Eu sei
que estou devendo muitas coisas para o Blog Dely Nicolete, Aos poucos vou
colocando as coisas aqui para vocês. Hoje começo a pôr a casa em ordem, digamos
assim.
As
primeiras fotos que traga são do aniversário de 55 anos de minha mãe.
Minha
doce senhora completou no dia 19 de Novembro de 2012 suas 55 primaveras. Admito
que gostaria de ter feito um putz festão, mas ela não tava muito afim não,
mesmo por que dias antes tínhamos dado a festa de noivado do meu irmão Sérgio e
minha cunhada Andrea e duas festas com apenas um dia de distancia minha velha
não aguentava não.
Mas
ainda sim, teimando o que ela pediu fizemos uma pequena comemoraçãozinha. Um
bolinho discreto, com a família mesmo, muita risa com o novo brinquedo da casa
e sem duvida nenhuma muitos votos de felicidades para ela.
Minha
mãe é uma mulher guerreira, atrevida com a vida, não tem medo de começar de
novo quantas vezes for preciso, dona de um profissionalismo invejável e de um
sorriso maravilhoso.
Dei
meus parabéns no dia do aniversário. Dei meu presente nesse dia também mas não
poderia deixar de postar aqui para vocês as fotos dessa festinha caseira.
Queria entender
o que se passa comigo... nunca antes tinha me sentido assim. Parece que algo
aqui dentro de mim se quebrou e deixou que esse sentimento saísse de onde quer
que ele estivesses.
É estranho!
Meus olhos
brilham ao encontrar os teus... as pernas estremece ao sentir tua presença... o
coração dispara ao ouvir o simples som de tua voz...
Eu sei,
tem algo errado comigo. Sempre me orgulhei de ser racional, de não permitir
sentir tais sentimentos eagora aqui
estou... feito uma boba a ti olhar, clamando a Deus que você me olhe, ou
retribua me sentimento.
Eu que
nunca me contentei com migalhas, hoje suplico por apenas um “olá” vindo de você.
Eu que nunca pensei em te desejar, hoje não consigo passar um segundo si quer
sem te imaginar do meu lado.
Loucura
talvez! Ou simplesmente descobri o que o amor pode fazer?
Sou tão
pequena diante do teu brilho divino. Olho com a curiosidade de uma apaixonada
para cada gesto teu, para cada atitude sua. Decoro cada movimento e tento
decifrar a todo instante o que o teu olhar que me dizer, imaginando tão ingênua,
que seja mil juras de amor somente para mim.
Como isso
foi me acontecer?
Eu que
sempre ti vi como um bom amigo, um grande amigo. Alguém que me inspirava ser um
ser humano melhor; que inúmeras vezes me fez querer ser tão grande como você é.
Quis tua inteligência, teu profissionalismo, teu bom senso. Ou pelo menos ter
em mim algo pelo qual pudesse me orgulhar.
Eu que
te via como um exemplo a ser seguido, hoje descubro que de tanto te admirar, me
apaixonei.
Será que
sou digna de tal paixão?
Tudo parece
tão diferente. Antes me aproximava de ti, falava sem medo de parece boba, te
olhava sem receio de corar. Agora sinto frio na barriga, pernas bambas e sofro
com a ideia de ser rejeitada.
Hoje falo
pouco... tenho receio de te olhar nos olhos e acaba me entregando, deles
revelarem o que estou sentido.
O que
faço agora? Fujo... e corro o risco de perder o amigo?
Ou fico
aqui sentada te olhando, vivendo essa paixão platônica, mas segura?
Tudo bom? Como foi o feriadão de vocês? Sei que para
muito deve ter sido muito triste por conta da saudade, mas hoje é outro dia e é
dia de renovar as forças e que tal um cineminha para terminar, ou começar, a
semaninha?
A dica de hoje são duas: Gonzaga – de Pai para Filho e
007 Operação Skyfall. As duas opções que estou dando eu assisti uma semana
passada e a outra hoje e relativamente eu adorei. São tipos de filmes
completamente diferentes um do outro e tem suas surpresas.
Vamos começar com a do Gonzagão que assisti hoje nos
cinemas e simplesmente me encantei com a história de vida desse Rei do Baião e
de seu filho Gonzaguinha. Primeiro de tudo, quem assistiu o filme “Os dois
filhos de Francisco” e gosto do que seu diretor – Breno Silveira – fez, irá se
encantar com “Gonzaga – de Pai para Filho”. Uma história baseada em fatos
reais, cheia de emoção, muitas risadas e regada com boa música. Dá vontade de
cantar e dançar dentro do cinema.
Eu simplesmente adorei... simplesmente mesmo. Deixo
claro, que não nasci na época da explosão do Luis Gonzaga, nem tão pouco sou fã
de baião. Lógico que como qualquer nordestino e como qualquer brasileiro,
conheço algumas músicas dele, como “Asa Branca”, que foi uma das primeiras
músicas que aprendi a tocar no teclado, quando tinha aulas com o professor
Júnior, um amigo do meu pai. Já Gonzaguinha pouco conheço, talvez uma ou duas
músicas e olhe lá – pode dizer, que falta de cultura essa sua criatura, mas
lembre-se, por favor, nesse período eu era criança ainda e não tinha muita
noção do que letras como as de Gonzaguinha significava.
Mas o filme me encantou. Encantou por ter visto uma obra
bem trabalhada, com cada ator reencarnado seus personagens. Era como se o tempo
tivesse voltado naquela sala de cinema e eu presenciasse uma avalanche de emoções.
Land Viera, ator que interpreta Gonzaga mais novinho –
adolescente melhor dizendo – deu um show de interpretação. Prendeu minha
atenção ao ver que o mulato, pobre, ingênuo havia sido bem criado, mesmo com
tanta pobreza que o sertão oferecia. Land Viera, Claudio Jaborandy
(interpretando pai de Gonzaga, Seu Januário) e Cyria Coentro (mãe de Gonzaga)
fizeram com que logo de inicio me encantasse com a história.
Daí para frente a emoção só foi apertando cada vez mais.
De Land Viera vimos Gonzaga se transformar em Chambinho do Acordeon e dele para
Adelio Lima de uma forma tão harmônica que poderia jura se tratar da mesmo
pessoa.
Mas chega de falar só de Gonzaga. O filme mostra também a
história com a visão de seu filho Gonzaguinha, que durante o filme inteiro lhe
deixa na dúvida se é ou não filho de Gonzaga. Que o interpreta é Juilio
Andrade, que dá um show de interpretação e de emoção. Pense em encontros
tensos, com diálogos cheios de carinho e de revolta e uma verdadeira
descoberta, um grande acerto de conta.
Cheguei a me colocar no lugar dele, de Gonzaguinha.
Imagino a revolta que não se passava dentro dele por nunca antes ter tido a
chance de conhecer o seu pai, de conhecer que era o real Luiz Gonzaga e não aquele
que estampava capas de revistas e discos.
Admito que me emocionei com a forma que Gonzaguinha e
Gonzaga acertam seus ponteiros, com o desenrolar da história e com a beleza do
trabalho exposto tão brilhantemente por Breno. Aqueceu meu coração e de muita
gente que estava naquela sala de cinema.
Diga-se de passagem, que estava lotada.
Fica a dica de um belo filme para assistir nesse domingo.
Consulte os horários nos cinemas e aproveitem, pois é maravilhoso.
"É enfrentando as dificuldades que você fica forte. É superando seus limites que você cresce. É resolvendo problemas que você desenvolve a maturidade. É desafiando o perigo que você descobre a coragem. Arrisque e descobrirá como as pessoas crescem quando exigem mais de si próprias e assim conseguem alcançar os seus objetivos. Se você não venceu ontem, não se preocupa você vencerá hoje."
Tudo
bom? Eu vi essa reportagem faz uns dias, mas ontem conversando com um amigo
meu, sobre o tênis brasileiro, comentei sobre a tal reportagem e o prometi
postar aqui no blog, principalmente por ser uma das poucas vezes que ouvi um
jornalista elogiando o Thomaz Bellucci e admitindo que realmente ele está sendo
injustiçado.
Sou
fã do tênis do Thomaz Bellucci e do Thomaz Bellucci também. Sou fã do tênis de
modo geral e o que vejo ultimamente é que nos brasileiros estamos cada vez mais
evoluindo nessa parte. Temos um brasileiro que é o segundo melhor tenista da
historia do tênis no Brasil; temos duplistas maravilhosos, ganhando títulos e
mostrando a cara para o mundo sem um pingo de medo; estamos de volta a elite do
tênis mundial e ainda assim tem gente reclamando dos nossos atletas.
Eu
concordo com o jornalista e por esse motivo estou postando a reportagem dele.
Espero que vocês gostem.
Thomaz Bellucci é um injustiçado
Você sabia que Thomaz Bellucci é o segundo melhor tenista da
História do país e sofre por ser o primeiro brasileiro a se destacar na era
pós-Guga? Isso mesmo, à exceção do Manezinho da Ilha, Bellucci foi o brasileiro
que chegou à melhor colocação no ranking da ATP: um 21º lugar, logo depois do
torneio de Wimbledon em 2010. Não teve para Fernando Meligeni, Jaime Oncins,
Ricardo Mello. Ninguém chegou tão perto de Guga quanto Bellucci. E, mesmo
assim, ele é tratado como se fosse um tenista ruim, alguém que passasse
vergonha nas competições que disputa. Ou seja: uma tremenda injustiça!
"Ah, esse cara não vai a lugar nenhum!"; "ah, ele é um
amarelão, não joga nada!"; ou ainda: "ah, ele não vai ser metade do
que o Guga foi"; essas são as frases mais comuns na hora de alguém se
referir a Bellucci. Comparar os dois é covardia. Guga é um acaso no esporte
brasileiro. Sabe-se lá quando o nosso tênis verá uma trajetória parecida com a
de Gustavo Kuerten. O que a gente sabe é que Bellucci representa, e bem, um
esporte de pequena tradição no Brasil. Afinal, se Bellucci não fizesse boas
campanhas, se não jogasse partidas importantes, não estaríamos falando dele
aqui.
Bellucci é novo. Tem 24 anos (faz 25 em dezembro) e três títulos de ATP (a
mesma quantidade que Meligeni conquistou em toda a carreira). É normal o
psicológico desandar, como ocorreu no último domingo, na final do ATP 250 de
Moscou, quando sacou para o jogo duas vezes no segundo set, mas cedeu a virada
e perdeu o título para o italiano Andrea Seppi na parcial de desempate. É
verdade também que precisa melhorar o seu condicionamento físico para longos
jogos. Ano passado teve boa atuação contra Djokovic, mas cansou. A cabeça foi
pras "cucuias" e acabou engolido pelo sérvio. Outro exemplo de 2011
foi a decisão da vaga para o Grupo Mundial da Copa Davis: depois de liderar,
ter chances para carimbar a volta brasileira, cedeu a virada para Mikhail
Youzhny no quinto set, depois de ficar mais de cinco horas trocando bola com o
russo.
A pressão sobre ele é gigantesca. Não é fácil substituir Guga, ídolo de uma
nação dentro e fora das quadras. Não é fácil para ele, não é fácil pra ninguém.
Afinal, o pai que coloca o filho na escolinha de tênis não está querendo que o
filho aprenda os valores do esporte. E sim, que seja um novo Guga, que um dia
possa ganhar dinheiro para sustentar a família. Quem diz isso não sou eu, e sim
Fernando Meligeni, como vocês podem ver no vídeo abaixo (aliás, Meligeni disse
muito mais. Quem quiser saber é só ligar no Esporte Interativo, no próximo
sábado, às 09h00 da manhã, e acompanhar o Via Esporte).
Bellucci é bom tenista. Tivesse nascido em outro país, seria valorizado por
uma prata ou um por um bom jogo contra Novak Djokovic ou Roger Federer. Falando
nisso, amanhã Thomaz enfrenta o suíço pelo ATP 500 da Basileia. Um jogo em que
a derrota é o resultado mais provável e que, de forma alguma, vai transformá-lo
em melhor ou pior tenista. Deixa o homem trabalhar!
PS: Thomaz Bellucci ganhou o direito de enfrentar Roger
Federer na segunda rodada do ATP 500 da Basileia porque virou um jogo pra cima
do japonês Go Saeda. Depois de estar perdendo por um set a zero e ter 4 a 2
contra no segundo, ele se recuperou. Fechou a parcial em 6-4 e o último set, em
6-3.
Thomaz Bellucci enfrentou Roger Federer, no torneio de Basileia, levou o suíço ao extremo em diversos momentos, mas infelizmente perdeu no detalhe. Thomaz já havia enfrentado o Federer e também tinha levado-o ao extremo. Amanhã ele, Belllucci, inicia mais um torneio.
Vamos torcer para o brasileiro e para o tênis brasileiro. Por falar em tênis brasileiro, o duplista Bruno Soares ganha mais um torneio. Na semana passada, faturou um torneio ao lado do Marcelo Melo, agora fatura mais um outro titulo, agora com seu parceiro original, o austríaco Alexandre Peya, que juntos conquistam o ATP 500 de Valencia.
E ainda tem gente por ai que diz que o tênis brasileiro não ganha nada.
Hoje o dia prometia ser simplesmente perfeito para o tênis
brasileiro... duas finais sendo disputadas com brasileiros jogando ambas. Uma
era Thomaz Bellucci contra Andreas Seppi em Moscou e a outra era Marcelo Melo e
Bruno Soares na Suiça, numa final de duplas.
Poderia vim ai dois títulos para brasileiros num único dia...
seria maravilhoso!
Seria... Infelizmente não deu...
Talvez essa seja a única coisa que eu posso dizer sobre o jogo
do Thomaz Bellucci no ATP 250 de Moscou. Admito que procuro palavras para
explicar o que aconteceu e não encontro. Não sei se faltou tranquilidade no segundo
set ou se o fato de ser a primeira final do Bellucci sobre o piso rápido fez
com que o peso da falta de experiência fosse tão importante assim.
O fato é que a partida que tinha sido brilhante no primeiro
set para o brasileiro terminou com um vice meio amargo. O Thomaz Bellucci do
primeiro set se perdeu no decorrer do segundo e terceiro set, cometeu erros
bobos que custaram o titulo, que o fez perder para si mesmo, pois Seppi não foi
tão magnífico assim durante boa parte da partida, mas soube crescer na hora
certa.
Mas nem tudo foi perdido... Thomaz fez uma bela semana de
torneio, chegou a final – sua primeira final sobre piso rápido, somou cento e
cinquenta pontos; alcançou a melhor campanha no piso rápido da carreira; fez
com que muitos brasileiros acreditasse na possibilidade da conquista de mais um
titulo de simples – infelizmente não deu, mas deu para subir sete posições no
ranking da ATP.
Admito foi por pouco, bem pouquinho mesmo...
Já Marcelo Melo e Bruno Soares fizeram uma bela lição de
casa, venceram de virada os favoritos do torneio ATP 250 de Estocolmo e fizeram
o domingo brasileiro ter gosto de titulo mais uma vez. Será que com esse titulo
a duplas decidi de vez voltar a jogar juntos?