ligação da Iêda dizendo que estava louca para comer uma kibanitsa e perguntou se a mãe não ensinaria a gente fazer. Confesso que nunca pensei em pedir – talvez faltasse coragem para isso, pois temia que a minha kibanitsa não fosse tão gostosa como a da mãe.
Perguntei se poderia nos ensinar e ela de prontidão disse que sim.
Levantei cedo no domingo e fui com ela comprar os ingredientes. Almoçamos e começamos a brincadeira. Uma rindo da outra quando fazia algo errado, ou quando dizia que tava com medo de pôr a mão na massa e estragar.
Até que ficou uma massa bonita, cheirosa e bem gostosa. Se ficou igualmente deliciosa como a dá mãe eu não faço ideia. Mas o que sei é que eu gostei da experiência e gostei de ver fotos para publicá-las aqui no blog.
Daqui a uns quinze dias vamos ter mais uma tentativa de fazer kibanitsa e mais fotos para mostrar.
Oh como ficou linda a massa.
Beijo pessoal











Aonde quer que eu vá - Paralamas do Sucesso



Olhos fechados
Pra te encontrar
Não estou ao seu lado
Mas posso sonhar
E aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
E aonde quer que eu vá
E aonde quer que eu vá
Não sei bem certo
Se é só ilusão
Se é você já perto
Se a intuição
E aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
E aonde quer que eu vá
E aonde quer que eu vá
Longe daqui
Longe de tudo
Meus sonhos vão
Te buscar
Volta pra mim
Vem pro meu mundo
Eu sempre vou
Te esperar
Não sei bem certo
Se é só ilusão
Se é você já perto
Se a intuição
E aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
E aonde quer que eu vá
E aonde quer que eu vá
E aonde quer que eu vá...

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Fotos do Aniversário da minha mãe


Eu sei que estou devendo muitas coisas para o Blog Dely Nicolete, Aos poucos vou colocando as coisas aqui para vocês. Hoje começo a pôr a casa em ordem, digamos assim.
As primeiras fotos que traga são do aniversário de 55 anos de minha mãe.
Minha doce senhora completou no dia 19 de Novembro de 2012 suas 55 primaveras. Admito que gostaria de ter feito um putz festão, mas ela não tava muito afim não, mesmo por que dias antes tínhamos dado a festa de noivado do meu irmão Sérgio e minha cunhada Andrea e duas festas com apenas um dia de distancia minha velha não aguentava não.
Mas ainda sim, teimando o que ela pediu fizemos uma pequena comemoraçãozinha. Um bolinho discreto, com a família mesmo, muita risa com o novo brinquedo da casa e sem duvida nenhuma muitos votos de felicidades para ela.
Minha mãe é uma mulher guerreira, atrevida com a vida, não tem medo de começar de novo quantas vezes for preciso, dona de um profissionalismo invejável e de um sorriso maravilhoso.
Dei meus parabéns no dia do aniversário. Dei meu presente nesse dia também mas não poderia deixar de postar aqui para vocês as fotos dessa festinha caseira.







O vento - Jota Quest



Voe por todo mar e volte aqui
Voe por todo mar e volte aqui
Pro meu peito...
Se você for, vou te esperar
Com o pensamento que só fica em você
Aquele dia, um algo mais
Algo que eu não poderia prever
Você passou perto de mim
Sem que eu pudesse entender
Levou os meus sentidos todos pra você
Mudou a minha vida e mais
Pedi ao vento pra trazer você aqui
Morando nos meus sonhos e na minha memória
Pedi ao vento pra trazer você pra mim
Vento traz você de novo
O Vento faz do meu mundo um novo
E voe por todo o mar e volte aqui
E voe por todo o mar e volte aqui
Pro meu peito..

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Platônico...


Queria entender o que se passa comigo... nunca antes tinha me sentido assim. Parece que algo aqui dentro de mim se quebrou e deixou que esse sentimento saísse de onde quer que ele estivesses.

É estranho!

Meus olhos brilham ao encontrar os teus... as pernas estremece ao sentir tua presença... o coração dispara ao ouvir o simples som de tua voz...

Eu sei, tem algo errado comigo. Sempre me orgulhei de ser racional, de não permitir sentir tais sentimentos e  agora aqui estou... feito uma boba a ti olhar, clamando a Deus que você me olhe, ou retribua me sentimento.

Eu que nunca me contentei com migalhas, hoje suplico por apenas um “olá” vindo de você. Eu que nunca pensei em te desejar, hoje não consigo passar um segundo si quer sem te imaginar do meu lado.

Loucura talvez! Ou simplesmente descobri o que o amor pode fazer?

Sou tão pequena diante do teu brilho divino. Olho com a curiosidade de uma apaixonada para cada gesto teu, para cada atitude sua. Decoro cada movimento e tento decifrar a todo instante o que o teu olhar que me dizer, imaginando tão ingênua, que seja mil juras de amor somente para mim.

Como isso foi me acontecer?

Eu que sempre ti vi como um bom amigo, um grande amigo. Alguém que me inspirava ser um ser humano melhor; que inúmeras vezes me fez querer ser tão grande como você é. Quis tua inteligência, teu profissionalismo, teu bom senso. Ou pelo menos ter em mim algo pelo qual pudesse me orgulhar.

Eu que te via como um exemplo a ser seguido, hoje descubro que de tanto te admirar, me apaixonei.

Será que sou digna de tal paixão?

Tudo parece tão diferente. Antes me aproximava de ti, falava sem medo de parece boba, te olhava sem receio de corar. Agora sinto frio na barriga, pernas bambas e sofro com a ideia de ser rejeitada.

Hoje falo pouco... tenho receio de te olhar nos olhos e acaba me entregando, deles revelarem o que estou sentido.

O que faço agora? Fujo... e corro o risco de perder o amigo?

Ou fico aqui sentada te olhando, vivendo essa paixão platônica, mas segura?

O que fazer?

sábado, 3 de novembro de 2012

Gonzaga - de Pai pra Filho



Olá pessoal,
Tudo bom? Como foi o feriadão de vocês? Sei que para muito deve ter sido muito triste por conta da saudade, mas hoje é outro dia e é dia de renovar as forças e que tal um cineminha para terminar, ou começar, a semaninha?
A dica de hoje são duas: Gonzaga – de Pai para Filho e 007 Operação Skyfall. As duas opções que estou dando eu assisti uma semana passada e a outra hoje e relativamente eu adorei. São tipos de filmes completamente diferentes um do outro e tem suas surpresas.


Vamos começar com a do Gonzagão que assisti hoje nos cinemas e simplesmente me encantei com a história de vida desse Rei do Baião e de seu filho Gonzaguinha. Primeiro de tudo, quem assistiu o filme “Os dois filhos de Francisco” e gosto do que seu diretor – Breno Silveira – fez, irá se encantar com “Gonzaga – de Pai para Filho”. Uma história baseada em fatos reais, cheia de emoção, muitas risadas e regada com boa música. Dá vontade de cantar e dançar dentro do cinema.
Eu simplesmente adorei... simplesmente mesmo. Deixo claro, que não nasci na época da explosão do Luis Gonzaga, nem tão pouco sou fã de baião. Lógico que como qualquer nordestino e como qualquer brasileiro, conheço algumas músicas dele, como “Asa Branca”, que foi uma das primeiras músicas que aprendi a tocar no teclado, quando tinha aulas com o professor Júnior, um amigo do meu pai. Já Gonzaguinha pouco conheço, talvez uma ou duas músicas e olhe lá – pode dizer, que falta de cultura essa sua criatura, mas lembre-se, por favor, nesse período eu era criança ainda e não tinha muita noção do que letras como as de Gonzaguinha significava.
Mas o filme me encantou. Encantou por ter visto uma obra bem trabalhada, com cada ator reencarnado seus personagens. Era como se o tempo tivesse voltado naquela sala de cinema e eu presenciasse uma avalanche de emoções.
Land Viera, ator que interpreta Gonzaga mais novinho – adolescente melhor dizendo – deu um show de interpretação. Prendeu minha atenção ao ver que o mulato, pobre, ingênuo havia sido bem criado, mesmo com tanta pobreza que o sertão oferecia. Land Viera, Claudio Jaborandy (interpretando pai de Gonzaga, Seu Januário) e Cyria Coentro (mãe de Gonzaga) fizeram com que logo de inicio me encantasse com a história.
Daí para frente a emoção só foi apertando cada vez mais. De Land Viera vimos Gonzaga se transformar em Chambinho do Acordeon e dele para Adelio Lima de uma forma tão harmônica que poderia jura se tratar da mesmo pessoa.
Mas chega de falar só de Gonzaga. O filme mostra também a história com a visão de seu filho Gonzaguinha, que durante o filme inteiro lhe deixa na dúvida se é ou não filho de Gonzaga. Que o interpreta é Juilio Andrade, que dá um show de interpretação e de emoção. Pense em encontros tensos, com diálogos cheios de carinho e de revolta e uma verdadeira descoberta, um grande acerto de conta.
Cheguei a me colocar no lugar dele, de Gonzaguinha. Imagino a revolta que não se passava dentro dele por nunca antes ter tido a chance de conhecer o seu pai, de conhecer que era o real Luiz Gonzaga e não aquele que estampava capas de revistas e discos.
Admito que me emocionei com a forma que Gonzaguinha e Gonzaga acertam seus ponteiros, com o desenrolar da história e com a beleza do trabalho exposto tão brilhantemente por Breno. Aqueceu meu coração e de muita gente que estava naquela sala de cinema.
Diga-se de passagem, que estava lotada.
Fica a dica de um belo filme para assistir nesse domingo. Consulte os horários nos cinemas e aproveitem, pois é maravilhoso.