quinta-feira, 28 de julho de 2011

Saudade da minha turma da faculdade

 Olá galerinha,
Tudo bom?
Peço milhares de desculpas por somente agora vim falar com vocês, muito trabalho, poucas horas de sono e muita, mas muita mesmo saudade da minha turma da faculdade.
Essa semana a saudade bateu mais forte, pois recebi algumas fotos da formatura e acabei percebendo que adoro aquela turma meio maluca.
Trago para você um vídeo que um colega fez. Acho, honestamente, que o Adriano conseguiu captar toda a essência dessa nosso maravilhosa turma.
Deixo vocês com esse belo vídeo de momentos maravilhosos e logo, logo trago outras fotos da formatura para vocês


Beijão





quarta-feira, 20 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Entre o ontem e o amanhã...

Olá galerinha,
tudo bom?
Hoje trago uma música de Marcelo Quintanilha, que escutei na voz de Saulo Roston e simplesmente adorei...
Espero que vocês também gostem e aguardem que estou preparando uma postagem contando todas a novidades desses semestre para vocês que acompanham o BLOG DELY NICOLETE e tenho certeza que vão adorar ainda mais...


Beijinho

25 anos - e a crise dos 25

25 aninhos....
              
               Olá meu amigos,
               Então aqui estou. Um pouco mais velha, com novos sonhos e novas metas para alcançar durante essa nova idade. E não poderia deixar de vim aqui falar com vocês meus amigos, que acompanham o blog Dely Nicolete, mas que também acompanham com todo carinho, a minha caminhada. Texto feito para vocês. Por favor, se deliciem a vontade, eu recomendo...
 Então chego ao tão temidos 25 anos... Juro que por alguns momentos pensei que as coisas seriam mais complicadas do que realmente foram. Até que o caminho até aqui foi tranqüilo, apesar dos altos e baixos que teve.
Ah como me lembro da época em que fiz quinze anos. Um corpinho bem melhor do que esse que me encontro agora. Meu cabelo era bem melhor. Mas acho que era só isso também. Porque aos 15 eu tinha crise de identidade, crise por uma espinha, por um garoto e até por uma bendita prova de matemática.
Lembro que uma parente minha, que agora não  me recordo quem era (problema da idade), me falou que dos 15 era um verdadeiro pulo para os 18 e que dos 18 para os 25 seria num piscar de olhos. Caramba como o meu piscar de olhos demorou... Não sei se digo para o mundo que melhor foi assim, ou se começo a ter medo da crise dos 25 que todos os meus amigos falam.
Ah! Qual é? Você conhece a crise dos 25 anos, não fica ai se fazendo de desentendido não.  A crise dos 25 anos é comum em todos os seres humanos. É um marco na vida da gente. Você deve lembra das crises que você teve aos 10? Sim, aquele que você começa a pensar em chegar nos gatinhos; que os cabelos ficam super oleosos e que você sua feito um gambarzinho? Ai depois vem as dos 15! Essa é aquela crise existência que você fica se lamentando por não ter idade para dirigir, para beber nem tão pouco para sair para as baladas mundo a fora. Você passou por ela!
Como também passou pela crise dos 18. Aquele crise que você acha que pode tudo, que é o rei ou a rainha da cocada preta e no fundo, bem lá no fundo, você não tem a menor idéia do que fazer com essa tal liberdade que os 18 nos dá.
Pois bem, aos 25 também tem uma. Muitos dizem que essa tal crise te faz sentir com um ET. Dá uma sensação terrível de ver os anos passarem como um flash e muitas vezes escoam pelas suas mãos os seus sonhos, as suas metas; e começam a surgir as suas próprias cobranças e as dos outros também.
Sempre tem algum engraçadinho questionando alguma coisa que você não fez ainda ou poderia ter feito melhor. Algum filho de uma querida mãezinha, que fica perturbando dizendo que é na sua idade já tinha feito isso e aquilo mais.
Ai começam a questionar a sua inteligência. As conversas que antes eram sobre os gatinho e a balada do dia, passa a ser sobre a faculdade, o emprego e a carreira. Algumas ainda vão mais longe, investimentos em bolsa de valores, casamento, casa, carro e férias do fim de ano.
Se você ainda não é formado, fica sempre escutando um desses metidos a super homens ou super mulheres (que dizem que nunca passou pela crise dos 25 anos) falando: “mas menina, todos os seus amigos da época do colégio, ou já estão na faculdade, ou já até se formaram e você ficar ai nesse empreguinho (isso quando tem) que te escraviza”.
O pior não é isso. O pior é que você fica se questionando com relação a sua inteligência também. Será que fiz a escolha certa pelo curso certo? Ainda consigo me forma antes dos 26? Será que vale mesmo a pena fazer esse sacrifício todo por um mero pedaço de papel?
Por favor, jogue esse pensamento para lá e comece a pensar no seu plano b. Se você tem uma faculdade, parabéns, agora vem a pós. Se você ainda não tem, tá esperando o que para se matricular em uma? Meu querido, a crise dos 30 é ainda pior viu? Então, minha querida, acorda para vida e arma logo um plano b, viu? Você tá pensando o que, meu querido, sempre tem que ter um plano b.
Você meu caro, que assim como eu tá fazendo 25 anos e ainda não arrumou um plano b para sua vida, essa é a hora. Você vai ter 12 meses pra arrumar um urgente. E tenho uma péssima noticia para te dá: os planos b´s não são vendidos nas farmácias, nem sobre receita médica, nem tão pouco com a receita azul. Simplesmente eles estão em falta geral.
A coisa ainda pode ficar pior, viu?
Você por um acaso trabalha? E o emprego onde fica nessa historia toda? Aos 25 anos todo ser humanos do mundo tem que ter um emprego, se não, a crise dos 25 ataca. Ah espertinho, você tem um né? Parabéns, mas não fique muito contentinho não. Será que esse seu emprego tem futuro? Será que ele vai fazer você alguém rico um dia? Ou será que não era melhor, largar esse treco ai e começar uma faculdade de verdade?
Para mim, a resposta é: tá maluco meu amigo. Eu trabalho com isso a mais de dez anos. Tenho uma carreira para zelar. Bem, lembrado... carreira.
Você já tem uma? Aos 25 anos é comum todo ser humano parar para pensar justamente nesse trocinho chamado carreira. A pressão é grande, meu caro. O emprego, ou melhor, a carreira tem que ser boa. Tem que te levar rapidamente ao patamar de rico e mais rapidamente ao patamar de bem sucedido.
Se você é homem, meu querido, aos 25 anos você precisa começar a pensar se sua carreira vai dá pra sustentar o luxo da gatinha que você quer pegar daqui uns dias; e se esse futuro pega vira algo sério, será que esse empreguinho que você tem, vai dá para ficar milionário do dia para noite. Por que a sociedade parece que enlouqueceu de vez. Você, meu amigo, aos 25 anos tem que ter dinheiro, porque até o psicólogo para lhe livrar da crise dos 25 é pago.
E você garota, recém vinte cinco? Seu emprego é bom mesmo. Dá pra comprar aquela roupa legal e os potes milagrosos de creme para salva a vida de qualquer mulher com motor 2.5? É bom pensar nisso viu?
Mas por favor, não esqueça que depois da faculdade vem a pós-graduação, o mestrado, a especialização. E você meu caro, recém vinte cinco aninhos feito, fica ai se perguntando, faço ou não faço; onde fazer, como fazer e porque fazer. Ai tem o padrão perturbando para que você se especialize, tem a sua mãe dizendo que sem formação não se torna rica, e a sociedade que sempre pede mais dos profissionais.
 Só que a verdade é uma só. Você nem sabe se na verdade que tudo isso para sua vida mesmo, ou se só quer mesmo é aproveitar a vida. Quem sabe pular de uma ponte, saltar de pára-quedas, sair pelo mundo a fora sem ter hora para chegar? Curtir a vida!
É complicado.
E se torna ainda pior.
Pessoas que chegam aos 25 anos e estão solteiros parecem imãs para aqueles parentes inconvenientes que sai no meio da festa de Natal anunciando que você, meu caro, está solteiro. E ainda diz em alto e bom tom: “tá ficando velho e encalhado”. É humilhante mesmo!
Pior do que isso, só receber um cartão de natal, desejando que você desencalhe de uma vez por toda. Ou então, vem alguém com aquele amigo chato pra te apresentar, como se você fosse obrigado, por está com 25 anos e solteiro, aceitar qualquer triste alma que apareça na sua frente. E olha que eles ainda ficam com raiva caso você recuse, dizem que tá sozinho por que é exigente. “Se escolher muito vai acabar ficando sozinho”.
É terrível essa situação!
A primeira coisa que te desejam ao saber que você está fazendo 25 anos é: “que você encontre uma pessoa que te faça feliz”. E no meio dessa frase você tá pensando: “e que seja rápido, pelo amor de Deus”. E por falar em  Deus, e se você já tiver alguém ai é que o treco fica pior mesmo. Ficam logo perguntando quando será o casamento, quando vem os filhos e por que diabos estão demorando tanto pra casar. É enlouquecedor!
Ah! Eu ia me esquecendo que a crise dos 25 anos traz também as linhas de expressão para o rostinho de boneca que você tinha aos 18 aninhos. Aqueles pezinho de galinha começam a aparecer. As olheiras ficam mais acentuadas. E lá vai você pro espelho com os potes de creme para tentar concertar o estrago que já tá ali. Agora é tentar achar algum jeito de ninguém perceber.
Maquiagem será que resolve? Minha querida amiga, resolver ela até resolve, mas só depois que você sentir que já passou tanta maquiagem que está com a cara parecendo parede que foi feito reboco recentemente. E haja dinheiro para comprar cremes, mais cremes e muita maquiagem.
 É melhor começar a usar creme para celulite e estrias também. Pois é nos 25 anos que elas começam a dá maior sinal de vida. E acredite se quiser é justamente para pior a crise dos 25 anos.
Sem falar que também é muito bom começar a se preparar para marcar mais vezes o salão de beleza para pintar os cabelos e não deixar os fios brancos aparecerem. Esses nem pensar!
Caramba! Que crise mais chata essa! Talvez seja por isso que os homens costumam dizer que preferem as mulheres de 30, pois são mais interessantes que as de 25. Acho que tá mesmo na hora de começa a me livrar da minha crise dos 25 e começar a mandar o receio ir passear também. O relógio da vida não poderá parar, mas eu posso fazer com que essa idade tão problemática se torne numa tão especial.
Que venha os 25 anos por que eu estou pronta para ele. E você?

Bom, meus amigos. Agora que fiz 25 anos, começa um novo ciclo na minha vida. Um ciclo de 5 anos antes dos 30 e quero compartilhá-lo com todos vocês. Querem me acompanhar nessa nova jornada?
Com carinho,
Dely Nicolete

sábado, 9 de julho de 2011

Agora somos graduados...

               Olá galerinha,
               Tudo bom? Ontem a noite realizei um dos meus maiores sonhos: me formar.  Se me perguntarem o que estou sentindo agora que colei grau, só poderei responder que sinto muito, mas muito orgulho mesmo.
               Orgulho de ter tido essa oportunidade de realizar o meu sonho e ainda mais junto com o meu irmão (Sérgio). Orgulho de ver a minha mãe se realizando ao ver os dois filhos se formarem no mesmo dia. Orgulho de ver meus amigos de faculdade se tornando graduados. E mais orgulho ainda por ter tido professores, ou melhor, mestres maravilhosos no meu caminho acadêmico.
               Poderia falar inúmeras coisas. Dizer o quanto lutei para chegar até aqui; quantas noites em claro passei; ou ainda, de como foi delicioso conviver com essa turma maravilhosa. Mas prefiro agradecer.
               Agradecer de coração ao esforço que minha mãe fez para nos criar e nos ensinar a ser o que somos hoje. A ela tenho que agradecer por tudo: pela vida, por minha educação, por minha dignidade e principalmente por me permitir realizar meus sonhos.
Também tenho que agradecer ao Sérgio, que além de ser meu irmão é meu padrinho, meu pai, meu companheiro de faculdade, meu amigo. Agradeço por ter me mostrado um outro caminho para a realização do meu sonho; por ter confiado em mim nos momentos em que já não conseguia pensar direito para fazer os trabalhos da faculdade; pelos inúmeras risadas que juntos demos estudando para as provas; e por não ter desistido.
A você, meu irmão, dedico a minha vitória. Sem você nada disso teria acontecido nem tão pouco sido tão importante como foi. Foi maravilhoso ver o sorriso de conquista e ainda mais maravilhoso ouvi o seu discurso. Agora também posso lhe dizer “fi conseguimos!”.
Tenho que agradecer a minha madrinha, ou melhor, a minha amiga, irmã mais velha, Regiêda. Obrigada por ter me apoiado nas inúmeras vezes que pensei em desistir de tudo; por ter tido paciência e ombro amigo para emprestar quando fracassei anteriormente. Quem um dia poderia dizer que aquela menina que não ia com a minha cara na sexta séria, se tornaria minha amiga no primeiro grau e a minha melhor amiga na vida e ainda minha madrinha de formatura? Ninguém, né?
Agradeço aos meus amigos que nos prestigiaram na colação de grau. Ontem descobri que amigos são aqueles que dividem os momentos ruins tentando subtrair a tristeza do nosso caminho, mas que multiplicam as alegrias nos melhores momentos de nossas vidas. Obrigada por terem adicionado um gostinho a mais nessa vitória.
Obrigada de coração ao Coca, que nós viu crescer e participou dessa longa caminhada estudantil, fosse levando para o colégio, como ontem ele lembrou, o simplesmente ajudando a nossa família. Obrigada a Laurinha, o André e o Guido por multiplicarem conosco aquele momento e pelos parabéns sinceros de vocês. Obrigada ao Rafael, que mesmo não podendo comparecer a colação de grau como estava combinado, tenho certeza que torceu e muito para que tudo tivesse ocorrido bem. Obrigada ao nosso amigo Negão por ter compartilhado aquele momento conosco. Você representou um pouquinho a nossa família. Obrigada mesmo!
Mas quero agradecer aos meus amigos da faculdade: Gomes, Gleidson, Regilane, Wanderson, Joana, Kamila, Katana, Clébia, Alexsandra, Fabiana, Adriano, Rômulo, Cícero, Lourenço, David Holanda, David Ricardo, Cleiciane, Sara, Ana Amélia, Camila, Talison e Thiago Gomes. Parabéns a cada um por nossa conquista.
Obrigada a vocês meus amigos por terem feito desses dois anos algo tão especial. Obrigada pelos momentos engraçados, pelas festas, pelas bagunças e pela emoção que vivemos. Obrigada por terem me permitido fazer parte da vida de vocês, nem que fosse passando e-mail das matérias. Peço desculpas pelos e-mails que nunca chegaram, ou por qualquer coisas que fiz ou deixei de fazer.
Tenho que confessar que se pudesse voltar no tempo eu faria tudo do mesmo jeitinho que fiz, pois foi desse modo meio torto que esses dois anos se tornaram tão especial, tão importante na minha vida. Obrigada a cada um de vocês.
Obrigada aos mestres que passaram por meu caminho nesses dois anos. Vocês me ensinaram bem mais que matéria de aula; me mostraram que é preciso paciência para seguir em frente, ousadia para não desanimar, coragem para tomar as decisões importante, conhecimento para não errar e principalmente de amigos para sermos felizes. Cada professor deixou em minha vida marcas, lembranças e sentimentos importantes.
Certa vez um professor do colegial me falou que professores deveria ser como anjos em nossos caminhos. Acho que aquele professor nunca imaginou que eu levaria essa frase para minha vida. Tive excelentes anjos no meu caminho e cada um foi de fundamental importância para o meu existir como pessoa, como profissional, mas acima de tudo como ser humano.
Obrigada aos professores: Wagner, Átila, Paulo Henrique, Sócrates, Regis, Gesiel, Cláudio, Franzé, Cristiano (sei que de onde ele estiver estava olhando e torcendo pela nossa turma durante esse um ano e meio que se passou). Agradeço de coração as professoras: Somália, Regina Jansen, Larissa Torres, Eveline Benevides, Mônica Nabuco, Rafaela, Juliana, Giselia, Joysa, Mônica Estite, Rejane e Glauciana. Vocês foram realmente especiais na minha vida acadêmica.
Agradeço a todos os que fazem parte da Faculdade Tecnológica Darcy Ribeiro, os diretores, coordenadores, recepcionistas, seguranças, zeladores, portaria e até a tia da cantina. Cada um de vocês também fizeram parte dessa história. Obrigada!
E por fim, quero agradecer a Deus... Obrigada por ter posto em meu caminho pessoas tão maravilhosas como meus amigos; obrigada por ter me permitido ter força, garra e sabedoria para continuar em frente; obrigada por ter permitido que essa conquista acontecesse.
Obrigada acima de tudo por ter feito o meu caminho se cruzar com  essas pessoas e por ter permitido que juntos conquistássemos tudo o que conquistamos.
Obrigada de coração. E essa vitória eu divido com todos vocês.





















segunda-feira, 4 de julho de 2011

Cultive a FIDELIDADE de Pensamento


 Cultive a fidelidade de pensamento.
Ser fiel não significa apenas apoiar-se em meras aparências para justificar um relacionamento.

É preciso,

antes de tudo,

que você seja fiel a si mesmo

e ao seu pensamento para que possa estar em paz

e com a consciência tranquila.
Para que isto aconteça,

 é necessário,

 principalmente,

 o respeito pelo próximo que lhe depositou confiança

e anseia ser correspondido.

Se você estiver realmente feliz com quem ama,

não há como buscar em outrem o que o ser amado pode lhe oferecer,

com muito mais honestidade

e desprendimento.

Antes de assumir qualquer compromisso,

analise sensatamente se é o que de fato deseja,

para evitar arrependimentos futuros

e sentimentos frustrantes.

sábado, 25 de junho de 2011

E o fim da faculdade deixa saudade....

Gomes, eu, Evilaudo, Regilane, Sergio e Gleidson - representando a turma de Processos Gerenciais.

Demorei muito para vim escrever esse texto, não é mesmo? Mas enfim ele chegou, espero honestamente que eles esteja pronto até as “ocho e dez” (8:10), para que simbolize ainda mais tudo o que esses dois anos foi para a minha vida. Mas infelizmente acho que não vai ser possível pois tem muita coisa para ser lembrada hoje aqui.
Podia simplesmente vim aqui e falar da emoção de ter cumprido a minha missão tão comprida, mas prefiro falar das pérolas que aconteceram nesses dois anos e que reunidas fizeram com que essa turma de Processos Gerenciais fosse única e inesquecível.
Tivemos momentos bem sérios, confesso que pouco, pois nossa turma tinha um “q” de comediante, mas nesses raros momentos aprendemos coisas que nenhum livro poderá ensinar. Digo ainda, que é uma pena que as outras turmas não poderão aprender as mesmas coisas que nós, pois esse aprendizado mudou a minha vida e a vida de muita gente.
Quando meio que sem quer o professor Sócrates propôs fazer uma dinâmica onde falaríamos sobre os nossos valores, talvez muitos de nosso não tenhamos pensado que seria tão emocionante como foi. Um momento único em que tivemos a oportunidade de se encantar com as historias de vida de cada colega que ali estava.

Turma reunida no ultima aula de APL do professor Sócrates.


Naquele dia, aprendi que sonhos às vezes são possíveis; que perseverança é fundamental para qualquer caminho que você for seguir; que ás vezes é preciso fé para continuar em frente; e que não existe nenhum valor mais bonito ou mais sublime que aquele que nos movem.
Aprendi lições como colegas de sala, com amigos que nunca antes tinham dado qualquer sinal de sofrimento até aquele dia. Lembro da historia de uma moça que falou do sofrimento com a sua mãe, outra que contou sobre o sofrimento com o seu filho. Ambos demonstraram o poder do valor familiar.
Ou então, de quando o Gomes falou do pai dele; do meu irmão falando sobre nossa infância e sobre o dia do nosso acidente; de outras tantas que me emocionaram e fizeram com que lagrimas (que sempre tentei esconder) rolassem ali na frente de todo mundo. Naquele momento não existia o chorão ou o durão, todos se emocionaram, se envolveram e principalmente se encantaram com as lições de vida de nossos colegas.
Mas o que teve mesmo durante esses dois anos foram momentos de pura diversão.
As festas de despedidas de cadeiras foram constantes em nossa caminhada. Primeiro foi em Relações Humanas no Trabalho, com a professora Mônica Nabuco. Depois veio com o professor Sócrates Cabral em APL (arranjos produtivos locais). E nesse semestre, estávamos mais festeiros do que nunca. A despedida de Marketing e vendas da professora Larissa Torres e de Legislação trabalhista e previdenciária com a professora Regina Jansen. E por fim, a festa das festas...

Turma reunida com a professora Larissa Torres.
Turma reunida com a professora Regina Jansen.

Essa ultima festa simbolizou os dois anos inteiro. Era para ser a despedida das cadeiras de Processo Decisório do professor Paulo Henrique e de Recursos Humanos com a professora Eveline Benevides. Mas se tornou a festa de todos os professores.
Ali naquele curto momento reencontramos os professores de todos os semestres e fizemos a festa. Foi bom rever o professor Wagner (matemática financeira), as professoras Larissa e Regina. Os professores Átila e Sócrates e outros tantos que nos esbarrávamos nos corredores.
Lembro que parei em frente a porta de saída da sala e meio que sem querer comecei a lembrar da caminhada desses dois anos. Surgiu frases perfeitas em minha memória, parecia que tinham acontecido naquele exato momento.
Ouvi meio sem querer o “Bum” da professora Giselia em Modelo de Gestão. Os grunhidos de dinossauro da professora Juliana nas aulas de Comunicação Empresarial. Os conselhos da professora Mônica, quando nos dizia que um empresa onde não tem discussões produtivas, não existe uma equipe forte e competitiva. Como ela vivia dizendo, “é preciso conversar, discutir e resolver o problema, somente assim evoluímos.”
Lembrei da brincadeira do professor Wagner, quando dizia que uma questão era fácil, fácil. “É mamão com açúcar gelado de tão fácil que é” ou então “se soltar a caneta ela faz sozinha”.

Professor Wagner...
Ou ainda do professor Cristiano que dizia que tudo era fodético e que às vezes é preciso ser mais esperto que seu concorrente. “Concorrente bom, é concorrente morto”, mesmo sabendo que sem um bom concorrente não podemos crescer nem ser competitivo o suficiente para viver nessa selva.
Eis ai um professor inesquecível. O professor Cristiano teve pouco tempo com a nossa turma, mas nesse curto espaço ensinou muito. Mostrou que o que é bom pode ficar ainda melhor. Depois dele, a nossa equipe UBC se tornou mais forte, mais cuidadosa com os trabalhos, mais verdadeira como equipe e como diria o professor Paulo Henrique “mais eficaz e eficiente, ou seja, excelente.”
Eu, o Gomes e o professor Cristiano nos tornamos próximos, pois sempre estávamos envolvidos com algum assunto da matéria dele, fosse passando e-mail, ou fosse com as Xerox do seu material. E confesso que pela primeira vez na minha vida acadêmica senti a dor de perde um mestre. Quando soube da noticia de sua morte, foi como se tudo o que tinha acontecido no dia anterior não tivesse passado de um sonho.
Tínhamos tido aula do professor Cristiano uma noite antes. Lembro que ele dizia que faria uma viagem fodética e que às vezes “ganhava pouco dando aula, mas se divertia muito.” Notávamos que ele não estava feliz com essa idéia de viajar, mas ao mesmo tempo, estava feliz em dá aula ali para gente.
Aquela foi a ultima aula... nos encontramos depois no seu velório. Com um dor enorme no peito foi me despedir de um mestre, de um amigo, de um alguém tão intenso que no curto tempo que passou conosco, mostrou que tinha conhecimento, como ele dizia, “pra dá com pau”.
Ai veio, a lembrança da professora Monica Estite. Com ela aprendi que Economia é complicada pra caramba, mas “quando você estiver estudando e ver que não entende nada, não se deve preocupar é assim mesmo.” Essa frase, me deixou por dias preocupada, como eu poderia aprender se a professora ta me dizendo que a duvida que eu sinto é assim mesmo. Acho que foi ai que eu comecei a querer aprender economia, contabilidade e todas essas outras matérias de cálculo. Eu não aceitava que a minha duvida fosse aceita por um professor. Estudei tanto economia que nem sei se aprendi mesmo ou se só decorei para fazer aquela bendita prova.
Foi então, que lembrei de um frase que completou o meu pensamento não hora... Isso não pode acontecer, pois “a informação ela tem que circular”. A professora Rejane Santiago da matéria de Sistema de Informação Gerencial (SIG). Grande figura... aprende que além da informação ter que circular, é preciso saber de onde ela vem, para quer que ela serve e como vou usar isso.
Acho que a tia Rejane foi a professora que mais me fez copiar nesses dois ano. E olha que copie cada vírgula, cada palavra, cada numerizinho que cada professor falava ou escrevia no quadro. Pois como diz o professor Paulo Henrique, “tudo isso serve para tomada de decisão mais eficaz e eficiente possível”.
Com o professor Sócrates aprende gesto, valores e uma lição importantíssima: correr atrás dos meus objetivos sem sombra de duvida tudo é possível. Sem contar que foi adorável descobrir que as pessoas quando sabem de seus gestos engraçados, tentam o possível para concertá-lo, por mais que ele vá ficar marcado a vida inteira na memória de seus alunos.

David Holanda, eu, Gomes, Regilane e professor Sócrates Cabral.
O professor Atila e os seus “certos”, além da bela bronca por usarmos a palavra mexe para descrever o que o ativo e passivo sofriam na contabilidade. E que “questura” não se deve usar em hipótese nenhuma, mesmo sendo você de Horizonte.

Adriano, Gleidson, professor Atila, eu e Tarciano...
Mas honestamente, o que aprendi com o professor Atila, foi que um bom profissional pode assumir responsabilidades que estão fora de sua orçada, desde que estude e analise com cuidado a informação que vai ser passada. Foi assim que ele deu planejamento estratégico, quando sua área era mesmo financeira. E olha que tivemos três cadeiras com ele: contabilidade e custo, planejamento estratégico e comércio eletrônico. E no fim, ele ganhou um semestre longe dessa turma de malucos e mais a honra de ser nosso patrono na colação de grau.
 A professora Somália... Ah professora, que aperto a gente passou, heim? Nunca vi um Trabalho de Conclusão de Curso tão atrapalhado como foi o nosso. Horas antes e depois da aula falando sobre o nosso trabalho; procurar um professor aqui, outro ali; mas enfim, deu certo. Com ela, aprendi que mesmo na dificuldade podemos fazer um bom trabalho se tivermos confiança na nossa equipe.
Como ela mesma dizia, “o importante é saber qual o seu negócio”, depois o que vier é lucro.

Equipe UBC - Gomes, Regilane, Wanderson, eu, Clebia, Sergio - o Gleidson era quem estava batendo a foto...
E foi nesse trabalho que percebi que a UBC não era uma equipe comum. Tínhamos força, coragem e confiança um nos outros. Sabíamos da capacidade de cada membro, tínhamos confiança em cada membro. Sabíamos qual era o negocio do trabalho e juntos corremos atrás de fazê-lo ficar perfeito. Se tivesse mais uma semaninha, ele tinha sido espetacular. E se eu tivesse que escolhe de novo a nossa equipe, seria nós seis novamente, mesmo que para isso eu precisasse pôr a mão no fogo de novo.
Com a professora Larissa, aprendi inúmeras piada, inúmeros **** e me diverti como nunca. Não tinha quem ficasse sério nas aulas dela. É incrível como ela tem facilidade em conversar sobre qualquer assunto. Até de tênis já falamos, pra ser mais sincera, do André Agassi e o seu livro bombástico (que de bombástico não vi nada).
Professora Regina Jansen e professora Larissa Torres...
O Franzé, xi... honestamente é melhor eu não comentar nada não... Só aprendi que arrogância não leva ninguém a nada e que “quando um burro fala os outros abaixam as orelhas”. Foi talvez a cadeira que mais me estresse de toda a faculdade e olha que no primeiro semestre quase enfartava com a professora Giselia, mas isso não vem ao caso, o importante é que sobrevivi a essa cadeira, ou melhor, a esse professor.
Professor Cláudio e seus “entende” e “pessoal isso aqui vai cair na prova, pessoal”. Gente, nunca vi trabalho mais louco do que dessa cadeira de planejamento financeiro e orçamentário, mas no fim tudo deu certinho.
Ah e a “loja Dely Cosméticos”, que foi usada nessa cadeira pelo professor Claudio, pode ser uma opção no futuro, assim como os “Chocolates Dely Nicolete” que o professor Paulo Henrique sugeriu desde o segundo semestre.
Mas o que falar da professora Regina Jansen e da professora Eveline? Caramba, duas mulheres de fibra. Duas mulheres que me ensinaram muito.
A professora Regina, mostrou que competência é possível desde que você queria ser competente. Fiquei encantada com a simplicidade dela e que sua historia de vida, contada no ultimo dia de aula. Sua alegria fascinou os alunos e o carinho e o respeito com que tratava Vossas Senhorias presente naquele recinto de aula era fabuloso.
Professora Eveline por inúmeras vezes falou sobre vitoria, sobre conquista e como a formatura era importante para o ser humano. Conselhos guardados e registrados para serem usados na minha vida inteira. Infelizmente, não comprei o anel de formatura que ela tanto fazia questão de lembrar para nossa turma, mas ficara registrado em meu ser tudo o que aquela grande mulher falou e me aconselhou.

Eu, professora Eveline e o Sérgio...
Mas não era só os professores que surgiam com frases bombásticas.
Vou guardar para sempre a nossa filosofia de vida do quarto semestre: “homem de cabelo de lado é perigoso”. Saiu meio sem querer essa frase, num belo dia de aula de logística e acabou virando rapidamente filosofia de vida. Desconfie de homens de cabelo de lado, eles podem ser perigosos (kkk).
E aquela frase do Paulo Henrique que todo mundo fazia quando não entendia o que o outro estava falando. “Eu concordo como você, mas qual é mesmo a sua pergunta?”. O gesto do Pedro Jonnhy e o seu famoso “entendeu?”.


Gomes, professor Paulo Henrique, Regilane, eu e Gleidson...
E a Katana explicando o porquê dos preços abusivos do hotel que as meninas iriam montar e o seu “Ah ladrão!”. O Rômulo e suas frases bombásticas, que o horário não me permite pronunciar.
As presepadas da galera do fundão; o Tarciano imitando o Charles Chaplin e o Joel ficando super sério na hora de apresentar o trabalho de planejamento estratégico. Ficou para história aquela cena.
Além dos sorriso que todos vocês fizeram acontecer, quando soltavam pérolas extraordinárias como “são muitos, são varias, são tantas que nem sei por onde começar”. Mas tem uma frase que resume perfeitamente o que essa turma foi nesses últimos dois anos. “Vocês são os mais dez anos dos dez anos!”
Brincadeiras a parte, gostaria de agradecer a cada um que fez parte dessa caminhada. Ao meu irmão que me levou a fazer essa faculdade junto com ele, o passei a admirá-lo ainda mais durante esse período; aos meus amigos da UBC (Gomes, Gleidson, Regilane, Clebia, Wanderson, Kamila, Joana, Pierry e Alexandre) que fizeram valer a pena todos os momentos inesquecíveis que passamos juntos.

Gomes, Alexsandra, Sergio, Pedro Johnny, eu, Gleidson, Gilmara, Kamila, Regilane.
Obrigada aos amigos que conquistei nesses dois anos. Obrigada aos colegas de Gestão Financeira que dividiram conosco o primeiro semestre; e ao pessoal do 4º semestre do ano passado que dividiu conosco aquele semestre maluco; sem falar da galerinha do 3º semestre que nos receberam com os braços abertos para concluirmos nossa caminhada.
Obrigada aos professores por terem tido paciência e coragem de enfrentar nossa turma. Muitos dos ensinamentos de vocês, levarei para a minha vida, não só como profissional mais também como pessoa. E quem sabe um dia, nós não nos encontremos e trabalhemos juntos. Quem sabe? O Espaço Culturalmente ainda vai sair e muita gente boa que passou por minha vida acadêmica vai sem duvida ser uma boa opção para integrar a equipe Culturalmente.
Mas acima de tudo, tenho que agradecer ao Papai do Céu por ter me permitido cumprir minha missão, sem precisar “demitir o gerente, contratar outro e treinar todo mundo”.
Obrigada de coração... a gente se ver pelo mundo dos negócios. E sem duvida o mundo de processos gerenciais não será mais o mesmo depois que a turma de “tomada de decisão” se formar. Aguardem!
Com carinho,
Dely Nicolete

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Atire a primeira flor


Quando tudo parecer caminhar errado,
seja você a tentar o primeiro passo certo;
se tudo parecer escuro,

se nada puder ser visto,
acenda você a primeira luz,
traga para a treva,
você primeiro,
a pequena lâmpada;
quando todos estiverem chorando,

tente você o primeiro sorriso;
talvez não na forma de lábios sorridentes,

mas na de um coração que compreenda,
de braços que confortem;
se a vida inteira for um imenso não,

não pare você na busca do primeiro sim,
ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;
quando ninguém souber coisa alguma,

e você souber um pouquinho,
seja o primeiro a ensinar,
começando por aprender você mesmo,
corrigindo-se a si mesmo;
quando alguém estiver angustiado à procura,

consulte bem o que se passa,
talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja;
daí,

portanto,
o seu dever é ser o primeiro a aparecer,
o primeiro a mostrar-se,
primeiro que pode ser o único e,
mais sério ainda,
talvez o último;
quando a terra estiver seca,

que sua mão seja a primeira a regá-la;
quando a flor se sufocar na urze e no espinho,

que sua mão seja a primeira a separar o joio,
a arrancar a praga,
a afagar a pétala,
a acariciar a flor;
se a porta estiver fechada,

de você venha a primeira chave;
se o vento sopra frio,

que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e primeiro abrigo.
Se o pão for apenas massa e não estiver cozido,

seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.
Não atire a primeira pedra em quem erra.
De acusadores o mundo está cheio;

nem,
por outro lado,
aplauda o erro;
dentro em pouco,

a ovação será ensurdecedora;
ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu;
sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido;
seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém;
quando tudo for espinho,

atire a primeira flor;
seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta,

compreendendo que o perdão regenera,
que a compreensão edifica,
que o auxílio possibilita,
que o entendimento reconstrói.
Atire você,

 quando tudo for pedra,
a primeira e decisiva flor.


Glácia Daibert

domingo, 19 de junho de 2011

Ultimo dia de aula...

Fotos do ultimo dia de aula...




















Mais um foto da turma junto...

Essa turma junto aprontou demais junto...

No ultimo dia de aula a gente ainda descobre coisas... o Thiago toca violão...

Regilane tocando, mas não que foto não...

Agora vai, pode tirar a foto...

E um violão? Não é o Gomes.

Gleidson e seu violão.