quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A luz que acende o olhar

A luz que acende o olhar
Vem das estrelas no meu coração,
Vem de uma força que me fez assim,
Vem das palavras,
lembranças 
e flores regadas em mim.

O tempo pode mudar,
A chuva lava o que já passou,
Resta somente o que eu já vivi,
Resta somente o que ainda sou.

A luz que acende o olhar
Vem pelos cantos da imaginação,
Vem por caminhos que eu nunca passei
Como se a vida soubesse de sonhos que eu nunca sonhei.

Vem do infinito, 
da estrela cadente,
Do espelho da alma,
Dos filhos da gente,
De algum lugar
Só pra iluminar.

A força vem de onde eu venho,
De tudo que acende e a vida calada
Me olha, 
e entende o que eu sou,
Tudo o que é maior 
Vem do amor, 
vem do amor.

A luz que acende o olhar
Vem dos romances que viram poesia,
Vem quando quer, 
se quiser, 
se vier,
 
Vem pra acender 
e mostrar o amor que a gente não via.

Vem como um passe de pura magia,
Como se eu visse 
e jurasse que há tempo já te conhecia.
 
Vem do infinito, 
da estrela cadente,
do espelho da alma,
Dos filhos da gente,
de algum lugar só pra iluminar.
 
A força vem de onde eu venho,
De tudo que acende 
e a vida calada,
Me olha 
e entende o que eu sou,
 
Tudo que é maior,
vem da luz que acende o olhar,
 
Vem das histórias que me adormeciam,
Vem do que a gente não consegue ver,
Vem e me acalma, 
me traz e me leva pra perto de você...
E me leva, 
mais pra perto de você.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Voltando a ativa...

Olá galerinha,
tudo bom?
Quanto tempo não nos falamos. Peço desculpas, mas foi por motivo de forças maiores (falta de Internet mesmo)
É engraçado que só damos valor a net, ou ao cartão de crédito ou o celular quando estamos sem eles. Parece implicância banal, mas é pura verdade.
Esses últimos dias, descobri que posso viver sem Internet, mas que ela me faz uma falta danada.
Fazer o que, sou louca por esse trequinho que informa e desinforma a gente.

Mas a verdade é que desde que nós nos falamos pela a ultima vez, fiquei sem net e com o tempo curto demais para ir numa lan house.
O que importa é que aqui estou eu de volta ao meu blog e cheia de novidade para contar.
Aos poucos vou soltando as novidade e vou atualizando o blog.
Por enquanto só o que posso dizer é que esses dias foram cheios de novidades e coisas maravilhosas para contar a todos vocês.

Lembra que falávamos dos primeiros torneios do ano?
Do Aberto de São Paulo? Do ATP 250 de Chennai e o de Brisbane e Doha?
Pois bem, não assistir nenhum deles, pois a net aqui falhou e só voltou agora. Confesso que fiquei indignada.

Pois bem, o ano começou muito bem para o Brasil, com uma vitória muito importante de Bruno Sant´Anna, que conquistou o título de ITF de Casablanca no México.
Boa vitória para começar o ano!!!
Enquanto isso o Aberto de São Paulo sofreu com as chuvas e teve programação bem apertada, mas isso não tirou o brilho do torneio. Brilho que o duelo entre Ricardo Mello e Rafael Camilo fez aumentar ainda mais.
Tenho que parabenizar atrasadamente o Ricardo Mello pelo primeiro titulo do ano e desejar que venham muitos outros tanto dele como dos demais brazucas tênis a fora.
Como também tenho que parabenizar o Rafael Camilo pelo belo torneio que fez (pelo o que me contaram, foi maravilhoso mesmo). E não poderia esquecer do André Sá e Franco Ferreiro que conquistaram juntos o primeiro titulo de duplas do Brasil.
Cara que esse ano, as duplas brasileiras sejam maravilhosas e nos tragam muito, mais muito orgulho mesmo.

E o Marcos Daniel?
Gente o ano não começou tão bem assim para o Marquito. Os dois jogos que o Marquito fez em Chennai ele perdeu os dois, inclusive o da simples ele fez apenas 4 games na partida.
Mas o Marquito é assim, ele tem esses altos e baixos, quando menos esperamos ele tá arrebentando a boca do balão de novo.
Fica tranquilo Marcos que o ano só tá começando...

E os outros  torneios...
Brisbane o campeão foi.... Robin Sordeling. Ele venceu o confronto contra Andy Roddick. Duelo ferroz entre o sueco Sordeling e o americano Roddick
Doha o campeão foi Roger Federer que enfrentou o Nikolay Davydenko, num duelo suiço e russo de arrepiar.
Em Chennai o campeão foi Stanislas Wawrinka, suiço que venceu o belgo Xavier Malisse.

Esse ano os torneios prometem e muito...

Beijos
Dely Nicolete

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Torneios de tênis da semana...


Olá meus amigos,
Hoje trago um pouco do balanço esportivo para essa semana.
Na verdade, venho falar dos primeiros torneios de tênis da temporada e olha que tem muita coisa boa ai...

Aqui no Brasil temos o Aberto de São Paulo que começa hoje, dia 3, e vai até o dia 9 de Janeiro de 2011. Esse torneio é disputado em piso rápido e tem premiação de 100 mil dólares mais hospedagem.
Quem participa?
Bom, temos já na chave principal o Ricardo Mello, o Rogerinho Dutra, o Feijão (João Souza), Ricardo Hocevar, Thiago Lopez, Thiago Alves, Fernando Romboli, Caio Zampieri, Daniel Silva e Julio Silva.
Ainda temos brasileiros disputando o quali como: Franco Ferreira, Thiago Fernandes, Guilherme Clezar, Augusto Laranja, Marcelo Demoliner, Henrique Cunha e Rafael Camilo.
Ou seja, muitos brasileiros no torneio. E grandes chances de uma final brasileiríssima para começar bem o ano. Seria ótimo, não?

Temos também o ATP 250 de Chennai na Índia, que começou ontem de vai até o dia 9 de Janeiro. É disputado em quadra rápida também (afinal já se iniciou a temporada de quadras rápidas).
Tem brasileiro nesse torneio, Marcos Daniel vai encarar Ivan Dodig, um croata. Caso passe pelo croata, tem pela frente um duelo ou com Frederico Gil (português) ou Tomas Berdych, cabeça de chave numero 1 do torneio.
Além de Berdych, a chave conta com a presença de Janko Tipsarevic, Alejandro Falla, Richard Gasquet e Marin Cilic.
Vamos torcer por Marquito!

Ainda tem mais dois torneios. O ATP 250 de Brisbane, na Austrália e o ATP 250 de Doha, no Qatar.

No primeiro torneio (Brisbane) os jogos começaram no dia 2 (madrugada) e vai até o dia 9 de Janeiro. Torneio que tem Robin Soderling, Andy Roddick, Feliciano Lopez, Fernando Verdasco, Marcos  Baghdatis e Florent Serra.
O ano começou muito bem para Lukasz Kubot (POL) que  enfrentou o alemão Daniel Brands e ganhou de duplo 6/2. Para o espanhol Feliciano Lopez que ganhou de 6/4 e 7/6 (13/11) do também alemão Philipp Petzschner.  E para Denis Istomin (UZB) que ganhou do holandês Thiemo de Bakker por 7/6  (7/5) e 6/4.

Já em Doha, que começa hoje e já também até o dia 9 de Janeiro, temos Rafael Nadal como cabeça de chave número 1 e Roger Federer como número 2. Ainda tem mais, Nikolay Davydenko, Ernest Gulbis, Ivo Karlovic, Phillipp Kohlschreiber, Guilhermo Garcia-Lopez, JoWilfried Tsonga, Viktor Troicki.

Os torneios prometem e muito...
Vamos ver durante a semana... Quaisquer novidades corro aqui para contar para vocês...

Um bom dia!
E até mais.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Eu e minha paixão por cachorros...

Sempre fui uma completa apaixonada  por cachorros e nunca escondi de seu ninguém minha paixão por eles. Já possui vários cachorros, mas nenhum tão especial como a minha pequena Branquela.

Hoje venho falar dessa paixão... Minha paixão por cachorros...

Quando pequena ganhei o meu primeiro cachorrinho. Era um pastor alemão, preto com amarelo, filhotinho ainda, mais bem atrevido. Resolvemos chamá-lo de TROVÃO, pois parecia um trovão quando se soltava.
Pastor Alemão - mesma raça do Trovão, da Lesse e do Jubileu.
Trovão foi criado na mamadeira e nos braços como quase todo filhotinho é criando quando se tem criança em casa. Eu, como apenas 6 anos, adorava meu pequeno amiguinho, que logo cresceu, mas não deixou de ser o meu menino.

Solitário, Trovão crescia e causava medo em todos da nossa rua. Quando sem querer se soltava, os moradores fechavam as portas de suas casas e corriam para ligar para cá para casa, para que fossemos buscá-lo.

Meu pai era quem sempre ia buscar. Mas Trovão, menino ainda, só queria saber de brincar, fazia meu pai correr o quarteirão inteiro e quando o via cansado entrava para casa sem dá nenhum trabalho.

Por anos, era eu e minha mãe éramos quem o banhavam. Sempre com muito carinho e cuidado, pegávamos aquele pequeno grande cachorro e fazíamos a festa. Era um momento mágico, só meu, da mãe e do Trovão.

Até que um dia, ele ganhou uma companheira, também pastor alemão. Lesse, esse era o seu nome.

Digamos que Lesse era completamente diferente do Trovão, mas amável do mesmo jeito. Juntos e em pouco tempo, meus bichinhos de estimação tiveram filhotinhos.

Meu menino, agora tava crescido e tinha virado papai. Era um pai amoroso e cuidadoso. Seus filhotes eram lindos. Pura raça!

Da primeira ninhada ficou apenas um. Filhote forte, grande, de patas belas e muito parecido com o Trovão. Até os pêlos, a coloração e a carinha fofa.

Demos o nome de Jubileu (por conta da Jubileu dos X – mens, acredite se quiser, mas eu assistia esse desenho quando pequena).

Jubileu foi meu primeiro animal de estimação de verdade. Eu quem cuidava, quem dava alimento, banho e principalmente muito carinho.

Levava-o para onde eu fosse. O amava de forma inexplicável.

Minha mãe, preocupada com essa relação tão forte de carinho e amizade, acabou por cometer um cruel erro de vendê-lo. Bonito como era, forte e gordinho, foi tão fácil encontrar um comprador.

Quando cheguei do colégio e não vi o meu menino Jubi, ali comigo, sofri, chorei e até febre emocional tive. Meus pais, tentaram encontrar o comprador mas já era tarde, Jubileu já tinha sido passado para frente.

Talvez quem tenha entendido o meu sofrimento, tenha sido o meu velho amigo Trovão, que sentia falta de seu pequeno filhotinho. Dividimos por muitos anos a dor da perda do primeiro herdeiro de Trovão e Lesse.

O tempo passo e Jubileu não foi esquecido. Cada nova ninhada de Lesse e Trovão, meu pai procurava um cachorrinho forte como o Jubi, mas não encontrava.

Cada filhotinho nascido foi cuidado com todo amor e carinho por mim e por minha mãe (foi ela quem me ensinou a amar os animais), até o dia em que estaria pronto para serem vendido.

Eu pequena ainda, ia junto com meu pai para a feira de animais vendê-los e sempre que um daqueles pequeninos saiam de nossas mãos, eu me despedia com um beijinho no topo da cabeça e dizendo ao novo dono que costumávamos chamá-los por nomes especiais.

Pouco sei, se algum dos compradores permaneceu chamando-os pelos nomes dados aqui em casa,  mas a verdade é que cada filhotinho do Trovão e da Lesse foi batizado por mim e eternizado em meu coração.

Belo dia, pedi aos meus pai um animalzinho de estimação para mim. Argumentei que Trovão vivia em sua casinha e mal eu podia brincar com ele, já que solto causava terror na vizinhança. Agora tava grande, pesado e às vezes valente (chegava a dá medo, principalmente a uma criancinha de 8 anos), mas eu o amava e não queria perdê-lo, apenas queria um amiguinho.

Pedi, chorei, implorei, até que meu pai me prometeu um cachorrinho. Um cachorrinho para dentro de casa, pequeno talvez.

Fomos juntos comprá-lo na feira em que vendíamos os filhotinhos do Trovão.

Procuramos, procuramos e acabamos comprando um poodle. Era um macho, peludo, grandinho já. Chamamos de Maradona.
Poodle, a raça do Maradona antes de ser pintado...

Eu não era fã de futebol na época, se fosse ele teria outro nome, não Maradona.

Mas esse nome foi minha mãe quem deu.

Maradona, não foi lá um grande companheiro, ele tinha muitas manias e eu não tinha gostado em nada do fato dele não ser amigável.

Branquinho...

Sua cor oficial era branca, mas Maradona foi vendido com a cor rosa.

E acredite, foi eu quem vendi o Maradona, para um jovem casal que adoraram a cor rosa que ele tinha.
Antes das grandes lojas inventarem de pintar cachorro, eu já fazia isso com papel crepom. Maradona foi vendido assim.

Papel crepom fez um excelente trabalho. Vendemos o Maradona bem.

Meu pai me falou que com aquele dinheiro ele compraria um poodle pretinho para mim. Filhotinho de preferência, para que eu criasse deste pequeno e aprendesse a dividir a vida com ele.

Faltavam poucos dias para que eu fizesse 10 anos e nada do meu cachorrinho vim...

Eis que em uma bela manhã. Acordo com os meus pais e meu irmão sentados em minha cama. 

Minha mãe segurava um ser pretinho, pequenino ainda.

Sem pensar duas vezes, abri um sorriso e logo peguei no colo minha nova amiguinha.

Pedrita.
Poodle Preto Zero - raça da Pedrita.

Esse era o nome de minha cadelinha.

Um poodle preto zero, com apenas 3 meses de vida.

Pedrita e eu nos divertíamos muito. Ela dormia em berçinho de boneca, do lado da minha cama. 

Cabia na minha mochila do colégio e por varias vezes levávamos nos cantos e as pessoas pensavam que se tratava de uma cadelinha de pelúcia.

Pedrita foi minha companheira quando meus pais se separaram, quando parei de estudar na quarta série e principalmente de longas noites. Acho que a minha primeira relação douradora com um animalzinho de estimação.

Mas num péssimo dia, acordei e minha pequena não mais estava conosco. Simplesmente desapareceu. Uma prima minha deixou a porta de casa aberta e minha pequenina saiu achando que eu estava fora e foi levado por um motorista malvado por ai.

Aquele tinha sido a segunda dor de perder um amigo.

Chorei por dias, sofri muito e não mais quis outro animalzinho.

Nessa época, já não mais tínhamos nem a Lesse nem o Trovão.

Os anos foram passando e um tio meu me deu uma cadelinha branquinha com manchas marrons e ruivas. A raça ninguém sabia, uns diziam que era poodle, outros que era um vira-lata.

Branquela, nome escolhido por sua cor.

Essa seria a minha nova amiga e o futuro me diria que ela seria a minha grande e melhor amiga.

Branquela tinha os olhos bem amarelinhos. Rosto faceiro, cheio de dengo e charme. Foi paixão a primeira vista

A primeira passagem da Branquela aqui em casa, pouco me lembro. Mas quando minha menina voltou para cá, essa sim me lembro de cada detalhe.

Eu estava no 2º ano do Ensino Médio no Rosa Gattorno, tinha meus 17 anos. Faziam anos que eu não tinha animais de estimação. Sentia-me triste, solitária. Mas minha vida mudou quando ela chegou...

Era Novembro, quase finzinho do mês.

Aquele mesmo tio que me deu Branquela da primeira vez volta aqui em casa, dizendo que estaria viajando e não tinha com quem deixar a Branquinha.

Na mesma hora minha mãe diz que podíamos ficar sim com ela.

Aquela cadelinha que vi não era a minha Branquela. Não era mesmo.

Os pêlos sujos, com as orelhas enormes arrastando no chão seus pêlos. Olhinhos tristonhos, rabinho sempre escondido.

Aquele tio foi embora e me deixou minha pequena, assustada.

No dia seguinte, não resistir.

Peguei uma toalha, xampu e o balde e foi banhar aquelas cadelinha assustada.

Nunca em minha vida, vi uma cadelinha ficar tão quieta ao tomar banho, apenas tremia antes mesmo de ver água.

Branquela aos poucos foi mostrando que seus pêlos ainda eram brancos, que apenas estavam sujos. 

Que suas orelhinhas estávamos ali, cinzinhas como sempre, mas seus pêlos compridos escondiam sua beleza.

Os olhinhos tristonhos, não mais estavam amarelinhos como quando a ganhei pela primeira vez. 

Agora estavam mais escuros, mais ainda sim com beleza.

Em uma tigela de leite, muito carinho e amor, renasceu aquela velha amizade.

Aos poucos fomos nos reconhecendo, fomos nos tornando amigas.

Minha solidão agora sumia e dava lugar a uma felicidade dividida com um animalzinho de olhar doce e calma.

Nosso primeiro Natal juntos foi encantador.

Era a primeira vez em longos anos que não iria ficar sozinha depois que todos fossem dormir.

Sentamos no chão, eu com um copo de coca-cola e ela com sua tigela de ração.

Ficamos ali caladinhas por um tempo, quando no meio de tudo aquele silêncio, solto uma frase: 

“Branquela, que possamos passar muitos Natais juntas!”

E Deus escutou minhas preces...

Trouxe uma amiga para todas as horas... Companheira de estudo, de bagunça, de todos os bons e maus momentos. Companheira de trabalho, já que para onde eu vou, ela vai junto.

Dividimos grandes e pequenos momentos. Dias bons, meses complicados e anos perfeitos.

Veio 2005, 2006, 2007... 2010.

Eu e a Branquela no meu Aniversário de 24 anos.

Esse ano as coisas não saíram como eu esperava.

Primeiro veio a minha inflamação nos rins e o Natal foi curto por conta das injeções e da dor que elas causavam. Eu que sempre ficava acordada até cinco ou seis da manhã, foi dormir bem cedinho, logo após ceiarmos e trocarmos os presentes.

Festa curta, mas cheia de sentindo. Afinal de contas Natal é época de está com a família.

Depois veio a Branquela que ficou doentinha no dia 30 de Dezembro.

Juro que foi o momento mais difícil que passei em 2010 inteiro. Ver minha menina sofrendo como estava e nada poder fazer foi cruel.

Na pressa esqueci da minha própria dor (das injeções) para salvar minha filha.

Corremos para um veterinário e sem pensar nem si quer um único momento, implorei a doutora que cuidasse dela e não a deixasse morrer.

Aflita, vi cuidarem dele. Tratarem com soro e remédio contra envenenamento. Mas as tonturas e o vomito persistia.

Horas depois podíamos ir para casa. Ela ficaria bem. Mas precisaria volta e fazer exames. Como era tarde não tinha mais condição de fazer os exames.

Então voltamos para casa, com a minha pequena tonta no meu colo.

A noite foi longa, sempre que fechava os olhos lembrava dos momentos que vivi ao lado da Branquela. Cada movimento dela acordava assustada com medo de algo sério acontece e eu não está do lado dela.

Na manhã seguinte, ainda vomitando, levo-a novamente ao veterinário.

Dessa vez, fazem um hemograma completo e exames para fígado e pâncreas. A colocam novamente no soro e de oito da manhã até as duas da tarde fico ali do lado dela, sem sair um instante, segurando sua patinha, rezando para que ela fique bem.

O resultado do exame chegou... Graças a Deus não foi envenenamento...

Os exames estão normais... Mas ela tem glaucoma e labirintite canina.

Respiro aliviada ao ouvir que minha menina não sofre de algo mortal.

Sorriu, quando me dizem que ela vai ficar bem. É só cuidar de dá todos os remédios na hora certa.

O ultimo dia do ano foi inteiramente dedicado a minha pequena. Colocava-a no colo, dava seus remedinhos, a acalmava e rezava para Deus que tudo ficasse bem e ficou.

Graças a Deus, hoje minha menina está bem...

Ainda em tratamento e se recuperando aos poucos.

Eu, tenho inúmeras promessas para serem pagas  ao longo desse ano. 

A Branquela, minha pequena luz

E posso dizer com toda a sinceridade de minha alma...

A Branquela é um pedacinho da minha alma, a luz dos meus dias. Tê-la junto comigo foi o maior presente que Papai do Céu podia ter me dado na minha vida inteira.

Obrigada por ela está bem...

Com carinho,
Dely Nicolete

sábado, 1 de janeiro de 2011

FELIZ ANO NOVO!



Meus queridos amigos,
FELIZ ANO NOVO!!!

Encerra-se mais um ano em sua vida... 
Quando este ano começou, ele era todo seu. 
Foi colocado em suas mãos... 
Podia fazer dele o que quisesse... 
Era como um Livro em Branco, e nele você podia ter um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração. 
Podia... 
Hoje não pode mais, já não é seu, é um livro já escrito... 
Concluído.. 
Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe será lido, com todos os detalhes, e não poderá corrigi-lo; estará fora de seu alcance! 
Portanto... 
Antes que termine este ano, reflita, tome seu velho livro e folheie com cuidado... 
Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos e pela consciência; 
faça o exercício de ler a você mesmo. 
Leia tudo... 
aprecie aquelas páginas de sua vida em que usou seu melhor estilo. Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito. 
Não... 
Não tentes arrancá-las; seria inútil... 
Já estão escritas, 
Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que será entregue. 
Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e evitar repetir as ruins. 
Para escrever o seu novo livro, você cantará novamente com o instrumento do livre arbítrio, e terá, para preencher, toda a imensa superfície do seu mundo. 
Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije. 
Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nas mãos do Criador. 
Não importa como esteja... 
Ainda que tenha páginas negras, entregue e diga apenas duas palavras: 
Obrigado e Perdão!!!
E, quando o novo ano chegar, lhe será entregue outro livro, novo, limpo, branco, todo seu, no qual irá escrever o que desejar...

FELIZ LIVRO NOVO!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Assim foi meu Natal

Olá pessoal
Tudo bom?

Como foram de Natal?
Ganharam muito presente?

Espero de verdade que todos tenham passado uma noite natalina tranqüila, com saúde e união. Se os presentes não vieram, não se entristeça! Imagine que o maior de todos os presentes é a saúde e a sua família.
Há dias atrás imaginei que passaria minha noite de Natal no hospital, me tratando de minha inflamação renal. Fiquei muito triste e até cheguei a chorei com medo dessa hipótese, mas no fim, eis que vim para casa e ainda deu tempo de fazer minhas compras natalinas.
Então descobri, que mais importante que um presente, é a saúde, pois com ela posso ver o sorriso nos lábios do meu irmão e da minha mãe nessa noite tão mágica.

Por isso, lhes digo minha noite de Natal foi tranqüilo...

Passei em casa com a família mesmo (mesmo por que, ainda to tomando umas injeções que dói para caramba e andar tá meio complicado, mas deixa quieto que é melhor).

Mas foi gostoso assim mesmo...

Talvez este seja o ultimo Natal nessa casa onde moramos, pois em dois meses nossa casa nova estará pronta e logo nos mudaremos para lá.

Quem me conhece sabe que essa época do ano para mim é mágica, que é um dos melhores dias do meu ano.

Não pelos presentes.

Mas pela magia que paira no ar.

Pelo encanto que tem nessa data.

Minha mãe quase todos os anos diz que não vai fazer nada, que não montará nossa arvore e que irá mesmo é dormir cedo.

Muitas vezes, suas palavras me entristecem, pois dentro de mim, Natal não é somente as arvores, as luzes e os presentes.

Pelo contrario, essa parte da decoração é apenas uma simbologia para aproximar ainda mais nossa família.

Digo a ela, com um sorriso meio sem graça que ainda sou criança (mesmo com 24 anos) e que Natal é a época que mais gosto do ano.

Ela acaba por montar nossa arvore, por enfeitar a casa e fazer de tudo para que tenhamos uma boa ceia.

Neste ano estávamos aperreados com os problemas da nova casa, com a faculdade que tomavam todo o nosso tempo e já me conformava em não ter Natal.

Eis então que minha mãe me surpreende e sozinha enfeita a casa... Quando chegou em casa, de noite já, vindo de uma aula cansativa. Abro a porta meio desanimada e cansada e vejo as luzes belíssimas a brilhar

Os olhos encantado se enchem de lagrimas e num sorriso digo

“Nosso Natal está salvo, minha heroína lembrou que essa era a época que mais gosto”

O cansaço se foi e por um algumas horas sentei com a Branquela nos braços e admirei nossa bela arvore

As lagrimas desciam no meu rosto...

E quando descobri que estava doente e que ficaria internada, o medo tomou conta de mim.

Seria o meu ultimo Natal na casa que tantas alegrias me deram e não iria passar lá.

Todas as noites rezava pedindo a Deus que me levasse de volta para casa.

E eis que na terça – feira, dias antes do Natal, o medico me disse que posso ir para casa, mas que tomaria umas injeções para ficar boa, que elas teriam que ser tomadas todos os dias.

Sem pensar logo respondo: “Claro doutor, sem problemas!”

Mal sabia eu, que as tais injeções doíam para caramba. (Se um dia você tomou bezetacil, sabe da dor que estou falando e acredite, é uma por  dia). Feliz da vida, voltei pra casa, revi minha  pequena cadela e novamente me encantei com as luzes a brilhar em nossa arvore.

O dia seguinte chegou como um raio... Primeira injeção viria...

A tomei no braço... Doeu para caramba, mas com vergonha de deixar as lagrimas cair, me fiz de dura e agüentei ali calada.

Fui as compras junto com uma grande amiga minha (Iêda). Rimos, brincamos, conversamos, deixamos o tempo guiar nossos passos. A dor da injeção não parecia tão forte assim.

Não parecia... Mas era.

Ao chegar em casa, recebo uma ligação de um amigo, me implorando para daqui para frente beber muita água e não mais deixar a Coca-cola tomar conta dos meus dias. Prometo que vou beber água, mas a coca-cola, essa fica difícil dizer que não mais a beberei.

E outro amigo, já um tanto tarde (segundo ele) chega com uma linda surpresa nas mãos. Uma nova arvore de natal que havia comprado para pôr na outra casa.

Sento no sofá e fico olhando meu amigo montá-la... Conversando besteiras, e admirando a paciência que esse tinha a montá-la.

Assim foi o meu primeiro dia fora do hospital...

Então chega a quinta-feira... Segunda injeção.

Essa não podia ser no braço, ordem da auxiliar de enfermagem que ia aplicá-la em mim. 

Segundo ela, a dor seria menor...

Seria, por que doeu do mesmo jeito (agora andar era o problema).

O dia passou rápido... Chegou a noite, chegou a madrugada e logo amanheceu...


Dia 24 de Dezembro

Véspera de Natal...

Acordo numa alegria que não tem palavras para descrever.

Ao levantar e pôr o pé no chão descubro que seria uma longo dia de dor (e ainda nem tinha tomado minha terceira injeção).

Meu irmão assim que me ver fala: “Vamos tomar a injeção, que dá tempo de melhorar para a noite”.

Quem não acredita nas palavras do seu irmão, do seu padrinho, de quase seu pai?

Mas dessa vez, ele mentiu...

Mentiu por que não sabe o tamanho da dor dessa injeção.

A noite, mal conseguia andar direito (calçar um salto alto então, era loucura).

Loucura ou não, era Natal.

Eis que fiz justamente o que os loucos fariam...

Troquei de roupa, uma saia linda vermelha, com uma camiseta branca e o meu sapato salto alto...

A cada passa dado um dor vinha...

Sorriso nos lábios, afinal é natal.

E  assim, juntos festejamos a chegada do Nosso Menino Jesus.

Com nossas orações silenciosas, e nossos corações cheios de alegria.

Assim foi o meu Natal...
E o seu?

Com carinho,
Dely  Nicolete

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Carta para PAPAI NOEL

Querido Papai Noel,
Mais um ano está terminando e o senhor vai vim me visitar novamente. Agradeço desde já o novo CD e DVD do ROUPA NOVA 30 ANOS que minha mãe comprou e colocou na nossa arvore de Natal. Ainda não o assistir mais sei que deve está muito bom (confiou no talento daqueles seis fenômenos). Obrigada por ter iluminado a cabecinha dela e ela ter comprado o DVD certo esse ano.
Mas quero também falar com o senhor sobre como me comportei esse ano. Não é brincadeira não, eu realmente me comportei bem. Não briguei com ninguém, por mais que tivesse muito neguinho chato que merecesse eu briga, mas, me controlei, contei até mil e respirei fundo e não briguei.
Não briguei com ninguém nas Americanas para comprar nenhum cd que eu quisesse e nem na fila de nenhum restaurante, cinema por ai.
Não mandei ninguém para a casa do tio Chico. Na verdade, quase não falei palavrão esse ano. Depois que aprende “Caracas”, os palavrões ficaram sem graça.
Também não deixei ninguém reclamando de fome, podia ser um pãozinho duro, mas deu para matar a fome do esfomeado que vivi pedido comida aqui em casa.
Não tive nenhum peti com professores, nem com os meus colegas de sala de aula. E olha que em muitos momentos tive que pensar e repensar muitos para não perder a paciência.
Foi simpática com os desprovidos de inteligência e de bom senso também.
Estudei muito e aprendi que não se deve dá pesca a seu ninguém, por mais que o tadinho vá se ferrar na prova. É feio pescar!
Poucas vezes impliquei com o papagaio fedorento que estamos criando. Eu só o chamo de fedorento, isso não é implicância, é? Eu até dei comida para ele esses dias...
Com a minha cadelinha, eu fui uma boa dona. Dei comida sempre que ela pediu. Não neguei os doces e bolo que ela gosta. Fui caridosa e só dei banho quando o fedor tava grande e não deixei ela engravidar, afinal não to pronta para ser vovó e ela ta velhinha demais.
Passei a matéria de aula para o meu irmão e sem cobrar nada em troca por isso. Até o ajudei a estudar “comercio eletrônico”.
Não reclamei dos jornalistas esse ano, nem do Dunga ser um estúpido. Poucas vezes falei mau da vida alheia, só quando todo  mundo tava falando e não tinha outro jeito a não ser falar também.
Não xinguei nenhum juiz de futebol, de tênis ou de qualquer outro esporte. Vibrei com as vitorias brasileiras mundo a fora. Nem reclamei do choro choro do Federer!


Brincadeiras a parte...

Querido Papai Noel,
Quero lhe agradecer verdadeiramente por todos os presentes que ganhei durante esse ano.
Agradecer por pouquíssimas vezes ter ido ao medico e das vezes que fui não ter encontrado nenhuma doença séria e mortal.
Obrigada pelos doutores (Roberto, Newton, Assis) maravilhosos que o senhor colocou em meu caminho. Inclusive tenho que agradecer por ter recuperado os movimentos do tornozelo rapidamente, por ter tido uma cirurgia ocular magnífica e pela crise de rins ter sido curta.
Agradeço pelos dois semestres da faculdade (2º e 4º), foram logos, mas maravilhosos. Aprendi a conviver com as diferenças e principalmente a me superar. 
Obrigada pelos professores que fizeram parte da minha vida esses semestres (Monica, Rejane, Atila, Paulo Henrique, Glauciana, Larissa, Somália, Sócrates e o fodetico dos fodeticos Cristiano Pinho (maravilhoso ter convivido com ele, curtos mais valiosos período)).
Obrigada pelos amigos que fiz esse ano na faculdade; pelos professores maravilhosos que tive esses semestres; pelas notas perfeitas que tirei estudando muito; e pelos momentos marcantes que a minha vida acadêmica viveu em 2010.
Agradeço pelos meus clientes, do mais chato ao mais gente fina. Todos me ensinaram que posso ser uma profissional ainda melhor com muita dedicação e paciência.
Não poderia me esquecer dos meus velhos amigos por me aturarem por mais um ano e me mostraram que por mais longe que estejamos seremos amigos eternamente. E os novos também, como eles aprendi muitas coisas. Obrigada a todos vocês por me deixar entender a complexidade das amizades nova, por me permitir me livrar dos meus preconceitos e por adquirir ainda mais paciência para conviver com as diferenças.
Agradeço pelos bons momentos, pelos risos, pelas brincadeiras e tudo de mais perfeito que vivi esse ano.
Também agradeço pelos momentos ruins, as lagrimas me deram força para continuar em frente; o medo me fez descobri o meu limite; e a dor me mostrou que posso me superar e muito bem superado.
Obrigada Papai Noel por ter sido feliz em 2010, por ter tido bons e verdadeiros amigos, por ter aprendido a amar cada vezes mais as pessoas que me cerca e por ter me dado a chance de aprender a viver.

P.S: Não vou lhe pedi nenhum presente de Natal, pelo menos não para mim. Mas aqui vai a lista para os meus amigos.

Peço que o senhor cuide de todos os que amo, protegendo e dando força para seguir em frente. Não permita que nada aconteça aos meus amigos, familiares e até mesmo inimigos. Que a paz, a união e a felicidade encham os caminhos deles.

Peço que o Brasil ano que vem se torne maior; que a nova era que estamos entrando no governo brasileiro seja para o bem da nossa nação; que o seu nome seja levado aos quatro cantos do mundo e; que eu solte muitos gritos de emoção com as vitorias dos nossos brazucas mundo a fora.

Peço pelas criançinha, pelos animais domésticos e não domesticáveis, pela natureza e por todos que habitam nesse planeta.
Que 2011 seja o ANO.

Com carinho,
        Dely Nicolete                                                         

Já chegou Natal...


Que neste Natal
Aquela magia toda guardada durante todo o ano
Venha presente nos corações daqueles que festejam o amor.
Que não apenas seja uma comemoração,
Mas um início para uma nova geração.
O Natal simboliza nova vida,
Pois nele comemoramos o nascimento do Homem
Que modificou a nossa maneira de ver o mundo.
Trazendo-nos amor e esperança.
Que neste natal sejam confraternizados todos os desejos
De um mundo melhor.
Que todos estabeleçam um novo vigor de humanidade.
E que nada seja mais forte do que a união
Daqueles que brindam o afeto entre eles.
Feliz Natal e Próspero Ano Novo!!!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Feliz dia do Atleta...

Aqui estou de volta 
e dessa vez venho falar com vocês sobre o dia dos Atletas.
Isso ai galerinha, 
hoje é dia de festa...
Dia de comemorar os grandes feitos dos atletas
de sorrir com suas vitorias
e principalmente se apaixonar por suas conquistas.
Parabéns a todos que fazem parte do mundo esportivo
e um parabéns ainda maior
para nossos atletas brasileiros

Parabéns brazucas!!!


















Parabéns 

Voltando com tudo...

Olá galerinha,
tudo bom?

Peço mil desculpas por ter demorado tanto em voltar a escrever aqui para vocês
mas...
Tive uma crise de rins e acabei sendo internada na sexta-feira.
Resultado: cinco dias de internação; muito soro e um inicio de férias nada agradável.

Mas estou de volta e em casa
Cheia de noticias bons para o blog e aos poucos escrevendo tudo o que estava combinado de ser escrito durante as férias.

Peço desculpa
e que venha a diversão agora...