quinta-feira, 16 de junho de 2011

Novas fotos da faculdade

Agora só tem amanhã galerinha...

Regilane, Tarciano, Katana, Gomes e David Ricardo

Tarciano, Gomes, eu e Katana.

Katana, eu e Regilane.

Gomes e David Holanda.



Rogério, Gomes, Ribamar, David Holanda e Wanderson.

Wanderson e eu...

David Holanda, eu, Ribamar, Tarciano, Sarah

Turma reunida, nem parecia prova...

Turma reunida...

Gomes, Sérgio, Sheila e Regilane.
Eu, Gomes, Sheila e Regilane.


David Holanda, eu, Gomes, Regilane e professor Sócrates.

Fabiana, eu, Gomes e Regilane.

Regilane, Sérgio, Gomes e Fabiana.

Gleidson e sua pequenina calculadora.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Festa de despedida da faculdade... 2 dias apenas...

Olá galerinha,
tudo bom?

Eu bem que falei que esses ultimos dias de aula trariam muitas emoções.
A primeira delas foi a festa de despedida das cadeiras de Recursos Humanos e Processo Decisório dos professores Eveline e Paulo Henrique (PH).
Essa festinha foi inesquecivel... perfeita...

Tem fotos para todos.

PS: A minha maquina decidiu ter vontade própria e simplesmente bateu pouquissimas fotos.... quem tiver mais por favor manda pra mim que eu posto aqui no blog.

Beijos
Dely Nicolete

Tarciano, Regilane, eu e o Gleidson

4º semestre ou é 3º - não sei, sei que é a minha turma da faculdade





Gomes, eu, o Sérgio, o Gleidson, a Regilane e o Evilaudo - valeu pela foto Regilane!








Teve até o professor Socrates

Turma reunida.

Gleidson, Kamila e Sérgio - e mais um trabalho que tiramos 10.

Gomes...


Cristiano e Gomes

Cristiano e Gomes - lideres da nossa turma 3º e 4º semestre.

Professores Paulo Henrique e Eveline e, Denise e Roberta.

Os professores Larissa, Paulo Henrique (PH) e Eveline.

Regilane e Kamila - vai um pedacinho ai?

Gomes e professora Regina Jansen.

Regilane, Kamila e Juliana.

Regilane e eu - depois dizem que eu sou a cocolátra da turma!


Eu, professora Eveline e o Sérgio.

Professor Paulo Henrique (PH), Regilane, eu e o Sérgio.

Gomes, professor Paulo Henrique (PH), Regilane, eu e o Gleidson.

Professor Paulo Henrique (PH), Regilane, Sérgio, eu e o Gomes.

Gleidson e Jéssica Gomes

Eu, Sérgio, Jéssica e Regilane.





terça-feira, 14 de junho de 2011

Contagem regressiva... Três dias!


Olá galerinha,
nem acredito que dois anos passaram assim voando.
Está bem, tenho que admitir que em certos momentos o tempo parecia não conspirar tanto assim ao  meu favor, mas em resumo foi bem rápido.
Em três dias acabam as minha aulas da faculdade e vou poder gritar que estou formada em Processos Gerenciais...

Se preparem que esses últimos dias prometem e muito...

Com carinho,
Dely Nicolete

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Saudade eternas de meu avô Lulu...

Eu e meu avô Luís - meus 15 anos.

“ Um dia ainda vamos nos encontrar, sentaremos ao redor de um mesa farta e bem recheada de sentimentos. Um dia ainda vamos nos reencontrar e os sorriso voltaram a fazer parte da sinfonia universal. Um dia ainda vou te encontrar, nem que passem cem mil anos, ainda guardarei o seu olhar dentro de mim...”
Hoje o dia amanheceu tristonho, tudo parecia mais lento, mais doido de se viver. Acordei com uma dor no peito, uma vontade de chorar, uma sensação de um vazio dentro de mim. Era como se a dor de anos atrás nunca tivesse se acalmado em meu coração.
O dia andou tão devagar, tão arrastado. Ao falar com minha mãe ao telefone mais cedo, recordei-me que há seis anos estávamos todos a chorar a perda de um grande homem. Meu avô Luis (vovô Lulu – como eu o chamava) era um exemplo a ser seguido. Homem honesto, digno, com garra e um coração sem igual.
Sei que toda criança costuma diz que tem ou teve o melhor avô que alguém pode ter nesse mundo. Mas é verdade, meu avô foi o melhor de todos os avôs deste e dos outros mundos. Com ele eu aprendi que não se deve desistir – ele não desistiu, lutou até o ultimo suspiro – que todos podem errar, mas que deve ser feito o impossível para não cometer erros.
Aprendi o significado de família; as razões pelas quais laços de amor e amizade nunca devem ser quebrados. Aprendi a valorizar o passado, a nossa historia, a acreditar em mim.
Lembro como se fosse hoje, do dia em que recebi a ligação de minha tia, dizendo que meu querido padrinho não mais estava entre nós. Talvez a dor mais profunda que um ser humano possa sentir. A pior dor que eu senti em toda a minha curta vida.
Eu ali, segurando o telefone, deslizando vagarosamente pela parede, desabei no choro. Aos poucos vi meu mundo cai em milhares de pedaços espalhados pelo chão. Meu avô, era quem mantinha a família unida; era quem conseguia fazer com que a família fosse forte; a honra e o respeito sempre estiveram presente em seus olhos.
Foi ali, naquele curto momento, que vi minha vida mudar, que vi em minha frente cenas de tudo o que vivi com ele. Os momentos mais lindos de uma infância. Os momentos mais importante de minha adolescência.
As brincadeiras de criança; os teatrinho que eu, meu irmão e meus primos fazíamos na casa dele; das festa, as silavas e tantas outras inesquecíveis. Os meus quinze anos, nossa valsa juntos. Ele tão doentinho, ali do meu lado...

Eu, o Sérgio (meu irmão), minha avó Geni e meu avô Lulu (meus padrinhos) nos meus 15 anos.
Hoje, faz seis anos que pedir meu padrinho, meu avô.
Seis anos que de mim foi roubado a pessoa mais importante que já conheci em toda a minha vida; que tiraram de mim o prazer de ter alguém forte, confiável e verdadeiro em meu caminho.
 Talvez eu se ele ainda estivesse aqui, eu não seria essa pessoa que sou. Talvez, eu fosse melhor. Mais forte, mais corajosa, mais tudo... Mas ele não está aqui... demorei muito pra aceitar esse fato... e honestamente, talvez eu nunca aceite.
Ainda dói quando tento meio sem querer me lembrar dele. Dói me lembrar do seu sorriso, de sua voz e de todos os momentos marcantes que vivi ao seu lado e que não mais os terei. Dói aqui dentro por não mais ter seus conselhos ou por não mais ouvir suas broncas, nem mais ter o seu carinho.
Sinto saudade de ser a netinha querida; a afilhada amada. Saudade de ter alguém em quem eu podia confiar cegamente. Saudade de sabia que ele estaria ao meu lado sempre. Saudade da alegria que sua presença tinha em minha vida.
Não sei se é possível, mais gosto de acreditar que não se foi por inteiro. Que aqui dentro de mim, ainda tem um pedacinho dele, que nunca vai se apagar.
Saudade, em quanto houver saudade a luz de meu avô não se apagará dentro de mim.

Com carinho,
Dely Nicolete


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Aceitando pelo o que é

O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta: "Cachorrinhos a venda".
    Esse tipo de anúncio sempre atrai às crianças e logo um menininho apareceu na loja perguntando:


    -"Qual é o preço dos cachorrinhos?"
    O dono respondeu:
    - "Entre R$ 30,00 e R$ 50,00".
    O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:
    - "Só tenho R$ 2,37... posso vê-los?".

    O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu sua cadela correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás. O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.

    - "O que aconteceu com esse cachorrinho?", perguntou.

    O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou muito e exclamou:

    - "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!".

    E o homem respondeu:

    - "Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente".
    O menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:

    - "Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo".

    O homem respondeu:

    - "Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos".

    O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:

    - "Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda".

    O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas... sorriu e disse:

    - "Filho, só espero e oro para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você".

    Na vida não importa como és, mas importa que alguém te aprecie pelo que és, te aceite e te ame incondicionalmente.